<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359</id><updated>2012-01-23T07:03:58.925-08:00</updated><category term='e-crise'/><category term='Compartilhamento'/><category term='Twitter'/><category term='Comunicação'/><category term='TV'/><category term='Internet'/><category term='Estilo de vida'/><category term='Cinema'/><category term='Ficção'/><category term='rp'/><category term='Gerenciamento de Crise'/><category term='Foco'/><category term='Comportamento'/><category term='YouTube'/><category term='Política'/><category term='Erro'/><category term='Gestão'/><category term='PR'/><category term='imprensa'/><category term='iPhone'/><category term='Despedida'/><category term='Guerrilha'/><category term='Futebol'/><category term='Ideias'/><category term='Na Estrada'/><category term='Tecnologia'/><category term='Meio Ambiente'/><category term='Orkut'/><category term='Trânsito'/><category term='iPad'/><category term='Blogs'/><category term='Inovação'/><category term='Facebook'/><category term='Case Inovação'/><category term='Midias Sociais'/><title type='text'>coffeebreak</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>117</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-3313617163323104885</id><published>2012-01-23T06:58:00.001-08:00</published><updated>2012-01-23T07:03:58.937-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Despedida'/><title type='text'>O CoffeeBreak está morto. Longa vida ao CoffeeBreak</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-1Jd3TifuK-Y/Tx116dfsV1I/AAAAAAAAALM/u5ylnD6RtRc/s1600/CB%2B060.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-1Jd3TifuK-Y/Tx116dfsV1I/AAAAAAAAALM/u5ylnD6RtRc/s400/CB%2B060.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5700842350531336018" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente não tenho perfil de herói. Depois de cinco meses acompanhando o cotidiano do blog em coma decidi desligar os aparelhos. A partir de agora, oficialmente, o CoffeeBreak está morto. Acho injusto criar a expectativa (em mim, principalmente) de que um dia poderei retomar uma frequência mínima de publicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não é fácil. Trata-se de uma experiência que marcou profundamente meu perfil pessoal e profissional. &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/01/este-blog-nao-foi-feito-para-voce.html"&gt;Como já escrevi&lt;/a&gt;, se engana quem acha que o blogueiro é um exibicionista. O prazer de manter este espaço virtual é um exercício de egoísmo. Pelo menos no meu caso, ter que pensar em temas, trabalhar estas ideias e ver se sobrevivem no papel (digo, na tela) trazem muito mais progresso (e orgulho) pessoal do que para as vítimas que lêem os posts resultantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em leitores, estes sim verdadeiros heróis, devo a eles meus agradecimentos pelos comentários, RTs, críticas etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de agora vou publicar meus textos, quando conseguir, no blog da agência de comunicação corporativa para a qual trabalho, a &lt;a href="http://xcomunicacao.com.br/"&gt;XComunicação&lt;/a&gt;. Oxalá, sem a pressão de uma periodicidade nas costas eu consiga ser minimamente produtivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIM&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-3313617163323104885?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/3313617163323104885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2012/01/o-coffeebreak-esta-morto-longa-vida-ao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3313617163323104885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3313617163323104885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2012/01/o-coffeebreak-esta-morto-longa-vida-ao.html' title='O CoffeeBreak está morto. Longa vida ao CoffeeBreak'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-1Jd3TifuK-Y/Tx116dfsV1I/AAAAAAAAALM/u5ylnD6RtRc/s72-c/CB%2B060.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-8306800851390522564</id><published>2011-08-24T09:19:00.000-07:00</published><updated>2011-08-24T09:24:54.324-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Erro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Você quer ter razão ou ser feliz?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-2p86EIahS10/TlUlk7U5ZGI/AAAAAAAAALE/Bduc9ronofM/s1600/CB%2B048.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-2p86EIahS10/TlUlk7U5ZGI/AAAAAAAAALE/Bduc9ronofM/s400/CB%2B048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5644459024309642338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos ao tema do erro (já tratado &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/10/medo-de-errar-entao-voce-ja-errou.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; e também &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/07/os-grandes-tambem-erram-por-isso-sao.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;), mas agora com outra abordagem. O pânico de errar, inimigo mortal da inovação, tem outro sintoma tão ou mais perigoso: a incapacidade de reconhecer suas falhas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Independente de qualquer juízo de valor sobre o mega investidor e multimilionário George Soros, ele tem pelo menos uma ótima frase (que deu origem a este post): “só sou rico por saber quando estou enganado – eu basicamente sobrevivi por reconhecer meus erros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus últimos 15 anos de atuação corporativa me levam crer que, infelizmente, a maior parte dos executivos e profissionais de todos os níveis hierárquicos precisa dar mais ouvidos ao Mr. Soros (pelo menos no que se refere a reconhecer a aprender com os erros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, exceto em situações limite, se tornou cada vez mais difícil ver alguém declarar que cometeu algum equívoco e que outro caminho teria sido melhor. Pior, minha visão é de que quem tem a coragem de assumir um engano é muitas vezes avaliado pelos demais como naïf, um verdadeiro idiota. A regra não escrita é a gersiana “o que é bom eu mostro, o que é ruim escondo”. A cartilha segue: se questionado, se posicione de forma ambígua, no muro. Quando a bomba estoura, busca-se um bode espiatório (de preferência de fora ou de nível hierárquico inferior).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que realmente me assusta é a percepção (sim, posso estar errado) de que em boa parte das vezes a causa desta postura não é simplesmente uma covardia corporativa alimentada pela feroz concorrência por cargos e bônus. É a vaidade mesmo, questão de ego. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estar sempre certo se tornou mais importante do que saber a verdade. Neste caminho, dados podem ser analisados pelo viés errado e cenários distorcidos. Fatos que justifiquem o ponto de vista eleito são considerados os mais importantes e os demais relegados, sem justificativa clara. Supostas análises racionais se tornam discussões de argumentos que mais lembram democratas e republicanos debatendo sua irracionalidade nos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto a realidade se curva ao peso dos egos e decisões viciadas atendem caprichos generalizados, George Soros ri sozinho – sua busca pela verdade a partir do erro o coloca à frente dos demais e, consequentemente, seu bolso cheio do dinheiro dos que se enganam com vontade e gosto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-8306800851390522564?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/8306800851390522564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/08/voce-quer-ter-razao-ou-ser-feliz.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/8306800851390522564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/8306800851390522564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/08/voce-quer-ter-razao-ou-ser-feliz.html' title='Você quer ter razão ou ser feliz?'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-2p86EIahS10/TlUlk7U5ZGI/AAAAAAAAALE/Bduc9ronofM/s72-c/CB%2B048.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-32443619421088289</id><published>2011-08-18T08:54:00.000-07:00</published><updated>2011-08-18T09:01:14.207-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><title type='text'>Inovação meia boca (It's Only Rock'n'Roll But I Like It)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-WUJGZWQ00vk/Tk02oJTu5HI/AAAAAAAAAK8/ydUllZntCIM/s1600/CB%2B031.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-WUJGZWQ00vk/Tk02oJTu5HI/AAAAAAAAAK8/ydUllZntCIM/s400/CB%2B031.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5642225971486450802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece totalmente contraditório. Por que motivo, numa época em que se tornou absurdamente fácil adquirir, armazenar, transportar e até mesmo ouvir música – e não qualquer música, mas sim a música que realmente te interessa, estamos assistindo o retorno de uma tecnologia dos anos 50, que “prende” as notas musicais em grandes placas redondas de plástico negro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, o velho e bom disco de vinil está na moda. &lt;a href="http://www.meioemensagem.com.br/home/marketing/noticias/20110815Disco-de-vinil-se-mantem-com-mercado-de-nicho.html"&gt;Suas vendas cresceram&lt;/a&gt; 55% no Reino Unido nos últimos 12 meses e devem aumentar em mais de 25% nos Estados Unidos até o final deste ano. Para variar ainda não há dados no Brasil mas é bastante provável que este movimento deságüe por aqui também – desde o ano passado já é  possível encontrar LPs novos em lojas como a FNAC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais espantoso é que isto ocorre no exato momento em que as vendas de CDs mínguam. É só entrar na mesma FNAC e comparar o espaço que havia para os disquinhos há, digamos, cinco anos atrás, e hoje. Afinal, com a pirataria e as lojas virtuais de arquivos musicais em MP3, por que comprar um CD? E um LP então?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira resposta que vêm à mente é o saudosismo. Tiozinhos que querem manter um charme analógico seriam os responsáveis por comprar os “bolachões”. Faz sentido. Então teríamos também um ressurgimento das máquinas de escrever e câmeras fotográficas analógicas, certo? Não! Em abril deste ano a última fábrica de máquinas de escrever do mundo, na Índia, &lt;a href="http://economia.ig.com.br/empresas/ultima+fabrica+de+maquinas+de+escrever+fecha+as+portas/n1300107231657.html"&gt;fechou as portas por falta de encomendas.&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será então um fenômeno passageiro, um último soluço antes do cadafalso. Não é o que os números indicam. Pelo menos nos Estados Unidos o crescimento de venda de LPs segue constante, na casa dos dois dígitos, nos últimos três anos. Ok. Então se trata de uma questão econômica, por conta da crise, os consumidores do ainda primeiro mundo estariam buscando uma opção antiga e mais barata? Também não, pois os LPs atuais são mais caros que CDs ou arquivos digitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei matutando isso, pensando o que este fenômeno aparentemente contrário a toda tendência tecnológica atual significaria. Foi então que minha ficha caiu. Minha aposta é bem mais simples do que especulava anteriormente: o LP não morreu porque, quando pensamos em qualidade, ainda é a melhor tecnologia para reprodução de música. Ponto. É só comparar com a fotografia. Quando surgiram os primeiros equipamentos digitais, os profissionais continuaram usando filme pois a qualidade, para quem se importa com ela, era superior. Com tempo e investimento da industria, a tecnologia das fotografias digitais avançou ao ponto de tornar o filme substituível (mesmo profissionalmente) em 90% dos casos. E foi isso o que aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já com a música ocorreu o oposto. Depois do CD, que apesar de mais prático nunca entregou a mesma qualidade de som do vinil (pelo menos aos ouvidos mais bem treinados), o que surgiu foi o arquivo MP3 (barato e mega prático), que comprime e achata o som. Na falta de melhor tecnologia (até por conta da crise da industria fonográfica) os apaixonados por música com alguns tostões a mais voltaram ao que há de mais avançado: o velho LP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moral da história: inovação tem que entregar praticidade + qualidade para se firmar como definitiva e suplementar a prática anterior.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-32443619421088289?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/32443619421088289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/08/inovacao-meia-boca-its-only-rocknroll.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/32443619421088289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/32443619421088289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/08/inovacao-meia-boca-its-only-rocknroll.html' title='Inovação meia boca (It&apos;s Only Rock&apos;n&apos;Roll But I Like It)'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-WUJGZWQ00vk/Tk02oJTu5HI/AAAAAAAAAK8/ydUllZntCIM/s72-c/CB%2B031.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-3148283145426558607</id><published>2011-08-11T14:48:00.000-07:00</published><updated>2011-08-11T14:58:49.680-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PR'/><title type='text'>Atolados na zona de conforto</title><content type='html'>&lt;iframe width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/IMYAG2KNKD4" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava na XPress discutindo a repercussão do filme publicitário dos pôneis da Nissan (cliente da casa) quando um amigo comentou sobre a nova campanha da Bradesco Seguros. Com o mote “Vai que..” ela usa um humor bastante peculiar (por isto a associação com os pôneis da Frontier) para falar dos benefícios de segurar seus bens. Numa das peças, um ladrão desiste de levar o carro quando, no meio da fuga, o cantor Biafra (lembra?) surge dentro do carro cantando o “hit” O Sonho de Ícaro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ver o filme, minha primeira reação, óbvio, foi rir muito. A segunda foi pensar na coragem do Biafra de se expor desta forma. Por mais que todos nós gostemos dos que sabem rir de si mesmos, esta postura ainda está muito distante do que esperamos ver de pessoas públicas (marcas então, nem pensar). Discursos muito bem pensados, planejados e treinados (quase sempre por um de nós, profissionais de comunicação corporativa). Postura impecável de vencedor (ou, no mínimo, de quem está no caminho certo da vitória). Com exceção de cenários de crise, onde é de bom tom ter a humildade de pedir desculpas pelo mal feito, todos estão sempre vendendo sucesso e alegria. Tudo dentro do script.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se esta é a regra, então o Biafra, que aparece ridicularizando sua própria imagem está acabado, certo? Não. Além de colocar seu nome de volta nas conversas (e nas mídias sociais), leio na &lt;a href="http://blogs.estadao.com.br/sonia-racy/eu-voltei-11/"&gt;Sonia Raci&lt;/a&gt; que a campanha ressuscitou a carreira do moço – os convites para shows triplicaram! O surto de Charlie Sheen ao não renovar seu contrato para “Two and a half man”, quando começou a disparar os maiores disparates no Twitter, incluindo bastidores picantes do show business, é outro bom exemplo de conduta fora da curva que cativou o público (ele lotou teatros por um bom tempo nos EUA, até implodir em chatice explícita).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que não estamos todos um pouco cansados destes discursos cuidadosamente perfeitos? Será que não há espaço (em algumas situações, por exemplo) para uma postura com um pouco mais de personalidade? Humor? Auto-crítica? A coragem de ser diferente (como a da Nissan, por exemplo) precisa ficar limitada à publicidade? Não seria o caso de pensar se nós, na comunicação corporativa, não estamos atolados em nossa zona de conforto de fórmulas prontas?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-3148283145426558607?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/3148283145426558607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/08/atolados-na-zona-de-conforto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3148283145426558607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3148283145426558607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/08/atolados-na-zona-de-conforto.html' title='Atolados na zona de conforto'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/IMYAG2KNKD4/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-5941136401511829363</id><published>2011-03-14T18:21:00.000-07:00</published><updated>2011-03-14T18:36:14.552-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estilo de vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trânsito'/><title type='text'>A louca balada de causa e efeito (ou como o trânsito finalmente tirou o sono do paulistano)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-TqiQdmxRoWk/TX7A6tpMnWI/AAAAAAAAAKw/m64yOERCPmE/s1600/100_1461.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-TqiQdmxRoWk/TX7A6tpMnWI/AAAAAAAAAKw/m64yOERCPmE/s400/100_1461.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584112702903328098" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Parabéns paulistanos, conseguimos! Em nossa ânsia de usarmos nossos carros como prova de status e diferenciação social estamos levando o problema do transito para uma nova esfera. Whhhaaaalll.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então combinado está. Depois de ficarmos horas presos em ruas engarrafadas, finalmente chegamos em casa para comer, relaxar e... acordarmos no meio da madrugada com o barulho infernal do caminhão entregando comida no supermercado ou, pior, levantando caçambas de entulho ou entregando material em obras pela cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que uma coisa tem a ver com a outra? Tudo. Por conta do excesso de veículos nas ruas, a prefeitura de São Paulo decidiu ampliar o rodízio de veículos no centro estendido da cidade, incluindo a maioria dos caminhões de entregas (leia reportagem &lt;a href="http://oglobo.globo.com/sp/transito/mat/2008/06/29/rodizio_de_caminhoes_comeca_nesta_segunda_em_meio_criticas-547018521.asp"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Assim, boa parte do transporte de cargas pesadas da capital paulista passou a acontecer de noite, de madrugada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou testemunha disso, eu e minha família. Como, por sorte, minha esposa e eu trabalhamos perto um do outro, decidimos mudar para um apartamento próximo aos nossos escritórios. É uma rua pequena e relativamente tranqüila. Exceto pela obra de um novo edifício residencial há uns 30 metros da minha janela. Dia sim dia não, caminhões chegam nos horários mais bizarros para entregar material ou, pior, levar uma das quatro caçambas de entulho que decoram a frente do terreno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que o caminhão chegue 10, 11 da noite. Acordamos muitas vezes às 2 ou 3 da manhã com o barulho da entrega (muitas vezes acompanhado de gritos dos funcionários, rádio alto e algum vizinho exaltado se referindo às progenitoras do motorista). O problema no nosso prédio é tão sério que até fomos personagens de reportagem sobre a lei de silêncio no &lt;a href="http://g1.globo.com/videos/bom-dia-brasil/v/prefeitura-de-sp-fecha-bares-por-causa-do-barulho/1454957/"&gt;Bom Dia Brasil&lt;/a&gt;. Infelizmente não acredito que se trate de um fato isolado nestes tempos de construção civil em alta. Vamos lá, quanto tempo dura uma obra destas? Três, quatro anos? Que tal ficar sem dormir por um período destes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente estamos de parabéns. Nosso estilo de vida está acabando com nossa qualidade de vida. E infelizmente acho que só vamos perceber quando a cidade der um nó. O que parece estar bem perto de acontecer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-5941136401511829363?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/5941136401511829363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/03/louca-balada-de-causa-e-efeito-ou-como.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5941136401511829363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5941136401511829363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/03/louca-balada-de-causa-e-efeito-ou-como.html' title='A louca balada de causa e efeito (ou como o trânsito finalmente tirou o sono do paulistano)'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-TqiQdmxRoWk/TX7A6tpMnWI/AAAAAAAAAKw/m64yOERCPmE/s72-c/100_1461.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-5282072801675581953</id><published>2011-02-23T07:34:00.000-08:00</published><updated>2011-02-23T07:40:08.578-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='e-crise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gerenciamento de Crise'/><title type='text'>Crise de imagem na era digital: preparação em sete passos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-7n2_3XpTmKs/TWUp1CwVokI/AAAAAAAAAKo/KTUqC2jvVuw/s1600/CB%2B025.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-7n2_3XpTmKs/TWUp1CwVokI/AAAAAAAAAKo/KTUqC2jvVuw/s400/CB%2B025.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5576909704817648194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia, com a presença de câmeras em praticamente todos os modelos de telefones celulares, sendo que muitas alem de fotos registram vídeo, somada à explosão das mídias sociais, que permitem a disseminação imediata de conteúdo, gera um novo e explosivo cenário para quem lida com gerenciamento de crise dentro da comunicação corporativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos todos, pessoas físicas e jurídicas, mais expostos. Do xingamento ao barbeiro no trânsito &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/01/memorias-postumas-de-um-rato-de.html"&gt;ao rato na praça de alimentação do shopping&lt;/a&gt;, situações que antes eram isoladas se tornaram passíveis de divulgação em massa. Enquanto alguns clamam que isto gera transparência e exige a melhor postura de todos, outros (&lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/02/insustentavel-leveza-das-crises-nas.html"&gt;entre eles este escriba&lt;/a&gt;) se preocupam com o fim da privacidade e o uso sensacionalista de imagens fora do contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto é que não há mais volta nem espaço para saudosismo barato. Os profissionais de comunicação corporativa devem estar preparados para este incrível mundo novo. Outra realidade inquestionável é que, por melhor que seja a operação, todos estão, em maior ou menor grau, em risco de crise. A diferença é como cada um lida com ela. Com a cara de pau que me é peculiar, listo abaixo alguns possíveis caminhos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Evite situações de crise – óbvio: se já sabemos que todos os nossos atos estão expostos, devemos redobrar o cuidado com eles. Nas empresas, processos e pessoas que se envolvem com o público devem ser checados e aperfeiçoados continuamente. O treinamento constante deve envolver inclusive a “equipe lá da ponta”, que muitas vezes é esquecida. No caso do rato do shopping Iguatemi, por exemplo, eu ouvi muuuitas críticas ao fato do segurança colocar o corpo do roedor morto na lixeira da praça de alimentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Acelere os processos – timming é o nome do jogo em gerenciamento de crise. Da queda do avião ao tiroteio em frente ao centro comercial, a velocidade com que as informações corretas chega aos veículos de comunicação é que fará a diferença entre um desastre de imagem ou a reputação de quem enfrenta e resolve suas crises. Mídias Sociais e a possibilidade de todo e qualquer ser humano gerar conteúdo apenas incrementa a velocidade com que os fatos são divulgados. Crie processos claros e simples para que as informações sejam transmitidas imediatamente do local da crise até a equipe responsável pela estratégia de gerenciamento. Dica: defina pessoas chave para centralizar a coleta e transmissão dos dados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. A regra dos 4 T’s: treine, treine, teste e treine de novo – todos devem saber de antemão como agir. Definidos processos treine periodicamente todos (da chefia aos terceirizados) os envolvidos. Realize simulados sem divulgação prévia para medir a eficiência de cada envolvido. Deixe a máquina pronta e azeitada para a eventualidade de ser ativada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Antecipe cenários – conhecer os telhados de vidro de sua operação é crucial. Coloque-se no lugar do cliente/usuário/colaborador e liste todas as situações negativas que eventualmente podem ocorrer. Reúna os cenários em grupos pela similaridade e desenhe possíveis ações a serem tomadas em cada um. Será mais fácil e, principalmente, rápido, agir numa situação real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Monitore – ao contrario da imprensa, o cidadão comum não vai procurar sua assessoria de imprensa para ouvir o outro lado antes de publicar algo nas redes sociais. Assim, para responder com rapidez é fundamental saber o que se está falando a seu respeito em tempo real. Não espere a crise chegar na imprensa antes de preparar sua estratégia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Esteja presente nas redes – a dinâmica das redes sociais é simples: quanto mais seguidores você tem, maiores as chances de suas mensagens serem transmitidas para um público maior. Se a organização que é alvo de uma crise gerada nas mídias digitais, o ideal seria tentar responder no mesmo espaço, evitando que o processo se alastre. Para isso, porém, é importante já ter presença e manter um dialogo em, digamos, Twitter e Facebook pelo menos. Conquistar fãs que realmente confiem na marca/corporação e ajudem a disseminar suas mensagens faz grande diferença num cenário crítico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Mantenha o dialogo em alto nível – todas as empresas e pessoas que tentaram agir de maneira mais impositiva nas redes sociais só conseguiram ampliar as criticas a seu respeito. Não tente tirar do ar fotos, filmes ou comentários a não ser que tenha um ótimo argumento (segurança de usuários, respeito à imagem de terceiros etc.). Muitas vezes admitir uma falha, mostrando empenho em corrigir processos e  ressarcir lesados, é muito melhor que tentar ocultar a culpa. E ficar calado, normalmente, é assumir toda a responsabilidade, inclusive a que não lhe cabe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-5282072801675581953?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/5282072801675581953/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/02/crise-de-imagem-na-era-digital.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5282072801675581953'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5282072801675581953'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/02/crise-de-imagem-na-era-digital.html' title='Crise de imagem na era digital: preparação em sete passos'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-7n2_3XpTmKs/TWUp1CwVokI/AAAAAAAAAKo/KTUqC2jvVuw/s72-c/CB%2B025.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-905024150532535665</id><published>2011-02-15T01:27:00.000-08:00</published><updated>2011-02-15T01:33:25.608-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='e-crise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gerenciamento de Crise'/><title type='text'>A insustentável leveza das crises nas mídias sociais</title><content type='html'>&lt;iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/bFHOeQKDr7o" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas semanas, na web, significam algo como dois séculos. Mas este foi o tempo que precisei, por questões profissionais e pessoais (nesta ordem) para escrever a prometida continuação do post de 30 de janeiro, &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/01/memorias-postumas-de-um-rato-de.html"&gt;“Memórias Póstumas de um rato de Shopping”&lt;/a&gt;, sobre a forte repercussão na imprensa da cena, postada no You Tube, do rato que surgiu na praça de alimentação do shopping Iguatemi em São Paulo. Se você é uma das milhões e milhões de pessoas que NÃO leram o texto, o ponto era a mudança imposta no gerenciamento de imagem com a disseminação de celulares com câmeras digitais e a rápida distribuição destes conteúdos via redes sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semana passada, quando originalmente deveria ter postado esta continuação, o fato se repetiu, agora de forma mais dramática, em outro shopping paulistano, o Morumbi. Um assalto a joalheria se converteu em tiroteio que gerou pânico no centro comercial. O fato em si não foi registrado mas a web tem imagens de corredores vazios e pessoas buscando refugio apos o incidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, qual a avaliação que se pode fazer, do ponto de vista de imagem corporativa, deste neste novo ambiente onde milhões de câmeras vasculham todos os espaços expondo e ampliando tudo o que acontece em lojas, escolas, teatros, shoppings, aeroportos...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, dirão os convertidos ao novo lindo mundo digital (e eu mesmo sou quase um deles), o que a tecnologia nos impõe é transparência. Estão no solo as barreiras ao acesso e distribuição de informações. Tudo está público. Cada gesto, ato ou falha de pessoa física ou jurídica pode ser registrado e exposto. E, segundo estes, isto é bom, pois reforça a necessidade das entidades e corporações andarem “dentro da linha”. Lindo isso. Mas como quase sempre, há um outro lado. E neste caso é a possibilidade de caças a bruxas, com seus exageros e julgamentos precipitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a imprensa, mesmo a dita séria, cheia de regras, ombudsmans, processos, debates e estudos  acadêmicos comete barbaridades como o&lt;a href="http://oglobo.globo.com/sp/mat/2006/11/13/286621871.asp"&gt; caso da Escola de Base&lt;/a&gt;, o que dizer de nos, meros blogueiros, tuiteiros e portadores de celulares com câmeras embutidas? Imagens fora de contexto podem ser tão enganosas quanto textos de jornais que passam por censura prévia. Logo, entidades, empresas e pessoas físicas devem agir ativamente no sentido de mediar, contextualizar e responder situações como a que envolveram o Iguatemi e o Morumbi. E, num mundo ideal, o público deveria no mínimo se questionar sobre o outro lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente sabemos de saída que a opinião pública não irá agir assim. Estaremos então vivendo, enquanto gestores de comunicação corporativa, uma situação fora de controle? Já há caminhos e melhores práticas no gerenciamento das crises 2.0? Tenho algumas ideias mas, antes de escrever sobre elas num próximo post, gostaria de ler o que você tem a dizer sobre o tema e dividir estes conceitos com todos. Para você, como devemos agir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS - Vou me empenhar para fechar esta trilogia ainda esta semana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-905024150532535665?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/905024150532535665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/02/insustentavel-leveza-das-crises-nas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/905024150532535665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/905024150532535665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/02/insustentavel-leveza-das-crises-nas.html' title='A insustentável leveza das crises nas mídias sociais'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/bFHOeQKDr7o/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-6428203045557156070</id><published>2011-01-30T17:21:00.000-08:00</published><updated>2011-01-30T17:22:37.096-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='e-crise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gerenciamento de Crise'/><title type='text'>Memórias póstumas de um rato de shopping</title><content type='html'>&lt;iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/S2S08C3k1s8" frameborder="0" allowFullScreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que demorou muito para acontecer. Mas, no final da semana passada, o futuro da comunicação corporativa começou. Pelo menos no que se refere a gestão de crises. Em plena luz do dia, um rato apareceu na praça de alimentação do Shopping Iguatemi, considerado um dos mais luxuosos e elitistas do país. A presença do roedor causou tumulto entre os presentes – algumas mulheres subiram nas cadeiras, muitos gritos e alguma confusão. Que terminou com a presença certeira de um segurança do empreendimento. O pobre rato foi dizimado a base de sapatadas e terminou seu rápido minuto de fama no fundo de uma lixeira (segundo uma amiga que é do ramo, o destino final do animal mostra que ainda falta melhorar o treinamento da equipe para situações como esta).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que o falecido camundongo provavelmente não imaginava era seu estrelato póstumo, digno de ex-BBB. A cena da sua presença entre os comensais do shopping, a perseguição que sofreu e seu funestro passamento foram destaque nos principais telejornais do país na mesma noite em que o fato se deu. Enquanto a nova presidenta ainda mantêm a rotina de aparecer às câmaras apenas quando estritamente necessário, o rato do Iguatemi virou estrela do noticiário. Destaque do Jornal Nacional à GloboNews.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como uma cena simplória e inesperada virou notícia na TV? Estariam, para azar dos gestores do shopping, repórteres e cinegrafistas almoçando no Iguatemi naquele exato momento? Não. As imagens foram registradas por um consumidor, uma pessoa comum, usando um aparelho celular, e rapidamente foram compartilhadas com o mundo via YouTube. De lá para as emissoras de TV, foi um pulo, digo, um download.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso do rato do Iguatemi ilustra bem o tamanho dos desafios que os profissionais de comunicação corporativa tem pela frente. O casamento de milhões de câmeras espalhadas pelo país, embutidas em telefones celulares que até crianças carregam em seus bolsos, com o poder de divulgação das mídias sociais cria um cenário em que não existem mais fatos ou imagens que não sejam publicas. É como se, repentinamente, todas as paredes que cercam shoppings, hospitais, escritórios, escolas, lojas, fábricas etc. tenham sido postas abaixo. Pequenos deslizes que antes eram empurrados para baixo do tapete dos fatos privados se tornaram escândalos públicos potenciais. Convenhamos: terá sido a primeira vez na história do país que um rato aparece num shopping (mesmo que no Iguatemi)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande questão é: os gestores de comunicação estão prontos para lidar com esta nova realidade? Como preservar a reputação de instituições, produtos e serviços nesta era do big brother corporativo? Algumas ideias no próximo post.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-6428203045557156070?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/6428203045557156070/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/01/memorias-postumas-de-um-rato-de.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6428203045557156070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6428203045557156070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/01/memorias-postumas-de-um-rato-de.html' title='Memórias póstumas de um rato de shopping'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/S2S08C3k1s8/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-1389974008123260904</id><published>2011-01-11T12:10:00.000-08:00</published><updated>2011-01-11T12:19:54.719-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='imprensa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><title type='text'>WikiLeaks é a pedra no sapato da democracia?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TSy54MeulfI/AAAAAAAAAKY/Nd41FIurAr4/s1600/CB%2B047.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TSy54MeulfI/AAAAAAAAAKY/Nd41FIurAr4/s400/CB%2B047.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561024014969640434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os políticos norte-americanos sempre proferiram uma crença muito grande no poder da liberdade de informação como não apenas um dos pilares a garantir o sistema democrático, mas como importante ferramenta para construir a própria democracia. Nos tempos da guerra fria entre capitalismo e comunismo, no século passado, os manda-chuvas de Washington sempre usaram ativamente veículos de comunicação para ajudar a derrubar regimes autoritários. Assim foi, por exemplo com a “&lt;a href="http://www.rferl.org/info/about/176.html"&gt;Radio Free Europe&lt;/a&gt;”, estação que transmitia para os países socialistas da antiga Europa Oriental, divulgando informações contrárias aos regimes apoiados por Moscou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O advento da internet ampliou esta prática. Se canais tradicionais como o rádio já, na visão norte-americana, aviam contribuído ativamente para derrubar o muro de Berlin, imagine o poder dos e-mails, sites, blogs e redes sociais? Em junho de 2009 o governo Obama teria pedido aos responsáveis pelo Twitter para que postergassem uma pausa de manutenção para não esfriar os protestos contra a &lt;a href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI4173316-EI4802,00-Facebook+e+Twitter+marcaram+o+ano+de+na+internet.html"&gt;reeleição supostamente fraudulenta de Ahmadinejad no Irã&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo muito bonito quando estamos lutando juntos por um mundo melhor (sobe a trilha sonora melosa e entra a imagem da bandeira norte-americana tremulando e crianças sorrindo em ruas ricamente arborizadas com grandes casas sem muros e carros zero na garagem). Mas, e o WikiLeaks?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O serviço na internet que ficou famoso por revelar segredos militares e diplomáticos do governo norte-americano (e, por tabela, de outros países) pode ser avaliado como o cúmulo da liberdade de informação. Afinal, ele está permitindo que o cidadão comum conheça o que seus governantes fazem sem revelar em público, nos bastidores de quartéis e embaixadas. Os bastidores das decisões de líderes democraticamente eleitos e que, por isso mesmo, devem satisfações aos eleitores finalmente vieram à luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande paradoxo é que, diante deste excesso de claridade democrática, o governo dos Estados Unidos, que sempre defendeu a liberdade de imprensa, agora quer &lt;a href=" http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/01/eua-ordenam-que-twitter-entregue-registros-do-wikileaks.html"&gt;repreender&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Assange-teme-ser-condenado-a-morte-nos-EUA.rtp&amp;article=406125&amp;visual=3&amp;layout=10&amp;tm=7"&gt;punir&lt;/a&gt;. Terá a liberdade encontrado seu limite? Será o discurso norte-americano uma falácia? O WikiLeaks realmente ultrapassou a justa barreira que os governos, mesmo os mais democráticos, precisam para proteger algumas informações justamente confidenciais? Talvez a verdade seja uma mistura de tudo isso e muito mais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ideologias à parte, este caso é ótimo para nos levar à reflexão sobre o modelo de liberdade sem limites da internet, seus ganhos e suas perdas. Se, por um lado, temos como nunca acesso a informação em tempo real, por outro nossa privacidade muitas vezes fica ameaçada e a fonte ou veracidade dos dados se torna cada vez mais questionável. Será que conseguiremos nos auto-regular e encontrar sozinhos o equilíbrio ou, como na crise financeira de 2009, a “bolha” vai estourar? Façam suas apostas...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-1389974008123260904?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/1389974008123260904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/01/os-politicos-norte-americanos-sempre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1389974008123260904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1389974008123260904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/01/os-politicos-norte-americanos-sempre.html' title='WikiLeaks é a pedra no sapato da democracia?'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TSy54MeulfI/AAAAAAAAAKY/Nd41FIurAr4/s72-c/CB%2B047.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-5244245370731019832</id><published>2011-01-06T12:22:00.000-08:00</published><updated>2011-01-06T12:29:46.935-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blogs'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><title type='text'>Este blog não foi feito para você, leitor</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TSYl5n-O-aI/AAAAAAAAAKQ/Hiw8AZ3a6EQ/s1600/CB%2B033.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TSYl5n-O-aI/AAAAAAAAAKQ/Hiw8AZ3a6EQ/s400/CB%2B033.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5559172461948238242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pausa forçada no final de 2010 me fez, novamente, questionar a simples existência do CoffeeBreak. Afinal, sejamos sinceros: com a demanda atual de trabalho (que tende a crescer) tanto dentro quanto fora do escritório, cada minuto de tempo “livre” passa a ter um valor inestimável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que me alegro em ver amigos e colegas lendo e comentando estes textos. Melhor ainda descobrir novos contatos por meio das redes sociais.Em alguns momentos dos últimos meses cheguei mesmo a acreditar que algumas mensagens deste blog poderiam fazer sentido para determinadas pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não me iludo. Neste universo digital onde todos somos emissores, a quantidade de informações escrita e divulgada é avassaladoramente enorme. Existem diversos estudos sobre pessoas que sofrem de ansiedade e culpa por não conseguirem dar conta de tudo o que há para se saber. Muito do que é totalmente irrelevante. Dentro deste contexto, e com o número limitado de seguidores fixos, por que diabos continuar gerando mais lixo digital neste espaço?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta é, infelizmente, a mais egoísta possível. Confesso: a grande motivação para continuar empurrando este elefante ladeira acima é que passar a ter este compromisso pessoal foi uma das maiores fontes de aprendizado que já tive desde que completei a faculdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A simples necessidade de buscar assuntos me fez prestar atenção em informações relevantes que garimpo no Twitter, na mídia convencional e em minhas leituras. Passei a carregar um caderno para anotar insights. Descobri outros blogs fantásticos e como há documentos, pesquisas, dados e apresentações geniais de graça na rede. Grandes autores colocam suas ideais na rede. Está tudo ai, pronto para ser usufruído. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ok. Mas se a motivação real é pessoal, se o autor esta pouco se lixando para quem lê, porque não escreve num caderninho e guarda na gaveta?” Existem duas respostas complementares para isso. A primeira: não é bem assim. O autor não está dando de ombros para o leitor. Como escrevi logo no começo, é muito bom receber o retorno e os comentários de quem lê. A segunda parte da resposta é que tornar os textos públicos aumenta o desafio, exige maior atenção e cuidado com a qualidade, o que faz toda a diferença do mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o maior presente que CoffeeBreak me proporcionou e é por isso que voltamos com força total em 2011. Se eu fosse você, começava a escrever um blog hoje mesmo. Recomendo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-5244245370731019832?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/5244245370731019832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/01/este-blog-nao-foi-feito-para-voce.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5244245370731019832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5244245370731019832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/01/este-blog-nao-foi-feito-para-voce.html' title='Este blog não foi feito para você, leitor'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TSYl5n-O-aI/AAAAAAAAAKQ/Hiw8AZ3a6EQ/s72-c/CB%2B033.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-2324715636060890696</id><published>2011-01-03T10:03:00.000-08:00</published><updated>2011-01-03T10:09:22.680-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Tudo o que não escrevi</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TSIQKHjWwdI/AAAAAAAAAKI/P70qIPhKdh0/s1600/CB%2B037.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TSIQKHjWwdI/AAAAAAAAAKI/P70qIPhKdh0/s400/CB%2B037.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558022656140689874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os últimos dois meses de 2010 foram... uma correria insana. Estava soterrado em trabalho, administrando uma reforma e segurando as pontas com as crianças enquanto a mulher encarava uma agenda de várias viagens a trabalho. Tudo isso é, sim, uma desculpa esfarrapada para eu ter sumido completamente das mídias sociais e abandonado o CoffeeBreak. Este é o primeiro post desde 3 de novembro de 2010, vergonha absoluta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante vários momentos pensei em alguns temas para escrever. Mas, no final, sem condições de desenvolver as ideias (que nem são tão boas assim, para começo de conversa), deixei o buraco se alastrar. Ainda sigo sem tempo e sem grandes temas. Assim, decidi juntar num único post de desculpas estes rascunhos. Tudo o que não escrevi deste novembro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das ideias era retomar o tema carro x pedestre, que CoffeeBreak já abordou aqui, aqui e aqui. No final de semana no litoral norte me impressionou a falta de vergonha na cara que temos todos nós, motoristas. Dane-se quem anda a pé, o importante é conseguir parar o veículo em alguma vaga. Mesmo que seja na calçada. Condomínios de luxo e shoppings sofisticados onde o espaço das vagas de visitante é insuficiente e parte dos carros estaciona em pleno passeio. Isso na praia, onde as pessoas deveriam caminhar mais. Sei. O importante é exibir o carro símbolo de status e poder. Certíssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em carro e status, assustador ler na Folha de S.Paulo que os patrições conseguiram resolver o problema de trânsito para curtirem o feriado de final de ano em Floripa: foram de helicóptero. Ótimo. Mas então eles decidiram se locomover na ilha catarinense usando táxi e transporte público, certo? Alugaram um carro? Não, eles pagaram para transportadores levarem seus carros de luxo para a cidade e poderem se exibir parados no trânsito. Patético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro assunto que pensei em explorar foram notícias que ouvi de casos de maus tratos a crianças registradas por câmeras de celulares. Os aparelhos, segundo o noticiário, teriam sido deixados no local por parentes desconfiados. Ótimo. Mas preparem-se (som de tambores rufando, por favor): a era do final da privacidade já chegou. São milhões, bilhões de câmeras espalhados em qualquer canto do mundo. Tudo o que você fizer poderá e provavelmente será registrado por alguém. Não importa se você está na sua casa ou dirigindo seu carro. Por hora temos exemplos do bônus disto – pequenas vítimas de violência doméstica estão mais seguras agora. Mas, o quanto falta para termos uma imagem fora do contexto incriminando um inocente? Aproveitando o exemplo, imaginem uma babá desesperada tentando salvar uma criança que se engasgou após engolir um objeto? Ela sacode o bebê, vira de ponta a cabeça, dá um tapa em suas costas. Imaginem a cena no noticiário, sem o contexto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viram só. Acho que o não escrito era mesmo melhor... que a nova década traga mais e melhor inspiração. Feliz 2011.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-2324715636060890696?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/2324715636060890696/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/01/tudo-o-que-nao-escrevi.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2324715636060890696'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2324715636060890696'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2011/01/tudo-o-que-nao-escrevi.html' title='Tudo o que não escrevi'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TSIQKHjWwdI/AAAAAAAAAKI/P70qIPhKdh0/s72-c/CB%2B037.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-280577366288903617</id><published>2010-11-03T14:07:00.000-07:00</published><updated>2010-11-03T14:10:25.953-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Dia Nacional do Trouxa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TNHPkphGTMI/AAAAAAAAAJ8/CQHcvs7ibgg/s1600/CB+029.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TNHPkphGTMI/AAAAAAAAAJ8/CQHcvs7ibgg/s400/CB+029.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5535433645541969090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inspirado pela temporada de feriados deste final de 2010, CoffeeBreak vem a público propor a criação do Dia Nacional do Trouxa. Afinal, trata-se de uma importante parcela da nossa população, na qual humildemente me incluo, e que merece ser lembrada e homenageada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste nosso Brasil, trouxa é quem para seu carro, mesmo com o sinal aberto, para não fechar o cruzamento. Se bem que trouxa mesmo é quem ainda por cima respeita a faixa de pedestres, enquanto agüenta a buzina enlouquecida dos espertos que não se conformam com seu carro parado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trouxa é quem insiste em votar em pleno feriadão, mesmo que seja em branco, enquanto 20% de sábios se abstêm e correm para a praia. Trouxa é quem separa o lixo reciclável que, provavelmente, será misturado de novo com o lixo orgânico no processo da coleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trouxa é quem paga taxas e encara processos burocráticos porque acha que a corrupção começa com o guarda de trânsito e o jeitinho nosso de cada dia. Trouxa é quem acha que mais vale uma estação do metro na porta de casa do que um bairro reservado aos ricos e bem nascidos que não podem se locomover pois não há mais espaço no transito (se bem que há saída para isso: como tem muito carro na rua, vamos aumentar o preço dos veículos e impedir que a gentalha tenha acesso fácil a este diferencial de classes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trouxa não compra ingresso de cambista. Não para em fila dupla. Manda os filhos usarem transporte público. Não compra DVD pirata. É usuário de qualquer uma das empresas brasileiras de telefonia celular ou telecomunicações em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trouxa sou eu, que “invisto” meu tempo escrevendo estas linhas de protesto que não irão mudar a realidade. Trouxa é você que está lendo isto. Um viva a nós, trouxas. Que venha nossa data nacional.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-280577366288903617?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/280577366288903617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/11/dia-nacional-do-trouxa.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/280577366288903617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/280577366288903617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/11/dia-nacional-do-trouxa.html' title='Dia Nacional do Trouxa'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TNHPkphGTMI/AAAAAAAAAJ8/CQHcvs7ibgg/s72-c/CB+029.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-1038554476272529833</id><published>2010-10-27T14:45:00.000-07:00</published><updated>2010-10-27T14:48:45.925-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Erro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Compartilhamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><title type='text'>Medo de errar? Então você já errou!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TMieM_1OipI/AAAAAAAAAJ0/FlqcNU-R8wM/s1600/100_2252.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TMieM_1OipI/AAAAAAAAAJ0/FlqcNU-R8wM/s400/100_2252.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5532846088354957970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Converse com qualquer profissional cuja carreira já passou dos estágios iniciais e o discurso será, com pequenas variações, o mesmo: “estou em busca de novos desafios, de aprender mais, a remuneração é secundária, resultado do trabalho, blá-blá-blá”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois vivemos um paradoxo. Ou esta postura é absolutamente hipócrita, conversa para boi dormir, ou, pior, ainda não entendemos que o aprendizado passa, necessariamente, pelo erro. Afinal, se estamos todos aqui trabalhando com foco no nosso desenvolvimento, como justificar nossa cultura de medo em assumir erros e aprender com eles?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fred Brooks, uma lenda viva da engenharia de software dos EUA, resumiu recentemente o conceito na &lt;a href="http://www.wired.com/magazine/2010/07/ff_fred_brooks/"&gt;Wired&lt;/a&gt;. Para ele, você pode aprender muito mais com a falha do que com o sucesso. Enquanto o primeiro te obriga a encarar a realidade e rever ideias, processos e atitudes, o segundo pode mascarar várias pequenas imperfeições. Poderia ser melhorado mas, como está funcionando, você acha que está bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, a ideia não é ser desleixado ou errar propositadamente. Mas assumir mais riscos, sem cair na armadilha imobilista do perfeccionismo. E, quando errar, encarar a situação como uma rica oportunidade de aprender, sem medo de enxergar a verdade. No lugar da busca por culpados, de tentar simplesmente se isentar, avaliar o cenário, buscar os fatores envolvidos na falha e mudar efetivamente a atitude e processos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos nos inspirar nos chineses. No início desta semana estava, por razões profissionais, no Salão do Automóvel de São Paulo. Dezenas de chineses andavam por todos os lados, fotografando e anotando tudo, do Buffet oferecido nas coletivas de imprensa à decoração dos stands. Estão aprendendo. Os primeiros carros de suas marcas ainda são toscos, quebram a toa e, mesmo baratos, vão encalhar nas lojas. Em quanto tempo eles vão transformar estes erros crassos em um caso de sucesso avassalador?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-1038554476272529833?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/1038554476272529833/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/10/medo-de-errar-entao-voce-ja-errou.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1038554476272529833'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1038554476272529833'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/10/medo-de-errar-entao-voce-ja-errou.html' title='Medo de errar? Então você já errou!'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TMieM_1OipI/AAAAAAAAAJ0/FlqcNU-R8wM/s72-c/100_2252.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-3990006930300713841</id><published>2010-10-20T02:28:00.001-07:00</published><updated>2010-10-20T02:32:13.845-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>“Como é bom estar vivo”</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TL63BiUTGVI/AAAAAAAAAJM/AVRkC1NUyNA/s1600/100_2264.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TL63BiUTGVI/AAAAAAAAAJM/AVRkC1NUyNA/s400/100_2264.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5530058629477243218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este texto é uma homenagem a um grande amigo. Como não há muito não posto nada no CoffeeBreak e não terei tempo de esperar que ele leia isto e consinta, opto por não citar seu nome – quem o conhece vai saber na hora de quem se trata, ou já matou pelo título do post. Vamos chamar-lo apenas de Cé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convivi muito pouco com meu pai. Assim, meus principais mentores foram chefes, autores, clientes (sim, convivi, mesmo que rapidamente, com grandes executivos e líderes de todos os tipos), minha mulher e colegas. Entre estes últimos, o Cé é daqueles que cada dia fazem mais diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma pessoa peculiar, diferenciada, o que em si já é um exemplo. Também por isso, o Cé não é unanimidade. Não. Acho mesmo que, neste nosso universo corporativo muitas vezes tão atrasado quando o debate sobre homofobia e aborto na atual campanha para presidente, o Cé é um incompreendido. Um outsider. Pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criativo e bem humorado, ele estava a maior parte do tempo rindo, feliz. Cumprimenta todos que encontra e não perde uma oportunidade de começar uma nova conversa, uma nova amizade. O Cé é daquelas pessoas que a moça que pesa o prato no restaurante a quilo conhece pelo nome – juro, já testemunhei uma delas discutir com ele se deveria ou não terminar com o namorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Cé é inventor de piadas que, muitas vezes, não tem a menor graça para a maioria dos ouvintes. Não importa. Ele a conta de novo e, sem esperar a reação da platéia, começa a rir com tanta graça que logo todos o acompanham. E a repetição do tema, em si, se torna a grande piada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as milhares de histórias em torno de seu nome, há a das tiradas de humor junto a clientes corporativos em reuniões de trabalho. Alguns o criticam por isso, e não dá para dizer que ele sempre se deu bem. Mas acho que ele sacou algo mais profundo sobre as relações pessoais. Corajoso, não tem medo de se passar por tolo, pois sabe o valor de um sorriso. Já o vi desarmar executivo feroz e virar o jogo depois de uma piada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De manhã, animado, dá bom dia a todos. E, quando percebe que o clima não está nenhuma maravilha, solta seu “como é bom estar vivo”, tentando lembrar que há um mundo lá fora e coisas mais importantes que a importância que damos a nós mesmos e nossos medíocres problemas profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não. O Cé não é perfeito. Já o vi de mal humor, inseguro e achando que as coisas não iriam dar certo. Disse que estava ficando velho e impaciente com a bagunça dos filhos no apartamento, com as coisas fora do lugar. Mas, na maior parte do tempo, ele estava com seu sorriso de garoto acreditando que, apesar de tudo, no final podemos rir, então valeu a pena. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, perguntei a ele de onde vinha tanto otimismo e cordialidade. E então ele me revelou seu segredo: “não é natural não Gui! Me dá um trabalho danado levantar de manhã e colocar este sorriso no rosto, superar o mal humor e tentar pegar leve.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi então que percebi que todos podemos ser um pouco Cé, com mais leveza, alegria e inspiração em nossas vidas, não permitir que a loucura do trabalho apague nossa vida. Não. Colocar vida no trabalho e se divertir com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente não trabalho mais com o Cé – ele recebeu uma proposta irrecusável para voltar para a redação. Há alguns meses, me encontrei com ele num café e fiz questão de agradecer tudo o que aprendi com ele e, ainda hoje, tento colocar em prática na minha vida. Hoje achei que deveria dividir isto com quem perde seu tempo lendo este texto. Que o exemplo do Cé nos inspire.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-3990006930300713841?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/3990006930300713841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/10/como-e-bom-estar-vivo.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3990006930300713841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3990006930300713841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/10/como-e-bom-estar-vivo.html' title='“Como é bom estar vivo”'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TL63BiUTGVI/AAAAAAAAAJM/AVRkC1NUyNA/s72-c/100_2264.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-5015039922698104165</id><published>2010-10-03T18:53:00.000-07:00</published><updated>2010-10-03T19:04:50.527-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><title type='text'>Inovação dentro da caixa?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TKk2LWx4wNI/AAAAAAAAAJE/CCVsUuQaOpE/s1600/IMG_0372.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TKk2LWx4wNI/AAAAAAAAAJE/CCVsUuQaOpE/s400/IMG_0372.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5524005986667905234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro aos fatos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Na edição de setembro da Wired norte-americana, seu editor-chefe, Chris Anderson, levanta a tese, fundamentada em dados, de que a internet como &lt;a href="http://www.wired.com/magazine/2010/08/ff_webrip/"&gt;a conhecemos está em crise&lt;/a&gt;. Aplicações fechadas em aparelhos como iPhone, iPad, televisores e outros já registram maior uso de banda na rede do que os convencionais endereços www. Isto significa que, ao invés de navegar livremente pela web, estamos usando serviços baseados na internet mas fechados. O Facebook, maior rede social do mundo é um exemplo. Twitter, Skype e YouTube são outros. Quanto mais gente tem acesso à internet, mais buscam serviços fáceis e práticos, porém restritos e cobrados. O conteúdo editorial de jornais e revistas, que quase faliram com os sites grátis e que agora correm em debandada para os leitores digitais como Kindle e iPad são o melhor exemplo. O sonho geek de tudo de graça para todos numa rede sem limites está perdendo terreno para o sistema convencional de pagar pelo que se quer. A culpa? Nossa mesmo, pois queremos rapidez, segurança e qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Na sua edição de setembro,  a Época Negócios apresenta sua segunda lista de empresas mais inovadoras do Brasil. Desta vez, porém, houve uma mudança na metodologia. Adotaram parceria com a consultoria A.T. Kearney e trouxeram para cá o prêmio Best Innovator. O resultado foi uma lista radicalmente diferente da anterior. Afinal, o Best Innovator dá grande peso a como as empresas se estruturam para criar processos de inovação e quantos destes projetos chegam ao consumidor com retorno financeiro. Em linhas gerais, são premiadas empresas que conseguem transformar inovação em lucro. Ou seja, criar novidades se torna um processo, como a qualidade e o controle de estoque. As frases de Alfred Hackenberger, presidente da BASF (cuja divisão de tintas ficou em segundo na lista) para a América do Sul são emblemáticas desta forma de pensar inovação: “Ideia que não gera lucro é invenção” e “inovar não significa ter liberdade total”, disse ele na reportagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora as análises:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Copo meio cheio:&lt;/span&gt; este é o processo tradicional do capitalismo que acaba incorporando seus críticos. Quantos artistas radicais e rebeldes de ontem não se tornaram os novos campeões de vendas de hoje? A troca de músicas via pirataria está perdendo espaço para a venda barata de faixas no iTunes. A criação de novidades se tornou tão importante no mundo corporativo que hoje já se organizam formas para incorporar este procedimento, de forma padronizada, aos demais fluxos organizacionais e gerenciais das grandes empresas. E com bons resultados. Não há mais volta. A sociedade é digital, quer melhorias constantes, novidades e serviços que funcionem de forma simples e pratica sem pagar muito por isto. Ótimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Copo meio vazio&lt;/span&gt;: preconceitos à parte, tenho um pouco de medo de tornar a criação um processo. Não que inovar seja simplesmente lidar com o caos em estado bruto. Mas acredito que ao se organiza demais a geração de novidades e seus filtros, pode-se dar um tiro no pé. Inovar depende de um olhar novo, de uma mistura de concentração com divagação, da busca de referências em outros campos, de experiências diversas. Vai ser preciso muito esforço para encontrar um equilíbrio entre o processo corporativo e a manutenção deste frescor, desta vontade de pensar alem. Estamos colocando a inovação dentro da caixa?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-5015039922698104165?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/5015039922698104165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/10/inovacao-dentro-da-caixa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5015039922698104165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5015039922698104165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/10/inovacao-dentro-da-caixa.html' title='Inovação dentro da caixa?'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TKk2LWx4wNI/AAAAAAAAAJE/CCVsUuQaOpE/s72-c/IMG_0372.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-1707834100160095943</id><published>2010-09-25T06:19:00.000-07:00</published><updated>2010-09-25T06:30:00.910-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Compartilhamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>A nova fronteira do compartilhamento na Internet</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TJ34g6ISQBI/AAAAAAAAAI8/EQhbhz3cUWA/s1600/Imagem+536.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TJ34g6ISQBI/AAAAAAAAAI8/EQhbhz3cUWA/s400/Imagem+536.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5520841962469605394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas grandes tendências parecem hoje apontar o nosso futuro: a massificação do uso da tecnologia digital, em especial a baseada na troca de dados por meio da internet, e uma maior conscientização sobre a importância de se conservar nosso planeta e preservar seus recursos naturais. Tomara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante notar que as duas podem se unir e gerar uma forte sinergia. As redes sociais tem sido forte fator de divulgação de conceitos inovadores no que se trata de buscar uma relação mais sadia com nosso meio ambiente. A tecnologia tem permitido desenvolver produtos como os leitores digitais que, no médio prazo, podem reduzir drasticamente o corte de árvores para produção de livros e revistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas talvez uma das possibilidades mais interessantes a ainda menos aproveitadas deste casamento seja o compartilhamento de bens físicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Wired de Setembro, &lt;a href="http://www.wired.com/magazine/2010/08/st_thompson_property/"&gt;Clive Thompson&lt;/a&gt; (sempre ele) conta o caso do francês Gary Cige que precisavam de uma furadeira para um trabalho rápido. Comprar uma para usar apenas por meia hora parecia desperdício (além do que, era domingo e as lojas estavam fechadas). Então ele percebeu que estava cercado de furadeiras, guardadas nas garagem das casas a seu redor, mas nenhuma delas estava a seu alcance. Nasceu assim o Zilog, serviço que, usando a dinâmica das comunidades digitais permite o aluguel rápido e barato de quinquilharias que compramos para usar de vez em quando – ou mesmo do carro que o vizinho vai deixar na garagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelos números apresentados por Clive, a ideia pegou. O Zilog tem mais de 150 mil itens disponíveis para aluguel e registra media de seis mil transações por mês. Mais, é o serviço de aluguel de carros de maior crescimento na internet francesa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o ponto aqui, para mim, não é apenas de empreendedorismo, ou de conseguir alguns trocados a mais alugando as coisas que você tem e não usa todos os dias. A grande questão é que ações como esta permitem um passo à frente no tal consumo consciente. Já parou para pensar no tanto de coisas que você compra e ficam paradas na sua casa? A web é uma ótima maneira de fazer estes objetos circularem e atenderem a necessidade de outras pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O formato das redes sociais, onde podemos conhecer a reputação de um desconhecido ou mesmo encontrar algum amigo em comum que possa fazer a “ponte” virtual ajuda a quebrar a barreira da desconfiança. Quem já usou o Mercado Livre, por exemplo, percebe o quanto estas ferramentas permitem aproximar e gerar negócios entre estranhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na &lt;a href="http://www.xcomunicacao.com.br/"&gt;XPress&lt;/a&gt;, onde trabalho, estamos construindo, com base na intranet, um serviço interno que permitirá aos colegas emprestarem DVDs, Livros e Cds. Cada um lista seus itens e quem quiser ver determinado filme simplesmente pede. O sistema vai ajudar o dono a saber com quem está o material e desde quando. A proposta é dividir cultura e conhecimento pela agência, matéria prima básica da criatividade. E colocar para circular o material que fica parado na estante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é apenas um exemplo do muito que pode ser feito para, inovando um pouco, aproveitar as redes digitais e gerar uma nova postura de dividir, não apenas informação, mas o acesso a produtos e serviços. Seu bolso e a natureza agradecem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-1707834100160095943?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/1707834100160095943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/09/nova-fronteira-do-compartilhamento-na.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1707834100160095943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1707834100160095943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/09/nova-fronteira-do-compartilhamento-na.html' title='A nova fronteira do compartilhamento na Internet'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TJ34g6ISQBI/AAAAAAAAAI8/EQhbhz3cUWA/s72-c/Imagem+536.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-5283635565413386310</id><published>2010-09-15T15:41:00.000-07:00</published><updated>2010-09-15T15:48:42.244-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Foco'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><title type='text'>Desliga este micro e vai pensar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TJFM9fAwazI/AAAAAAAAAI0/XsYFIWL1-Aw/s1600/100_2267.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TJFM9fAwazI/AAAAAAAAAI0/XsYFIWL1-Aw/s400/100_2267.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5517275637685971762" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ia deixar o assunto de lado por um tempo, mas ele veio ao meu encontro. Então correrei o risco de ser repetitivamente chato. Mas o motivo compensa. Quinta passada, em sua coluna semanal na Folha, o escritor e psicólogo Contardo Calligris, uma de minhas referências, abordou a importância da divagação para inovar. Vale citar: “Usando apenas o ‘controle executivo’ focado, conseguiremos cumprir adequadamente (mesmo assim, à condição de que não haja imprevistos), mas não inventaremos nada. A própria invenção científica (não só a criação artística) pede um uso simultâneo de controle executivo e divagação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No &lt;a href="http://contardocalligaris.blogspot.com/2010/09/leia-com-atencao-ou-nao.html"&gt;texto&lt;/a&gt;, Contardo lembra que o próprio Freud recomendava que, numa sessão de psicanálise, “os pacientes fossem escutados com atenção flutuante”. Segundo ele, a chave que leva nossa mente a encontrar a solução inovadora normalmente está em contexto diferente do problema a ser solucionado. Sim, as grandes invenções juntam elementos e conceitos que normalmente não estariam juntos. Ao focar apenas na questão, estaríamos barrando “pensamentos estrangeiros” onde pode estar o gatilho da criação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo oferece ainda links para duas pesquisas científicas sobre o tema (um &lt;a href="http://www.migre.me/1aZZu "&gt;aqui&lt;/a&gt;, outro &lt;a href="httpwww.migre.me/1b57h"&gt;aqui&lt;/a&gt;). A ciência, vale dizer, está mesmo enveredando pelo tema. Ainda na Folha, mas no seu encarte do The New York Times de 23 de agosto, que publicou como principal artigo reportagem sobre um grupo de neurocientistas dos Estados Unidos que decidiram experimentar na pratica os benefícios de desligar o cérebro do mundo digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles ficaram uma semana sem qualquer equipamento eletrônico no meio de um parque natural para entender como o excesso de estímulos digitais está mexendo com nossa atenção. Como um computador, temos um espaço aparentemente limitado em nossa mente para as atividades conscientes, a memória de trabalho. A tese destes pesquisadores é de que a ansiedade gerada pelos impulsos digitais – muitos ficam nervosamente esperando o que trará o próximo e-mail – estaria tomando parte significativa do espaço que poderia ser destinado ao raciocínio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não há conclusões mas, segundo o texto os estudiosos perceberam na prática a diferença depois da semana que passaram desligados e estariam “aptos a recomendar um pouco de tempo ocioso como sendo o caminho para um pensamento mais ordenado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao Contardo, ele encerra o texto dele sugerindo que se reveja nossa “hipervalorização da atenção focada”. Sugere o equilíbrio (sempre ele) entre foco e devaneio. Já eu sugiro que você desligue este computador e vá tomar um café. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, te peguei. O que você ainda está fazendo aqui? Bom teimoso(a), se não vai desligar, aproveite e leia outros textos do CoffeeBreak sobre o tema:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/08/excesso-de-foco-tira-criatividade.html"&gt;Excesso de foco tira criatividade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/07/teorias-coffeebreak-perder-o-foco-e.html"&gt;Teorias CoffeeBreak: perder o foco é deixar a mente preencher as lacunas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/07/pesquisadores-comprovam-coffeebreak.html"&gt;Pesquisadores comprovam: CoffeeBreak pode ter razão&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-5283635565413386310?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/5283635565413386310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/09/desliga-este-micro-e-vai-pensar.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5283635565413386310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5283635565413386310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/09/desliga-este-micro-e-vai-pensar.html' title='Desliga este micro e vai pensar'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TJFM9fAwazI/AAAAAAAAAI0/XsYFIWL1-Aw/s72-c/100_2267.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-26737625446407267</id><published>2010-09-14T08:53:00.000-07:00</published><updated>2010-09-14T08:57:21.726-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Case Inovação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Pensar é moer, moer é pensar</title><content type='html'>&lt;object width="640" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Zwtf1bSLKks?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Zwtf1bSLKks?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cinema nacional parece finalmente acordar para os novos tempos. Fiquei muito bem impressionado com “Reflexões de um Liquidificador” não apenas pelo filme em si (uma bela e curta comedia de costumes falsamente despretensiosa) mas por toda a ação desenvolvida em torno dele. Pelo menos aqui em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como costuma acontecer, meu primeiro contato com o filme foi o trailer que, preciso confessar, não me fez colocar a película (ainda se pode chamar um filme de película?) na lista de próximas a serem assistidas. Minha mulher, que estava comigo, se entusiasmou ainda menos. É importante notar que costumamos dar preferência às produções nacionais e que temos em casa, por exemplo, o DVD do ótimo “Saneamento Básico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Reflexões” tinha tudo para cair no esquecimento até que um dia, checando novos seguidores no Twitter, dei de cara com o perfil &lt;a href="http://twitter.com/oliquidificador"&gt;@oliquidificador&lt;/a&gt; . Sim era ele, o personagem principal do filme, levando suas reflexões insólitas às redes sociais. Percebi então que havia algo mais naquela história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa tarde de emenda de feriado decidi finalmente assistir “Reflexões de um Liquidificador”. Saltei do metro na Paulista e desci até o Espaço Unibanco da rua Augusta. Enquanto esperava na fila da bilheteria, outra surpresa: todo o cinema estava “vestido” com o tema da fita. Mais que isso: um cartaz apresentava a programação paralela do filme: curta-metragens abrindo as sessões, descontos para os horários da tarde e apresentações diárias de stand-up comedy no final do último horário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bingo! Transformaram a exibição num evento maior, agregando outros elementos, inclusive do teatro, gerando conteúdo para divulgação e ampliando a visibilidade do filme. Para complementar, o trabalho no Twitter busca causar estranhamento e gerar o boca-a-boca entre os formadores de opinião (sem cair no lugar comum de ficar divulgando horários e endereços das sessões etc.). Finalmente uma estratégia abrangente e inteligente de comunicação para o cinema nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os resultados? Bom, depende da expectativa. “Reflexões de um Liquidificador” não é o novo “Se eu fosse Você” e está longe dos primeiros postos da bilheteria brasileira. Mas está a várias semanas em cartaz em São Paulo e, no dia em que fui, com a sala cheia. O perfil do Twitter tem pouco mais de 300 seguidores, mas acho que o foco é mais qualidade do que quantidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha opinião, vendo de fora, é de que faltou um pouco de verba para divulgar melhor este trabalho. Pesquisando na Internet, por exemplo, não achei em lugar nenhum informações sobre a programação paralela no Espaço Unibanco. Se eu não tivesse ido ao local, talvez jamais tomasse conhecimento disso. Também acho que o liquidificador poderia ser mais ousado. Pedi a eles uma entrevista para o blog da &lt;a href="http://xcomunicacao.com.br/"&gt;XPress&lt;/a&gt; e, depois de aceitarem receber os dados sobre quem iria falar com “ele” jamais entraram em contato. Uma pena, pois uma estratégia tão diferenciada não merece morrer na praia. Afinal, “pensar é moer, moer é pensar”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-26737625446407267?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/26737625446407267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/09/o-cinema-nacional-parece-finalmente.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/26737625446407267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/26737625446407267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/09/o-cinema-nacional-parece-finalmente.html' title='Pensar é moer, moer é pensar'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-3432928030848903061</id><published>2010-09-02T15:33:00.000-07:00</published><updated>2010-09-02T15:39:46.080-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TV'/><title type='text'>A TV do futuro tem cauda longa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TIAnWr3hwaI/AAAAAAAAAIs/yoreMqeFLc4/s1600/100_2266.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TIAnWr3hwaI/AAAAAAAAAIs/yoreMqeFLc4/s400/100_2266.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5512449214587716002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TV mudou. Mas continua a mesma. Nesta época em que tantos profetas garantem que as novas tecnologias baseadas na internet e no maior poder de processamento de dados de nossos equipamentos eletrônicos vai eliminar todos os veículos de mídia, sobrou até para a velha e boa telinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o crescimento da banda larga em países como os Estados Unidos, diversos serviços prometem entregar, nos computadores, conteúdo e entretenimento que pode substituir as emissoras tal qual as conhecemos hoje. Boxee, Google TV, Apple's iTV e mesmo a pirataria via BitTorrent oferecem filmes, séries e especiais a preços módicos ou simplesmente de graça. Além disso, agregam a comodidade de serem assistidos no momento em que o telespectador desejar, e não dentro de uma grade de horários definida pela emissora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu blog no Estadão.com, Rodrigo Martins cita pesquisa do instituto norte-americano PEW que aponta queda de importância da TV para o público daquele país. Segundo a enquete, a caixinha mágica é prioridade de consumo para 42% das pessoas. Este índice era de 64% há quatro anos. Após rápida enquete em seu Facebook, o Rodrigo avalia que muitos estão trocando a TV por vídeos no YouTube ou mesmo pelo velho e bom rádio. Interessante notar que, nos últimos anos, a audiência geral da TV no Brasil (número de aparelhos ligados) vem caindo de forma contínua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra pesquisa norte-americana, porém, indica outro caminho. Segundo o site Gizmodo, pesquisa conduzida pelo New York Times e CBS News apontaram que 88% dos entrevistados no país do norte ainda são assinantes de TV a Cabo. Para o Gizmodo, o que fideliza o telespectador são programas esportivos ao vivo, o desejo de assistir os capítulos de algumas séries em primeira mão, a diversão gerada por simplesmente mudar de canais aleatoriamente e a (ainda) falta de qualidade nos vídeos longos acompanhados ao vivo na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o que estejamos testemunhando seja a chegada da era da abundância à comunicação audiovisual. Ok, a TV a cabo já entrega mais de 500 canais hoje aos telespectadores norte-americanos. Mas a web não está se configurando como um competidor e sim como uma fonte de ainda mais opções. E, na média, o que o público está fazendo é ficando com tudo – mesmo que dividindo seu tempo entre as diversas possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fenômeno atinge a ponta da produção. Seguindo o roteiro do efeito “cauda longa” descrito por Chris Anderson, a possibilidade de distribuição barata e ilimitada amplia o leque de conteúdos ofertados. E, seguindo esta tendência, diversas marcas se adiantam para gerar ou patrocinar conteúdo relevante para seus públicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encarte do The New York Times na Folha de S.Paulo da semana passada relata o caso de uma série criada para ser exibida na web sobre o cotidiano de uma trabalhadora comum que é patrocinada pela rede Ikea (aonde trabalha a personagem principal). Os episódios são um sucesso, com mais de 1,5 milhões de acessos mês. Aqui mesmo no Brasil, mas na TV aberta, a Nestlé patrocina e participa do conteúdo da inovadora série “Tô Frito”, exibida na Band e MTV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os otimistas olharão o copo meio cheio e dirão que teremos cada vez mais conteúdo disponível quando e onde desejarmos. Os pessimistas dirão que vai haver cada vez mais lixo circulando, num tipo de “poluição cultural” que vai gerar idiotas digitais. E os inseguros continuarão ligando na mesma emissora aberta de sempre. Bom ou ruim, o futuro já começou. Faça bom proveito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-3432928030848903061?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/3432928030848903061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/09/tv-do-futuro-tem-cauda-longa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3432928030848903061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3432928030848903061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/09/tv-do-futuro-tem-cauda-longa.html' title='A TV do futuro tem cauda longa'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TIAnWr3hwaI/AAAAAAAAAIs/yoreMqeFLc4/s72-c/100_2266.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-3663244297207838016</id><published>2010-08-26T14:32:00.000-07:00</published><updated>2010-08-26T14:35:45.769-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ficção'/><title type='text'>Ficções CoffeeBreak: Notas para um roteiro de cinema</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/THbd_iasTZI/AAAAAAAAAIc/_rccKM6vbMI/s1600/galo+morto.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/THbd_iasTZI/AAAAAAAAAIc/_rccKM6vbMI/s400/galo+morto.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509835277774638482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comédia romântica tem estrutura simples. Pai inconformado com a escolha de sua filha desenvolve o plano perfeito. Conhecedor privilegiado de todos os desejos, vontades, manias e manhas da garota, vai usar estas informações para orientar o pretendente que ele, e não ela, elegeu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda melhor. Como toda a operação acontecerá em sigilo, o pai será ainda testemunha das diversas reações da moça e, assim,  determinará ações táticas especiais – chocolates exatamente quando ela estiver triste ou uma serenata na noite em que brigou com o (ainda) namorado oficial. Não tem como errar, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A graça, claro, virá das descobertas que o pai fará sobre sua menina. Ao contrário do que imagina, ele sabe muito pouco sobre sua intimidade. O conflito entre a visão romântica e ingênua que o personagem principal tem de sua prole e a realidade dos desejos e impulsos femininos podem render situações risíveis, em especial quando abordarmos como o progenitor fantasia (ou não) a vida sexual da jovem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com este ponto de partida,  o leitor pode imaginar diversas cenas envolvendo o pai, sua filha, o namorado da filha e o pretendente patrocinado pelo pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como em boa parte da atual produção cinematográfica, temos duas versões para o final. O primeiro, alinhado com a tradição da comédia norte-americana, é feliz. O desalinho entre como o pai via a filha e a realidade faz com que, no último minuto, ela opte por manter o relacionamento com o namorado que sempre amou. Ao ver a felicidade da garota, o pai confessa que, no fundo, esteve menos presente na vida dela do que deveria. O pretendente que ele queria ver vencedor, claro, se revela um célere odioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O final dramático, tipo cinema-cabeça-europeu é mais complexo. O esquema funciona e a garota se casa com o homem que seu pai ajudou. Se torna miseravelmente infeliz. Atormentado, o progenitor busca o rapaz que ele conseguiu afastar de sua prole. Sim, ele havia se tornado um perdedor, imerso em drogas e álcool. Quando o pai começava a se sentir aliviado, afinal, a frustração da garota seguramente seria ainda maior com este energúmeno, uma conversa com o dito cujo mostra que a separação foi crucial para levar o rapaz ao atoleiro atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cena final se passa alguns anos depois. Numa festa de fim de ano, a filha revela que havia percebido toda a armação mas que, até por isso, optou por trocar o namorado pelo pretendente: teve medo de decepcionar o pai que tanto amava e respeitava. O olhar de terror do pai ao descobrir o sacrifício consciente da garota encerra a projeção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIM&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-3663244297207838016?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/3663244297207838016/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/08/ficcoes-coffeebreak-notas-para-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3663244297207838016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3663244297207838016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/08/ficcoes-coffeebreak-notas-para-um.html' title='Ficções CoffeeBreak: Notas para um roteiro de cinema'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/THbd_iasTZI/AAAAAAAAAIc/_rccKM6vbMI/s72-c/galo+morto.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-2491842840565876099</id><published>2010-08-21T18:07:00.000-07:00</published><updated>2010-08-21T18:16:18.966-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Bem vindo à era da complexidade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/THB5ZgzdB2I/AAAAAAAAAIU/LoNjqFVqy38/s1600/IMG_0298.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/THB5ZgzdB2I/AAAAAAAAAIU/LoNjqFVqy38/s400/IMG_0298.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5508035823483553634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Complexidade é o nome do jogo a ser jogado a partir de agora. Quanto mais a ciência e a tecnologia avançam, mais o óbvio fica claro: quase nada é tão simples quanto parece. Da obesidade ao resultado de nossos projetos profissionais, a quantidade de fatores envolvidos para gerar determinado efeito é enorme. E, para deixar as coisas mais divertidas, os vários elementos envolvidos interagem entre si e o resultado final é uma delicada trama onde todos tem um importante papel enquanto grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom exemplo vem da genética. Alguns anos atrás, quando cientistas começaram o trabalho de seqüênciar o DNA de diversos animais, entre eles o Homem, a expectativa era de que este mapeamento iria permitir, por exemplo, programar como nossos filhos seriam – a cor dos olhos, cabelo, pele, altura etc. A lógica parecia então irretocável. Sabendo qual gene é responsável por cada característica, seria possível “ler” como um embrião seria e, claro, mudar os genes que fossem necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente a realidade é bem mais complexa. Não é apenas um, mas sim um conjunto de genes que determina cada característica. E a interação entre eles ainda é desconhecida para a ciência. Precisamos começar a pensar muito além da velha fórmula de causa e efeito. A realidade, muitas vezes, é contra-intuitiva e desafia nossa visão simplista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sempre seminal Clive Thompson, num &lt;a href="http://www.wired.com/magazine/2010/04/st_thompson_statistics/"&gt;artigo para a Wired de Abril &lt;/a&gt;deste ano, aborda bem a questão a partir de um exemplo diferente. O último inverno foi especialmente rigoroso nos Estados Unidos. Com tamanhas tempestades de neve, muitos analistas começaram a questionar o aquecimento global. Afinal, as temperaturas não estavam aumentando? A resposta neste caso nem é tão complicada. A análise da tendência de temperatura deve ser feita no longo prazo, a partir de dados estatísticos de décadas, e não apenas a partir do curto prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Thompson, a saída é aprender a ler estatística. Nunca antes o Homem teve acesso a tamanha quantidade de dados. Algoritmos em máquinas cada vez mais rápidas e potentes tentam ordenar estas informações. A matemática enxerga ordem no caos (vide o fenômeno da Cauda Longa) e o que nos resta é aprender a enxergar mais longe do que o senso comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem trabalha com comunicação, o desafio é ainda maior. Para tornar uma informação fácil de ser compreendida para um público mais amplo, o comunicador normalmente tenta simplificar conceitos. Neste processo, um dos filtros mais importantes é exatamente o senso comum, paraíso de populistas e manipuladores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há resposta pronta para esta questão. Apenas a certeza de que é preciso apurar o olhar e abrir a mente para questionar, em especial as soluções fáceis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-2491842840565876099?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/2491842840565876099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/08/bem-vindo-era-da-complexidade.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2491842840565876099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2491842840565876099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/08/bem-vindo-era-da-complexidade.html' title='Bem vindo à era da complexidade'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/THB5ZgzdB2I/AAAAAAAAAIU/LoNjqFVqy38/s72-c/IMG_0298.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-1659318000746660533</id><published>2010-08-08T14:38:00.000-07:00</published><updated>2010-08-08T14:40:14.492-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Descobertas CoffeeBreak: pires é o culpado pelo aquecimento global</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TF8kM79yMcI/AAAAAAAAAIM/dyy-qv0pxOo/s1600/bavaria_cups_s-thumb.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TF8kM79yMcI/AAAAAAAAAIM/dyy-qv0pxOo/s400/bavaria_cups_s-thumb.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5503157074343899586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomando café da manhã num hotel, pego uma xícara grande na pilha à minha frente. O objetivo é claro: buscar na cafeína algum alívio ao mau humor por estar trabalhando em pleno domingo. Simpático, o garçom me pergunta se quero um pires. Agradeço e digo não, disfarçando a raiva (absolutamente gratuita e injustificável) por terem me desviado do foco principal de existência naquele preguiçoso momento: litros e litros de café!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, já sentado e saboreando a bebida, acabei me sentindo grato pela pergunta. Gerou a ideia deste post: para que, enfim, serve um pires?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, por favor, não pare de ler agora. A questão terá um sentido prático além do fastio matinal deste escriba. No momento em que a Humanidade é chamada a rever seus hábitos de consumo, com o desafio de continuarmos alimentando propriamente os bilhões de habitantes de nosso periclitante planeta azul nas próximas décadas, para que precisamos de um pires?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho absolutamente nada contra este pequeno e até simpático objeto, que muitos confundem, injustamente, com um prato de reduzidas dimensões. Alguns, fruto do trabalho de ótimos designers, oferecem formatos e cores inovadoras. Mas o ponto aqui é sua função prática. Qual seria? Evitar que gotas de café ou outra bebida menos nobre caiam no chão ou na mesa? (se eu fosse do tipo com humor negro e politicamente incorreto, escreveria agora algo como: por favor! Se você tem mais de cinco anos de idade, a menos que você sofra do Mal de Parkinson, tem a obrigação de conseguir beber seu café sem deixar que caia uma gota).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nisto preciso render homenagem aos norte-americanos que, com sua praticidade, introduziram a mug, caneca que, além de receber uma quantidade substancial de café, elimina o uso de pires.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine quantos milhões de litros de água seriam economizados em todo o mundo se ninguém mais usasse – e, por conseqüência, lavasse – o pires? E quantos litros a menos de detergente seriam jogados nos rios e lagos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar do tom jocoso, isto é sério: mudanças aparentemente pequenas em hábitos cotidianos podem ajudar muito a reencontrarmos o equilíbrio do planeta. No restaurante buffet do mesmo hotel onde me ofereceram o pires, passei a usar o mesmo prato quando queria repetir um alimento (a não ser, claro, que houvesse tomado sopa de entrada). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma visão que pode (e deve) ser assumida pela indústria também. Que me perdoem os fabricantes de embalagens, mas porque preciso de uma caixa de papelão em volta de minha pasta de dente? Ou qual a função da caixa de cereais se dentro os flocos de milho estão envoltos num saco plástico? Não poderia ser como a granola, que vem direto numa sacola plástica? São apenas alguns exemplos (você leitor seguramente vai lembrar muitos outros).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema aqui (como em quase tudo) é que estamos tão acostumados a fazer, comprar e usar as coisas de determinada forma que não percebemos como podemos mudar nossas atitudes para fazer a diferença. E cobrar isto de quem fabrica o que compramos. Menos embalagens, com materiais recicláveis. Uso mais inteligente de objetos cotidianos. Isto é consumo inteligente. E sem pires, por favor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-1659318000746660533?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/1659318000746660533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/08/descobertas-coffeebreak-pires-e-o.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1659318000746660533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1659318000746660533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/08/descobertas-coffeebreak-pires-e-o.html' title='Descobertas CoffeeBreak: pires é o culpado pelo aquecimento global'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TF8kM79yMcI/AAAAAAAAAIM/dyy-qv0pxOo/s72-c/bavaria_cups_s-thumb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-969797076675264148</id><published>2010-08-03T07:13:00.000-07:00</published><updated>2010-08-03T07:22:30.538-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Excesso de foco tira a criatividade</title><content type='html'>&lt;object width="446" height="326"&gt;&lt;param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="bgColor" value="#ffffff"&gt;&lt;/param&gt; &lt;param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/DanielPink_2009G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/DanielPink-2009G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=618&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=dan_pink_on_motivation;year=2009;theme=speaking_at_tedglobal2009;theme=the_creative_spark;theme=not_business_as_usual;event=TEDGlobal+2009;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /&gt;&lt;embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/DanielPink_2009G-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/DanielPink-2009G.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=618&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=dan_pink_on_motivation;year=2009;theme=speaking_at_tedglobal2009;theme=the_creative_spark;theme=not_business_as_usual;event=TEDGlobal+2009;"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tema recorrente de meus posts a questão do foco no trabalho. Não que faça apologia da dispersão. Ao contrário. Eu mesmo sou obrigado a me policiar muito e percebo que há momentos em que minha tendência natural é de, por exemplo, ficar clicando 300 vezes por segundo no enviar e receber do Outlook na esperança de ver uma nova mensagem que traga boas novas. Que bobagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas meu ponto é o do equilíbrio. Acredito que não existe inovação sem oxigenação. Num mundo onde buscar soluções brilhantes para problemas cada vez mais complexos virou obrigação não será possível continuar avançando fazendo tudo sempre igual. Então, de vez em quando, levantar o pescoço e olhar para o lado pode ser a melhor coisa a se fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citei o Daniel Pink num post recente do CoffeeBreak, comentando entrevista que li na Wired, onde ele tratava de sua teoria de que as formas tradicionais de motivação profissional, baseadas em recompensa e punição, não funcionam. Em seu lugar, pontua ele, deve-se buscar o engajamento da equipe. Num comentário, o Mateus, d’O Cappuccino me apresentou outro post sobre o Pink, no &lt;a href="http://aquintaonda.blogspot.com/2009/10/quando-o-incentivo-monetario-nao.html"&gt;A Quinta Onda&lt;/a&gt;, que trazia o vídeo acima. São 18 minutos de pura inspiração (se precisar, ative as legendas em português clicando em subtitles).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, por favor, preste atenção, logo no começo, quando Pink comenta o ponto que, segundo pesquisadores, enfraquece a prática das recompensas monetárias para tarefas que envolvem um pensamento mais complexo. Segundo ele, o problema da premiação é que ela torna a maioria das pessoas tão focadas, a mente tão concentrada numa meta específica, que elas simplesmente não conseguem ver nada mais em volta e pedem o poder de criar. Ou seja, segundo Pink, o excesso de foco cega o pensamento e bloqueia a criatividade. Bingo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda estamos numa fase de transição do trabalhador-máquina para o trabalhador-criador, onde aplicamos para esta nova classe de profissionais as regras de organização “produtiva” do século passado. Sim, a hora de virarmos a página já passou..&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-969797076675264148?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/969797076675264148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/08/excesso-de-foco-tira-criatividade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/969797076675264148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/969797076675264148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/08/excesso-de-foco-tira-criatividade.html' title='Excesso de foco tira a criatividade'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-3908698931914733689</id><published>2010-07-26T14:45:00.000-07:00</published><updated>2010-07-26T15:04:00.451-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Erro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Os grandes também erram. Por isso são grandes</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TE4Ew9pbNvI/AAAAAAAAAIE/KXqC0iaSa2I/s1600/esponja-ladeaco-proeza-high.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 324px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TE4Ew9pbNvI/AAAAAAAAAIE/KXqC0iaSa2I/s400/esponja-ladeaco-proeza-high.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5498337434294499058" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A semana passada terminou com sabor de vitória para os que sempre torcem pela derrota dos “poderosos”. Afinal, finalmente dois dos maiores ícones da nova economia foram notícia por escorregões públicos. Sim, eles também fazem besteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mais celebrada foi a da Apple. O próprio Steve Jobs teve que sair do seu Olimpo particular em Cupertino, Califórnia, para assumir que errou. O novo e celebrado iPhone foi lançado com um defeito. E, apesar das tentativas de Jobs de minimizar o caso, um defeito bastante grave. O telefone (sim, o iPhone também tem esta função) simplesmente para de funcionar quando o dono toca a borda lateral inferior do aparelho, onde fica sua antena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simples. É só colocar a mão ali e o sinal desaparece. Jobs se defendeu atacando a concorrência, pois smartphones rivais também tem áreas sensíveis que, obstruídas, interrompem a conexão. Acontece que, ao contrário do iPhone 4, nos demais a antena está na parte superior do aparelho, onde dificilmente o usuário irá manusear. Já segurar um celular sem tocar na sua lateral...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mas Jobs não está só. Quase passou desapercebido, mas o Google também errou. Ou, pelo menos, assumiu publicamente o erro. Também esta semana a empresa divulgou que irá descontinuar a produção e venda de seu smartphone, o Nexus One. Motivo: foi um fracasso de vendas. Ponto. A empresa que centraliza a informação no mundo digital e, até por conta disto, deveria ter como conhecer e entender exatamente o que o consumidor quer, lançou um produto que ninguém quer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que isto significa: nada. Pelo menos no médio prazo, Apple e Google continuarão dando a luz para novos e revolucionários produtos e serviços que seguirão encantando consumidores como eu e você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante, porém, é que eles erraram – e provavelmente continuarão a fazer bobagens, simplesmente porque é impossível inovar sem correr riscos, sem permitir o erro, sem ao menos tentar o novo. Por mais perfeccionista que Steve Jobs seja, sem se permitir imperfeições ninguém consegue revolucionar o mercado. E o iPhone 4 é simplesmente a prova disto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, meu caro, trate de tirar da cara este risinho invejoso de quem pensa “olha só, os feras também se dão mal” e siga o exemplo de se permitir o risco do erro, caminho único para o novo. Sem falha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-3908698931914733689?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/3908698931914733689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/07/os-grandes-tambem-erram-por-isso-sao.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3908698931914733689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3908698931914733689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/07/os-grandes-tambem-erram-por-isso-sao.html' title='Os grandes também erram. Por isso são grandes'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TE4Ew9pbNvI/AAAAAAAAAIE/KXqC0iaSa2I/s72-c/esponja-ladeaco-proeza-high.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-6320914372220825320</id><published>2010-07-21T14:44:00.000-07:00</published><updated>2010-07-21T14:55:06.312-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Teorias CoffeeBreak: perder o foco é deixar a mente preencher as lacunas?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TEdsr6b99aI/AAAAAAAAAH8/pY7XZt_tiis/s1600/CB.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TEdsr6b99aI/AAAAAAAAAH8/pY7XZt_tiis/s400/CB.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5496481371905717666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção. Aviso ao leitor. Este é um post “ligando os pontos”. Informações e conceitos de fontes diferentes convergindo numa conclusão deste autor que pode (e provavelmente estará) completamente equivocada. Pior. Como diria a amiga Viviane Deeke, é um texto assumidamente cabeção. Enfim, você foi alertado, se passar deste parágrafo é por sua conta e risco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num loooonngo e interessante &lt;a href="http://www.revistapiaui.com.br/edicao_42/artigo_1263/A_coceira.aspx"&gt;artigo de Atul Gawande&lt;/a&gt;, a Piauí de março último fala sobre alguns casos raros de coceira. O fenômeno intriga cientistas pois pode ser gerado tanto por fatores externos (a picada de um mosquito, por exemplo) como psicológicos. Vamos lá, um rápido exercício. Pense em dor. Ok, vc não sentiu nenhuma dor, certo. Mas é só pensar em coceira e, automático, a grande maioria de nos vai começar a se coçar. Vc já não está se coçando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, algumas pessoas que perderam membros (pernas, braços) sofrem com coceiras terríveis nas partes que já não integram seu corpo. Chamada de sensação fantasma, este efeito ainda carece de explicação concreta pela ciência. Alguns acreditam que os nervos onde estes membros estariam ligados não cicatrizou direito. Outra teoria, defendida pelo artigo de Atul, é a de que boa parte dos nossos sentidos é gerada no nosso cérebro, unindo dados parciais gerados pelos nossos órgãos sensoriais (em sua minoria) e da nossa memória (a maior parte).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos recentes identificaram que apenas 20% das fibras que chegam ao córtex visual primário (onde o cérebro “processa” as imagens) vem da retina e os demais 80% se originam na região onde fica a memória. Em resumo, recebemos informações pobres e incompletas sobre o ambiente onde estamos e nosso cérebro completa as lacunas gerando uma sensação bastante completa. É só pensar nos sonhos, onde vemos e sentimos de forma bastante real algo que não está acontecendo. Ou o comichão que sentimos ao pensar em coceira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a teoria de preencher os espaços em brando não é realidade para nossas mentes, é para as máquinas. &lt;a href="http://www.wired.com/magazine/2010/02/ff_algorithm"&gt;Reportagem da Wired de março&lt;/a&gt; deste ano mostra como uma nova tecnologia está criando equipamentos de ressonância magnética que conciliam altíssima definição e utlra-velocidade. Antes, imagens detalhadas necessitavam que o paciente ficasse imóvel por até dois minutos, o que era possível apenas com anestesia e tornava o exame inacessível para quem tinha restrições médicas aos sedativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segredo é uma fórmula matemática que consegue preencher automaticamente os espaços em branco. Ele capta apenas cerca de 10% dos pixels que formam uma imagem, distribuídos por várias partes do original e deixa para um algoritmo completar os 90% restantes.Será que o processo utilizado pelo equipamento de ressonância magnética é o mesmo que temos em nosso cérebro? Se uma máquina consegue fazer isso, nossa mente não teria a mesma habilidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo com crianças de cinco anos de idade, relatado por Malcolm Gladwell em “O Ponto da Virada – The Tipping Point”, da outra pista de como nossa mente pode trabalhar. Estudiosos norte-americanos colocaram dois grupos de crianças para assistir ao mesmo episódio de Vila Sésamo. A diferença é que, enquanto o primeiro grupo ficou numa sala onde a única atração era a TV, o segundo foi para um espaço cheio de brinquedos. Claro que o primeiro grupo ficou muito mais tempo olhando para a tela que o segundo (87% do tempo no grupo 1 contra 47% no grupo 2). O surpreendente, porém, é que, perguntados sobre questões específicas relacionadas ao roteiro do programa, os dois grupos tiveram o mesmo nível de acerto. Ou seja, o grupo 2, mesmo dividindo sua atenção entre a TV e os brinquedos, absorveu todo o conteúdo. Comparando com o equipamento de ressonância magnética, eles captaram uma parte relevante e preencheram as lacunas do resto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, e isto é uma teoria não comprovada de CoffeeBreak, seja mesmo mais produtivo, em algumas situações, ter menos foco e buscar uma visão mais ampla do todo. Será que é por isso que, exatamente quando não estamos pensando nas grandes questões, é que temos uma idéia de suas respostas?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-6320914372220825320?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/6320914372220825320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/07/teorias-coffeebreak-perder-o-foco-e.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6320914372220825320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6320914372220825320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/07/teorias-coffeebreak-perder-o-foco-e.html' title='Teorias CoffeeBreak: perder o foco é deixar a mente preencher as lacunas?'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TEdsr6b99aI/AAAAAAAAAH8/pY7XZt_tiis/s72-c/CB.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-8635473582656322221</id><published>2010-07-05T18:27:00.001-07:00</published><updated>2010-07-05T18:32:32.092-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Pesquisadores comprovam: CoffeeBreak pode ter razão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TDKHivODIRI/AAAAAAAAAH0/nxJnD9jaTI8/s1600/IMG_0219.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TDKHivODIRI/AAAAAAAAAH0/nxJnD9jaTI8/s400/IMG_0219.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490599926578749714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Discretamente, CoffeeBreak completou em junho seu primeiro ano de vida. Para comemorar, um balanço diferente. Afinal, mês passado algumas publicações trouxeram pontos de vista alinhados com nosso blog. Não que tenhamos qualquer “culpa” – o poder de influência de CoffeeBreak ainda é limitado, mas é bom não se sentir tão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Wired de junho junta dois pensadores, Daniel Pink e Clay Shirky, que poderiam ter escrito posts aqui. O primeiro está lançando um livro (Drive: The Surprising Truth About What Motivates Us) sobre pesquisas que mostram que a motivação das pessoas, inclusive a profissional, está muito além do medo da punição ou do “estimulo” da recompensa (ou o binômio chicote/cenoura, como ele coloca). Segundo ele, existe uma questão de estímulo pessoal, de engajamento com uma causa que hoje é subestimado no mundo corporativo. Já Shirky escreveu Cognitive Surplus: Creativity and Generosity in a Conected Age, sobre como a internet levou milhões de pessoas migrarem da postura passiva de assistirem televisão em seu tempo livre para ações mais ativas como escrever um blog ou contribuírem para a Wikipedia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Shirky, todo o conteúdo da Wikipedia representa mais de 100 milhões de horas de trabalho. Detalhe: sem qualquer remuneração! Para Pink, esta é uma das provas de sua tese de que a motivação pode ser muito mais ligada à satisfação pessoal de estar contribuindo efetivamente para a construção de algo positivo e que possa representar um avanço social do que a simples recompensa monetária. Os dois trabalhos citam uma pesquisa do psicólogo Edward Deci, da Universidade de Rochester que mostrou que se você passa a oferecer uma recompensa por algo que uma pessoa espontaneamente achava interessante, o interesse pelo assunto diminui. Já a punição pode ser mais libertadora do que castradora. Em creches israelenses, a implantação de multa para os pais que se atrasavam para retirar os filhos teve efeito contrário e aumentou os índices de demora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Época de 28 de junho, o assunto é o trabalho em casa. Em entrevista, o empreendedor norte-americano Jason Fried, dono de uma empresa de aplicativos para a internet, afirma que o trabalho tradicional, com reuniões, telefones tocando e o chefe rondando para a cada dois minutos perguntar como os tarefas progridem é improdutivo. Em seu livro, Rework, ele prega que os profissionais devem ter ambientes mais calmos e, como alternativa, recomenda pelo menos um dia de semana de trabalho em casa (se o lar, claro, oferecer a tranqüilidade necessária).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, entrevista com Christopher Meyer, especialista em tendências, para a edição de junho da Época Negócios mereceria ser reproduzida na integra (uma vez que a revista bloqueia o conteúdo para não assinantes). Além de cunhar o ótimo termo Worknets, para identificar uma nova classe de profissionais independentes que irá se organizar e trabalhar em redes conforme a demanda, abrindo as empresas para o mundo exterior, ele critica as empresas que teimam em tratar as redes sociais como se fossem mídias tradicionais, se fechando para o diálogo e fugindo de críticas que poderiam ser construtivas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, se já não bastasse você, querido leitor, é sempre bom se sentir em tão qualificada companhia. Ainda mais em plena festa de aniversário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-8635473582656322221?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/8635473582656322221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/07/pesquisadores-comprovam-coffeebreak.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/8635473582656322221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/8635473582656322221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/07/pesquisadores-comprovam-coffeebreak.html' title='Pesquisadores comprovam: CoffeeBreak pode ter razão'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TDKHivODIRI/AAAAAAAAAH0/nxJnD9jaTI8/s72-c/IMG_0219.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-4362513493716400160</id><published>2010-06-26T11:44:00.000-07:00</published><updated>2010-06-26T11:45:57.744-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='imprensa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><title type='text'>Melhor jogo da Copa até aqui: Dunga X Globo</title><content type='html'>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/pzsb44vuXzo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/pzsb44vuXzo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a Copa é assunto em todo lado, numa destas conversas, em final de reunião de trabalho, uma das gestoras de comunicação corporativa que mais admiro se virou e disse: “e o Dunga ein, arrumando briga com jornalista, com a Rede Globo? Alguém precisa treinar melhor o moço”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista técnico e formal do profissional de gestão de relacionamento com a imprensa, ela tem toda a razão. Quando ministro treinamento para porta-vozes, uma das primeiras instruções em o que não fazer é: nunca brigue com um profissional de imprensa. Se ele tiver por trás dele a maior rede de TV do país, pior ainda. Se for no meio da cobertura do evento mais esperado pela população inteira, que mobiliza agendas, conversas e paixões... bom, melhor nem comentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas algo interessante está acontecendo. E merece atenção. Dunga foi flagrado pelas câmeras xingando um jornalista da Globo que, numa conversa paralela com seus chefes por celular, durante a coletiva depois do jogo contra Costa do Marfim, reclamava da dificuldade de entrevistar os jogadores. O “causo” ganhou repercussão por conta da própria Globo que se colocou no papel de vitima, levou ao ar as cenas de Dunga soltando impropérios contra o profissional e colocou o apresentador do Fantástico daquele dia, Tadeu Schmidt, para ler editorial em que afirmava que o treinador da seleção canarinho tinha comportamento não compatível com seu desempenho esportivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pronto, o circo estava armado. Se, pelas regras do treinador, a TV Globo estava com dificuldade para cobrir mais profundamente o cotidiano da seleção (o que estarão fazendo os 300 profissionais da rede deslocados para a África do Sul), agora tinha conteúdo para deitar e rolar. Na falta de futebol, vamos falar mal do autoritarismo do técnico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A emissora só não contava (será) com a reação do público via redes sociais. Depois de emplacar mundialmente o Cala a Boca Galvão, o brasileiro colocou o Cala Boca Tadeu Schmidt como novo líder do Trending Topics do Twitter. Interessante sinal de que, apesar de todas as criticas da imprensa com relação às barreiras que o Dunga colocou a seu trabalho (e não foi só a Globo que chiou não), das reclamações por conta da escalação questionável e ao futebol que ainda não convenceu, a população está mais para Dunga que para Globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será uma reação a forma muitas vezes truculenta com que a emissora trabalha, exigindo, por conta de sua força no IBOPE, privilégios, exclusividades e afins? São muitas as histórias de coletivas paradas no meio por conta do horário em que a Globo precisava entrar ao vivo no ar (importante ressaltar que eu, pessoalmente, nunca presenciei algo assim). Acho difícil. São conversas que ficam nos bastidores do jornalismo e não são conhecidas pelo grande público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a esperança de ganhar o titulo e de que, apesar dos pesares, o Dunga esteja certo é maior do que o ouvido que se dá à grande imprensa. Talvez Galvão, Tadeu e Globo tenham, no fim, menos poder do que acreditam. Talvez a opinião pública tenha resistência a opiniões e pontos de vista com interesse certo (e seja mais esperta do que se avalia para entender estes interesses). Talvez a própria imprensa e os jornalistas com sua postura de questionar tudo e todos esteja desgastada. Enfim, vale a pena acompanhar de perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto interessante é o quanto ferramentas de redes sociais como o Twitter estão se tornando um canal independente de expressão da opinião pública, sem os filtros da imprensa – e inclusive criticando a mídia tradicional. A democracia agradece. Mas vale lembrar que a voz da maioria nem sempre é a fala da verdade – mitos, boatos e fantasias costumam ganhar corpo e se tornarem “verdade” para muitos, às vezes para a maioria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, voltando a Dunga, estamos agora num jogo de xadrez. Se o Brasil ganhar a Copa, ele manda um Cala Boca Globo gigante. Só que a emissora e sua voz oficial para o esporte, Galvão Bueno, não podem torcer abertamente contra ele – afinal, é o Brasil na copa do mundo. Se perder, Dunga nunca será perdoado e a culpa, infelizmente, será mais de sua postura com a imprensa do que do futebol em campo. Futebol?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-4362513493716400160?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/4362513493716400160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/06/melhor-jogo-da-copa-ate-aqui-dunga-x.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4362513493716400160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4362513493716400160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/06/melhor-jogo-da-copa-ate-aqui-dunga-x.html' title='Melhor jogo da Copa até aqui: Dunga X Globo'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-6141751391399877266</id><published>2010-06-22T03:07:00.000-07:00</published><updated>2010-06-22T03:19:41.808-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Quer “viralizar” sua comunicação? Atenção com a imunidade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCCOBDEDPiI/AAAAAAAAAHM/1-NV2FZ5mLA/s1600/100_2242.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCCOBDEDPiI/AAAAAAAAAHM/1-NV2FZ5mLA/s400/100_2242.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485540494790573602" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O norte-americano Malcolm Gladwell é um dos meus ensaístas preferidos. O jornalista, que costuma escrever para a sensacional New Yorker, mandou três livros seminais para quem quer entender um pouco melhor o mundo das idéias: “Blink – A Decisão num Piscar de Olhos”, “Fora de Série – Outliers” e  seu primeiro e mais importante para quem trabalha com comunicação, “O Ponto da Virada – The Tipping Point”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em “The Tipping Point” Gladwell analisa como uma informação, um conceito, se torna massificado. Em linhas gerais, ele acredita que as idéias e comportamento se espalham de forma muito similar a uma epidemia, num caminho parecido ao que os vírus usam para atingir milhares de pessoas mundo afora. Provavelmente seja daí a origem do termo “viralizar” quando aplicado ao marketing, de tornar uma mensagem viral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem. Na versão em inglês revisada, Gladwell agrega um novo capítulo de conclusões (que desconheço se está presente na versão em Português). Nele, o autor apresenta o conceito de imunidade ao marketing viral. Óbvio. O ponto é o seguinte: o crescimento das redes de comunicação (sejam digitais ou não) amplia a oportunidade e a velocidade com que mensagens se disseminam. Mas, na mesma velocidade em que as redes evoluem, Gladwell acredita que aumenta a resistência do público às mensagens virais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele dá como exemplo o telemarketing ativo. Após o estouro inicial, que acompanhou a popularização da telefonia dos EUA nos anos 70, o retorno deste tipo de canal de venda caiu mais de 50% nos últimos 25 anos. O motivo, simples: com o tempo as pessoas passaram a ser mais e mais resistentes a esta abordagem. O mesmo se repete para a publicidade indesejada via e-mail, o spam. Você leitor, sim, você, ainda clica neste tipo de mensagem? Melhor: você ainda lê spam? Vamos lá, hoje todos apagamos estas mensagens sem nem reparar no que se trata. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como garantir então que a mensagem seja viralizada então? Uma estratégia pode ser aproveitar as “janelas de oportunidade”, quando as redes ainda são novas o suficiente para que este tipo de mensagem seja aceita sem barreiras – correndo o risco de associar sua imagem a uma postura invasiva e oportunista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra é ouvir o conselho do próprio Gladwell e se render ao poder do velho e bom boca-a-boca, onde a mensagem é passada por pessoas reais que sejam confiáveis e espalhem o “vírus”. É aqui que as redes sociais ganham um poder enorme. Afinal, para o autor, quando as mensagens dos canais tradicionais se tornam banalizadas, a tendência natural é buscarmos conselho em nossa rede de conhecidos. E é nesse momento que o boca-a-boca (agora digital) faz a diferença.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-6141751391399877266?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/6141751391399877266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/06/quer-viralizar-sua-comunicacao-atencao.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6141751391399877266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6141751391399877266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/06/quer-viralizar-sua-comunicacao-atencao.html' title='Quer “viralizar” sua comunicação? Atenção com a imunidade'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCCOBDEDPiI/AAAAAAAAAHM/1-NV2FZ5mLA/s72-c/100_2242.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-2130888960391635095</id><published>2010-06-16T05:39:00.000-07:00</published><updated>2010-06-17T08:46:17.868-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>A Copa das Redes Sociais</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TBjHC0tRCFI/AAAAAAAAAHE/O3wec-Npvos/s1600/100_2246.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TBjHC0tRCFI/AAAAAAAAAHE/O3wec-Npvos/s400/100_2246.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5483351397645748306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ficha caiu no final do ano passado, fazendo o planejamento 2010 de um cliente da XPress. Esta Copa do Mundo será diferente de todas as anteriores, pois será a primeira na qual poderemos contar com o recurso das mídias sociais como ferramenta para torcer, discutir, comentar, rir, xingar o juiz etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o primeiro jogo do Brasil ontem (vai Robinho!!) mostrou isto. O fenômeno, na verdade, começou a se revelar antes, na abertura da Copa, quando a expressão Cala a Boca Galvão chegou ao primeiro lugar entre os Trending Topics (ou TTs) do Twitter. Enquanto escrevo o texto, quarta, 16 de junho, 9 da manhã, a frase ainda aparece como a mais tuítada do mundo. (me ajudem os leitores, mas acredito que é a primeira vez que temos um termo brasileiro liderando os TTs não?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto alguns mudam de canal para ver os jogos e outros continuam na Globo para ter do que reclamar, Cala a Boca Galvão, novo grito de guerra da torcida brasileira (na falta de um herói, achamos o vilão), outros tentam ser “engraçadinhos”. Com rapidez surpreendente criaram a campanha &lt;a href="http://super.abril.com.br/blogs/planeta/estrangeiros-descobrem-farsa-sobre-instituto-galvao/"&gt;Cala a Boca Galvão&lt;/a&gt;, para inglês ver, na qual cada vez que alguém tuítar a frase, R$ 0,10 serão destinados para salvar a rara ave amazônica Galvão. Segundo consta, já existe até a &lt;a href="http://camiselandia.com.br/loja/catalogsearch/result/?q=galv%C3%A3o"&gt;camiseta Cala a Boca Galvão&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inclusive, minutos antes do jogo circulou o boato de que a Rede Globo havia conseguido uma liminar na Justiça para obrigar o Twitter a tirar do ar os Trending Topics. Bobagem, o TT sumiu por (mais uma) falha técnica do site.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, voltando ao (fraco) jogo contra a Coréia do Norte, a CNN registrou mais de 6.300 tuítes por minuto com o tag #bra no final da partida. Sinal que muita gente usou a ferramenta para “falar” com seus seguidores durante ou depois da partida. E foi hilário. De comentários sobre a roupa de Dunga (para &lt;a href="http://twitter.com/MiltonRizzato"&gt;@MiltonRizzato&lt;/a&gt; ele usou o uniforme das paquitas) até análises sobre o jogo ou da trilha sonora das comemorações no Brasil (para &lt;a href="http://twitter.com/fchiorino"&gt;@fchiorino&lt;/a&gt; se dependesse da música de Latino, Calypso e Molejo seriamos desclassificados na primeira fase), o Twitter foi dominado pelo futebol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as Mulheres, talvez por, na média, gostarem menos do esporte que os Homens, e conseguirem dividir a atenção entre o jogo e o micro (ou celular) protagonizaram alguns dos melhores tuítes – vale checar o perfil da &lt;a href="http://twitter.com/amandaansaldo"&gt;@amandaansaldo&lt;/a&gt; e ler alguns ótimos. Este autor, que além de pedir a saída do Luis Fabiano (não jogou nada) comentou o trânsito louco em SP antes do jogo, acabou dando entrevista para um colega da Folha de S.Paulo sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que ainda não se trata de um fenômeno de massa. Mas, para uma primeira experiência, está muito interessante e, especialmente, engraçado. Só fique atento aos boatos. Mas disto falamos num próximo post.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-2130888960391635095?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/2130888960391635095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/06/copa-das-redes-sociais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2130888960391635095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2130888960391635095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/06/copa-das-redes-sociais.html' title='A Copa das Redes Sociais'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TBjHC0tRCFI/AAAAAAAAAHE/O3wec-Npvos/s72-c/100_2246.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-7986559051236114279</id><published>2010-06-10T14:50:00.000-07:00</published><updated>2010-06-10T14:59:55.335-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Cliente querido: ajuda-me a te ajudar</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TBFgTTpiYZI/AAAAAAAAAG8/8AnrFvmHrRI/s1600/CB+018.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TBFgTTpiYZI/AAAAAAAAAG8/8AnrFvmHrRI/s400/CB+018.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5481268106294878610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cliente sempre tem razão. Pena que ele não sabe o que quer. Clássica, a frase de Henry Ford resume o paradoxo: Se perguntasse a meus clientes o que queriam, eles teriam escolhido cavalos mais rápidos. Contradizendo a voz comum, ele insistiu na sua visão e, a partir da linha de produção, criou o automóvel como o conhecemos hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ótimo. Nossa gestão deve colocar o cliente e seus anseios em primeiro lugar. Mas com isso, na maior parte das vezes, caminhamos a passos largos ao desfiladeiro do fracasso. No segmento da comunicação corporativa, isso é ainda mais verdadeiro. Clientes que muitas vezes não compreendem bem os fundamentos da comunicação mais querem mostrar serviço aos chefes acabam, muitas vezes, por buscar objetivos de curtíssimo prazo, forçando os prestadores de serviço do setor a assumirem táticas arriscadas e muitas vezes suicidas. Quando o resultado frustra a todos, a culpa é sempre do fornecedor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme já foi visto por todos os que trabalham no setor. Quem nunca ouviu algo como “porque você não me avisou que este não era o caminho, afinal, pago para que me dêem consultoria”. Depois que você lembra ao cidadão que o havia alertado, ele reclama que você não avisou com a insistência necessária. Se você avisa com a insistência necessária, ouve a reclamação de que não está engajado no projeto, não vestiu a camisa ou que quer o caminho mais fácil. No final, esgarçada a relação, o cliente busca um novo fornecedor que não o lembre dos fracassos que deveriam ser compartilhados como aprendizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão, no meu ponto de vista, é que a falta de conhecimento impede que o cliente entenda como atingir seus reais objetivos, estratégicos, de longo prazo. Ao invés disto, fica preso às pequenas metas do dia-a-dia e acaba confundindo as bolas. Quem já acompanhou o lançamento de um novo produto de consumo, por exemplo, sabe bem o que é isso. O pessoal do marketing apresenta o conceito embasado por diversas pesquisas. Perguntado pelos institutos, a maioria dos consumidores alvo dizem que sairiam correndo de suas casas, desesperados, só para comprar a novidade se ela estivesse nas gôndolas. Lançado, o produto tem um desempenho pífio e logo encalha na prateleira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os marqueteiros mentiram? A pesquisa foi mal-feita? O consumidor faltou com a verdade. Nada disso. O problema é que, no fundo no fundo, nos não conseguimos ter certeza do que vamos querer, de que produtos ou serviços realmente irão resolver nossos problemas. Afinal, temos uma visão limitada pela nossa atual experiência e, na maioria das vezes, somos resistentes a mudanças radicais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, por exemplo, sempre disse que jamais largaria meus discos de vinil por aqueles CDs sem graça. Bobagem. Ainda tenho muitas bolachas guardadas mais não as ouço a muito. Viraram uma lembrança. Depois, quando o MP3 surgiu, levei um tempo agarrado a minha coleção de CDs que hoje está empoeirada em algum lugar no meu apartamento. Provavelmente, se perguntado, eu diria que os CDs eram uma besteira e que eu jamais trocaria meu toca-discos e minhas fitas cassete (!!!) por aqueles disquinhos coloridos. Questões de curto prazo – o investimento na troca de equipamentos, o acervo de LPs já adquirido, etc. e a ligação emocional com uma tecnologia conhecida e dominada me levariam a uma decisão que posteriormente abandonei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como driblar esta situação? Acredito que a saída é tentar entender o cliente de forma mais profunda. Ir além das questões imediatas e entender o que realmente importa para ele. Quais seus objetivos estratégicos no longo prazo. O que ele quer construir? O que realmente importa para ele? Levantando isto, é desenvolver uma estratégia de médio e longo prazo que entregue estes resultados e dividir isto com o cliente, bancar suas resistências iniciais (sempre o ponto crítico), acreditar no seu caminho e depois dividir os louros da vitória. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que tudo pode dar errado, mas este é um risco inerente a nossa existência. Do meu ponto de vista, acho melhor, quando é possível, perder tentando acertar de verdade do que se entregar às pequenas negociações do cotidiano, atendendo todos os caprichos deste consumidor que sempre tem razão mais não sabe como chegar até lá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-7986559051236114279?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/7986559051236114279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/06/cliente-querido-ajuda-me-te-ajudar.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7986559051236114279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7986559051236114279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/06/cliente-querido-ajuda-me-te-ajudar.html' title='Cliente querido: ajuda-me a te ajudar'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TBFgTTpiYZI/AAAAAAAAAG8/8AnrFvmHrRI/s72-c/CB+018.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-4772117831724774129</id><published>2010-06-07T16:15:00.000-07:00</published><updated>2010-06-07T16:24:07.099-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Na Estrada'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>CoffeeBreak na estrada: Lima, no Peru, cria a verdadeira publicidade verde</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TA1_fvBBrpI/AAAAAAAAAG0/HkpZtKpZ_l8/s1600/CB+016.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TA1_fvBBrpI/AAAAAAAAAG0/HkpZtKpZ_l8/s400/CB+016.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5480176504753204882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oscar Wilde poderia ter dito: “não confie numa cidade à beira mar onde nunca chove”. Mas isto não se aplica a Lima. A capital do Peru é cheia de contrastes e fatos interessantes. Na opinião de James Cimino, jornalista da Folha que passou alguns dias aqui e adorou, a cidade está nos anos 90.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lojas de revelação de fotos dividem espaço com mercados populares onde se pode comprar um iPad wi-fi 32G por U$ 800. Nas ruas, o novo Hunday Tucson, ainda não lançado no Brasil, divide espaço com o Gol quadrado da primeira geração. Belos prédios com varandas e grandes janelas de vidro em Miraflores (bairro rico à beira mar) fazem o contraponto aos barracos mal acabados próximo ao Centro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas bancas, chama a atenção a quantidade de jornais diários, em especial os populares. São pelo menos 10 títulos, sendo dois esportivos e um grande jornal, El Comércio. Ao mesmo tempo, lojas e até mesmo redes de rádio taxi estão no facebook.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os taxis são provavelmente os mais baratos do mundo. Uma corrida do Centro a Miraflores, trajeto de cerca de 20 minutos, sai por cerca de R$ 7,50. Isso mesmo. Por outro lado, nenhum carro tem taxímetro e você tem que negociar direto com o motorista. Cada viagem, para um mesmo trajeto, tem preço diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trânsito, perto do brasileiro, é excelente. Mas pelo visto o peruano médio dirige de forma caótica e o que sobressai é um festival de buzinas enquanto motoristas param no meio da avenida para convergir à esquerda ou ficam cinco minutos falando com alguém na calçada segurando todo o fluxo. E, apesar de nunca chover (é sério) e da cidade ser muito plana, quase não se vêm bicicletas. São raras. Mais fácil ver jovens circulando de skate no meio dos carros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima é um caso à parte. As casas não tem telhado pois o máximo que acontece aqui são chuviscos esporádicos. Chuva chuva mesmo é tão raro quanto terremoto em São Paulo. Em compensação, o sol também raramente dá as caras por aqui. O que mais se vê é um céu cinza, melancólico, uma névoa eterna que circunda a cidade. Nos oito dias aqui, vi o Sol uma única e afortunada vez. No mais, cinza, cinza, cinza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os turistas, a atração são as ruínas de civilizações que ocupavam a cidade antes da chegada dos espanhóis. Grupos organizados e com uma arquitetura capaz de resistir aos terremotos, que adoravam a deusa Lua e eram dominados pelas Mulheres, rivalizando com os Incas, nos Andes, onde mandavam os Homens que rezavam para o deus Sol. O ponto alto de Lima, porém, além da simpatia do povo, é a culinária, onde o ceviche, as dezenas de variedades de batatas e os frutos do mar fazem a delícia dos visitantes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi aqui também que vi a primeira publicidade realmente ecológica do mundo. Perguntei a jornalistas que conhecem outros países com preocupação ecológica como Alemanha, por exemplo, e eles também nunca haviam visto algo parecido. A geografia peculiar de Lima ajudou. Apesar de litorânea, a cidade está num planalto há 150 metros do mar, sobre falésias de pedra vulcânica. Algumas depressões neste planalto, que parecem mais com o que antes foi o leito de um rio, cortam a cidade. Mas, no lugar de água, o que hoje há são grandes avenidas. Uma delas, a “via expresa” liga o centro aos bairros mais próximos ao mar, como Miraflores e San Isidro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é na via expressa que se deu a inovação. Nas laterais da avenida, escarpas em 90º, foi plantada grama. E nela, foi feita a publicidade, usando grama em cores e formatos diferentes para desenhar marcas e slogans. Claro, com critério e espaçamento entre cada “inserção”. O resultado é uma solução agradável e discreta para os transeuntes, ao mesmo tempo em que ajuda a pagar a conta da obra do novo corredor de ônibus na via. Lições da cidade sem telhados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-4772117831724774129?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/4772117831724774129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/06/coffeebreak-na-estrada-lima-no-peru.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4772117831724774129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4772117831724774129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/06/coffeebreak-na-estrada-lima-no-peru.html' title='CoffeeBreak na estrada: Lima, no Peru, cria a verdadeira publicidade verde'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TA1_fvBBrpI/AAAAAAAAAG0/HkpZtKpZ_l8/s72-c/CB+016.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-167078789811348656</id><published>2010-05-23T15:22:00.000-07:00</published><updated>2010-05-23T15:45:40.430-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Internet'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PR'/><title type='text'>A internet como veículo de comunicação popular</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S_mvH72R4qI/AAAAAAAAAGk/-1jxuCQq52U/s1600/ultimas+da+maquina+antes+lua+de+mel+589.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S_mvH72R4qI/AAAAAAAAAGk/-1jxuCQq52U/s400/ultimas+da+maquina+antes+lua+de+mel+589.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5474599372904850082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conta de uma nova conta na agência em que trabalho, a XPress, semana passada fui a Teresina, no Piauí. Depois de conhecer as instalações do cliente, aproveitamos a viagem para visitar as redações dos principais veículos de comunicação do estado, numa lista preparada pela Ícone, assessoria de imprensa local da empresa. A relação de visitas tinha quatro endereços. Para minha surpresa, além dos dois grandes jornais da cidade, O Dia e Meio Norte, nosso itinerário contemplou dois portais de conteúdo, &lt;a href="http://www.portalaz.com.br/"&gt;AZ&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.acessepiaui.com.br/"&gt;AcessePiauí&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei pensando. Em São Paulo temos grandes portais, como UOL, G1, Terra e Yahoo. Mesmo assim, se qualquer colega colocar no papel uma lista dos, digamos seis principais veículos, dificilmente os citaria. Antes de seguir, vale informar que, em Teresina, além do Acesso e do AZ, &lt;a href="http://www.blogger.com/www.sistemaodia.com"&gt;o Dia&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.meionorte.com/"&gt;Meio Norte&lt;/a&gt; tem importantes sites de conteúdo, sendo que na redação de o Dia a novidade é a reforma para construir os novos estúdios da TV o Dia, transmitida pela...web (além de um canal a cabo local).&lt;br /&gt;Será então que, pensando em geradores de conteúdo locais, a internet é mais importante em Piauí – um dos estados mais pobres da nação, que em São Paulo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curioso, na visita ao Acesso Piauí perguntei ao seu diretor, Cantídio Filho, de onde vem a força da notícia na internet em Teresina. Segundo ele, além da relevância entre os mais abastados, a classe política e formadores de opinião, a web tem grande penetração entre os mais simples. O fenômeno das Lan Houses transformou a internet numa das principais opções de entretenimento barato Brasil afora. Muitos jovens que jamais leram um jornal e poucas vezes manusearam uma revista navegam com grande freqüência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembrei na hora de viagens profissionais recentes a Uberlândia (MG) e Manaus, onde já havia me surpreendido com a relevância das redes sociais. Na cidade mineira, por exemplo, um dos principais formadores de opinião locais tem sua identidade desconhecida. Sob o codinome &lt;a href="http://twitter.com/Uberlandia"&gt;@uberlandia&lt;/a&gt;, a pessoa divulga informações e palpites sobre a vida política, social e cultural uberlandense que repercutem em toda a cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, aqui em São Paulo, considerada a mais rica e moderna cidade do país, muitos insistem em ainda considerar a internet um canal de segunda linha para divulgar informações e mensagens chave. Quantos assessores de imprensa já não ouviram a fatídica frase “a, mas só na internet” quando apresenta os resultados de seu trabalho? E, mesmo depois de explicar que muitos portais tem números de acesso maiores que os veículos impressos, terminar a reunião com sentimento de frustração por não ter atingido os objetivos do cliente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior. Quando pensamos em estratégias de comunicação corporativa que devem chegar ao público das classes D e E, inserimos a web? Ou ainda consideramos que internet é espaço apenas para as elites? Será que é hora de mudarmos esta postura, que parte de uma visão preconceituosa que parece bem distante dos fatos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um detalhe importante porém: o mesmo Cantídio que me falou sobre a relevância da web para o público popular, explica que estas pessoas hoje buscam na internet basicamente entretenimento. Jogos, comunicação com amigos, redes sociais e música são, segundo ele, as principais atrações na rede. Notícias, as que atraem mais acessos são sobre celebridades, esportes e fatos inusitados. Ou seja, numa estratégia de comunicação para classes menos privilegiadas, o desafio talvez não encontrar estas pessoas, mas gerar o conteúdo correto para  atrair sua atenção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-167078789811348656?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/167078789811348656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/05/internet-como-veiculo-de-comunicacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/167078789811348656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/167078789811348656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/05/internet-como-veiculo-de-comunicacao.html' title='A internet como veículo de comunicação popular'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S_mvH72R4qI/AAAAAAAAAGk/-1jxuCQq52U/s72-c/ultimas+da+maquina+antes+lua+de+mel+589.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-322281644376409187</id><published>2010-05-17T03:12:00.000-07:00</published><updated>2010-06-05T11:06:18.903-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PR'/><title type='text'>A Cauda Longa do PR (parte 2): o desafio dos novos formatos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S_Ec28-sc4I/AAAAAAAAAGU/f-JsMmps1RQ/s1600/IMG_0236.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 300px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S_Ec28-sc4I/AAAAAAAAAGU/f-JsMmps1RQ/s400/IMG_0236.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5472186752639464322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/05/calda-longa-do-pr-parte-1-conteudo-e.html"&gt;O post da semana passada&lt;/a&gt; foi sobre o fenômeno da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa"&gt;Cauda Longa&lt;/a&gt;, na visão de &lt;a href="http://www.playit.com.br/leia.asp?id=31"&gt;Chris Anderson&lt;/a&gt; e seu possível impacto no mercado da comunicação corporativa do ponto de vista do conteúdo. Mas as mudanças que a revolução tecnológica podem trazer podem ser ainda mais profundas e estruturais. Alterações que são cada vez mais efetivas em outros segmentos e países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das grandes questões que deverá imergir é sobre o quanto a maioria das agências é horizontal. Ao contrário de diversos outros setores, o nível real de terceirização dentro das empresas de comunicação corporativa é mínimo. Mesmo com a ampliação do escopo de trabalho destas companhias, que nasceram fazendo assessoria de imprensa e hoje disputam o mercado de mídias sociais com a publicidade, a tendência na maioria dos players é de contratar e manter em suas estruturas unidades para desenvolver diversos serviços, mesmo os que ainda tem uma demanda baixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indo um pouco mais longe: inclusive na gestão de relacionamento com a imprensa, que ainda é a principal atividade destas agências no país, as empresas cobrem de A a Z. Grandes e caros espaços finamente decorados em endereços nobres abrigam dezenas de profissionais que desenvolvem atividades que começam a virar commodity. Sim, pois pequenas empresas e mesmo profissionais independentes oferecem resultados muito similares aos grandes escritórios em projetos mais simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença? É a inteligência, a criatividade, o planejamento. Mas hoje as grandes agências brasileiras de PR precisam de planos e planos mirabolantes para justificar uma execução muito bem feita, mas cara (não que as margens sejam grandes, pelo contrário, mas em relação a uma concorrência que, em alguns casos, remunera mal os profissionais e opta por soluções fiscais alternativas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das saídas pode estar na segmentação. E se tivéssemos agências de PR especializadas no planejamento estratégico e outras, menores, na implementação? Ou então, graças à tecnologia, poderemos ter equipes formadas por profissionais freelancers em várias partes do país ou do mundo, operando em sintonia por meio de ferramentas on-line de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguns meses li no jornal britânico The Guardian reportagem sobre uma empresa inglesa chamada &lt;a href="http://www.theprnetwork.co.uk/"&gt;PR Network&lt;/a&gt;. Como o próprio nome indica, trata-se de um serviço que congrega, por meio da web, centenas de profissionais independentes. A PR Network, então, seleciona entre seus associados os mais indicados para trabalharem em projetos específicos para clientes corporativos ou mesmo para outras em agências que estão precisando de profissionais avulsos para eventos ou ações especiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com as novas ferramentas de comunicação e integração da internet, todos somos pequenas empresas de comunicação corporativa em potencial, que podemos nos unir em projetos ou agirmos isoladamente. Claro, ainda temos barreiras a uma atuação como esta, muitas delas de ordem cultural. Além disso, em alguns momentos o face a face é muito importante para gerar ideias ou absorver informações mais complexas. Mas a segmentação, a cauda longa do mercado de PR, pode trazer benefícios a todos os elos da corrente. E quem sair na frente pode ter vantagens competitivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futuro é já. E nele, pensando na teoria da Cauda Longa, talvez tenhamos espaço para diversos formatos. Grandes agências horizontais que fazem tudo sozinhas, redes de agências médias, cada uma com seu diferencial, que se unem em projetos determinados, empresas especializadas num setor (esportes, por exemplo) que oferecem uma gama infinita de serviços com foco naquele conteúdo, e outras, focadas numa fase específica do trabalho, como pesquisa ou planejamento. São muitas as oportunidades, mas antes precisamos colocar nosso ego de molho e aprendermos a, efetivamente, trabalharmos em parceria. Será que conseguiremos?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-322281644376409187?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/322281644376409187/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/05/calda-longa-do-pr-parte-2-o-desafio-dos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/322281644376409187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/322281644376409187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/05/calda-longa-do-pr-parte-2-o-desafio-dos.html' title='A Cauda Longa do PR (parte 2): o desafio dos novos formatos'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S_Ec28-sc4I/AAAAAAAAAGU/f-JsMmps1RQ/s72-c/IMG_0236.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-8274207787703632426</id><published>2010-05-11T13:01:00.000-07:00</published><updated>2010-06-05T11:08:18.913-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PR'/><title type='text'>A Cauda Longa do PR (parte 1): Conteúdo é Rei</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S-m5uP3f2AI/AAAAAAAAAGM/-nBROTKj57g/s1600/CB+004.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 400px; height: 296px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S-m5uP3f2AI/AAAAAAAAAGM/-nBROTKj57g/s400/CB+004.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5470107426602604546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em “A Cauda Longa”, o editor Wired, Chris Anderson, aborda um dos principais fenômenos gerados pela revolução tecnológica da microeletrônica na economia. Para resumir, ele pontua que o comércio digital expande de maneira praticamente infinita a variedade de bens disponíveis. Enquanto que no varejo tradicional a quantidade de itens oferecidos ao consumidor é limitada pelo espaço físico que a loja dispõe (a gôndola), na internet o espaço virtual para venda de produtos é infinito. Mais ainda: com a transformação de diversos itens em bits (música, filmes e livros, por exemplo), até mesmo o espaço necessário para estocar estes bens deixou de ser necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta explosão na variedade da oferta causou o tal efeito da cauda longa. Música é um bom exemplo. Antes, poucos títulos de sucesso, os hits, eram responsáveis pela grande maioria das vendas. Hoje, os grandes hits continuam vendendo muito mais, porém, o nicho de milhares de músicas que vendem poucas cópias se tornou tão significativo que começa a representar, somado, um pedaço muito importante do mercado. Num gráfico em curva, os títulos com grande vendagem ficariam numa ponta, a cabeça, enquanto os de menor saída representam a cauda, hoje praticamente infinita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferenças à parte, Anderson mostra que o fenômeno da explosão da oferta especializada se expandiu para praticamente todos os segmentos econômicos. Graças à internet, qualquer um pode gerar determinado produto ou serviço, que passa a estar à disposição do mundo. Como a Wikipédia já comprovou, passamos todos a ser geradores de conteúdo, produtores (remunerados ou não) de algo que pode ou não ser comercializado. E é a própria web que oferece o espaço onde quem compra e quem vende estão se encontrando – pense no e-Bay, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passado este longo preâmbulo, vem a pergunta de CoffeeBreak: qual é a cauda longa no PR, na comunicação corporativa? De que forma esta mudança está mudando nosso mercado? E, antes que você simplesmente escreva um comentário dizendo que não muda nada, pense bem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio Anderson dá uma dica. Na nova edição norte-americana do livro, rebatizado de “The Longer Long Tail”, algo como “A Ainda mais Longa Cauda Longa”, ele inclui um novo capítulo no qual trata da “Cauda Longa do Marketing”. Além do caso da SUV Tahoe, da Chevy, que relatamos num post anterior, ele trata do &lt;a href="http://channel9.msdn.com/"&gt;projeto Channel 9&lt;/a&gt;, da Microsoft. Trata-se de um blog onde técnicos e profissionais comuns da empresa americana dão depoimentos sobre seu trabalho e explicam os bastidores da companhia de Bill Gates.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inspirado num canal interno de áudio dos aviões da United Airlines, no qual os passageiros podem ouvir a comunicação entre piloto e torre, desmistificando a operação do avião e oferecendo maior sensação de segurança, o blog da Microsoft tenta mostrar os homens por traz da empresa vista por muitos como monopolista, fria e imperial. Para Anderson que, lembre-se, é jornalista, é nesta abertura, nesta transparência, que está o futuro da comunicação corporativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exemplo de Anderson está alinhado &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/comunicacao-corporativa-20.html"&gt;à visão de CoffeeBreak&lt;/a&gt; de que todas as empresas se tornaram meios de comunicação – eis a cauda longa. Indo mais longe, as mídias sociais (fenômeno ainda insipiente quando o livro foi publicado) ampliam a repercussão desta empresa/geradora de conteúdo, convidando o próprio consumidor a também ser um “divulgador” da marca. O &lt;a href="http://www.blogspetrobras.com.br/fatosedados/"&gt;blog Dados e Fatos&lt;/a&gt;, no qual a Petrobrás passou a comentar as notícias sobre a empresa publicadas pela imprensa é um excelente exemplo deste futuro da comunicação corporativa &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/06/estatal-o-blog-e-velha-imprensa.html"&gt;(leia post sobre o blog aqui)&lt;/a&gt;. Agências e profissionais, hoje ainda anestesiados no seu cotidiano de pautar a grande imprensa, precisam se preparar para a nova realidade – e retomar um espaço que hoje vai sendo ocupado pela publicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O melhor, porém, é que este é apenas o começo. As possibilidades que as ferramentas digitais, a mobilidade e a conectividade permitem para o setor são incomensuráveis. Nenhum segmento mudou tanto, e de maneira tão rápida, quanto a comunicação. E os reflexos sobre o PR ainda se farão sentir de maneira equivalente. Além do conteúdo, a própria forma e organização do trabalho poderá mudar radicalmente. Mas isto é assunto para o próximo post...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-8274207787703632426?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/8274207787703632426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/05/calda-longa-do-pr-parte-1-conteudo-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/8274207787703632426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/8274207787703632426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/05/calda-longa-do-pr-parte-1-conteudo-e.html' title='A Cauda Longa do PR (parte 1): Conteúdo é Rei'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S-m5uP3f2AI/AAAAAAAAAGM/-nBROTKj57g/s72-c/CB+004.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-2191873614580676878</id><published>2010-05-01T11:16:00.000-07:00</published><updated>2010-05-04T15:43:31.219-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Trânsito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Ergam as barreiras, o metrô chegou</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S9xwrELjiFI/AAAAAAAAAGE/YOlUtLfwNq0/s1600/Imagem+107.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S9xwrELjiFI/AAAAAAAAAGE/YOlUtLfwNq0/s400/Imagem+107.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5466367932879833170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não é verdade, comprovadamente. Mas, depois que ouvi mais que uma vez, de fontes diferentes, a mesma afirmação, percebi que,  por trás dela existe outro fato que, este sim, parece ser infelizmente verídico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa recente, que refletiu em diversos meios de comunicação, mostrou que a inauguração ou mesmo o anúncio de novas estações de metrô faz a festa do mercado imobiliário. Atraídos pela facilidade, novos moradores se oferecem a pagar valores maiores para habitar estas regiões. O fenômeno, registrado recentemente em São Paulo e Rio de Janeiro, preocupa alguns urbanistas como a &lt;a href="http://raquelrolnik.wordpress.com/2010/04/15/estudo-mostra-que-chegada-do-metro-eleva-preco-dos-imoveis-o-problema-e-que-os-investimentos-nao-sao-acompanhados-de-politicas-urbanisticas/"&gt;Raquel Rolnik&lt;/a&gt;, pois estaria afastando de bairros consolidados parte de seus moradores tradicionais, impossibilitados de bancar o aumento do metro quadrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criticas a parte, faz todo o sentido, certo? Em megametrópoles onde ninguém em sã consciência quer conviver com o trânsito caótico, viver perto do metrô é valor agregado. Em minha incansável busca pela liberdade do carro, pesquisei alguns imóveis próximos às estações paulistanas. E foi então que tomei um susto. Mais de uma vez, ao visitar apartamentos mais distantes do que o esperado do metrô, ouvi o argumento: ah, mas imóvel perto da estação desvaloriza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contrariado, tentei entender o argumento por trás desta afirmação que, num primeiro momento, me pareceu puro nonsense. Piorou. A desvalorização ocorreria pela aglomeração de “pessoas esquisitas” nas redondezas. Gente simples, menos favorecida, que teria acesso ao local pelo transporte público, além de profissionais liberais que aproveitam o maior transito de pessoas para oferecer seus serviços (taxistas, ambulantes, camelôs, etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo tendo pesquisas que provam o contrário, o fato desta falácia ser dita abertamente comprova que há muita gente em São Paulo que acredita nisto, ou para quem esta demonstração de discriminação explícita faz sentido. São pessoas para quem o ideal de cidade é pensada a partir de seu próprio umbigo, com espaço apenas para meus iguais, permitindo que eu me sinta membro de um espaço de privilegiados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até ai é triste mas cada um que faça sua terapia. O que “pega” mesmo é mais uma mostra de que a posse do carro é, para estes paulistanos, divisão entre quem pode e quem não pode, entre os eleitos para esta cidade perfeita e os invasores, bárbaros que deveriam ficar restritos à periferia. Para estes, o metrô não é uma solução de transporte – até porque não irão jamais se misturar com o populacho no aperto dos trens. Mas sim um portal que transporte para seu bairro uma horda de gente estranha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se continuarmos pensando assim, mais do que construirmos prédios sem entradas de pedestres, como denunciado &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/um-post-de-amor-sao-paulo.html"&gt;aqui no CoffeeBreak &lt;/a&gt;ou termos um trânsito eternamente comprometido, em breve estaremos erguendo muros em torno de nossas ilhas urbanas e assim defendendo nossas mulheres e crianças sadias da barbárie das ruas. Pensando bem, já estamos fazendo isso faz um bom tempo, não é mesmo?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-2191873614580676878?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/2191873614580676878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/05/nao-e-verdade-comprovadamente.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2191873614580676878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2191873614580676878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/05/nao-e-verdade-comprovadamente.html' title='Ergam as barreiras, o metrô chegou'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S9xwrELjiFI/AAAAAAAAAGE/YOlUtLfwNq0/s72-c/Imagem+107.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-6833643032842513007</id><published>2010-04-28T05:59:00.000-07:00</published><updated>2010-04-28T06:07:55.421-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologia'/><title type='text'>Visões CoffeeBreak: o iPad é o novo laptop</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S9gyZC63RLI/AAAAAAAAAF8/hNLueJ0rXMQ/s1600/100_0963.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S9gyZC63RLI/AAAAAAAAAF8/hNLueJ0rXMQ/s400/100_0963.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5465173553675977906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nosso &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/04/nos-bastidores-do-lancamento-do-ipad.html"&gt;penúltimo post&lt;/a&gt; falamos sobre a estratégia de comunicação da Apple no lanç--amento do iPad. Pegando o embalo, vale discutir brevemente o produto em si. O tablet da marca da maça parece, numa primeira vista, com um iPhone tamanho XG. E esta é a origem de boa parte das criticas ao novo xodó de Steve Jobs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco menor que uma revista tradicional, o iPad faz tudo o que um iPhone faz. Reproduz e armazena músicas e filmes. Navega na internet. Permite ler e enviar e-mails, além de aceitar as milhares de aplicações independentes criados para o iPhone e iPod Touch. Tudo usando os dedos diretamente na tela, seja para digitar, seja para ativar os comandos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez pelo lançamento ter ocorrido no momento em que todos discutiam o sucesso dos “livros digitais”, em especial o Kindle, da Amazon, muitos viram na chegada do iPad a resposta da Apple ao novo segmento. Assim, a nova máquina seria um iPhone com uma tela grande o suficiente para substituir o papel na leitura de livros, revistas e jornais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em linhas gerais foi assim que a &lt;a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI125288-16380,00-ESCRITO+EM+BITS.html"&gt;Época Negócios de março&lt;/a&gt;, por exemplo, tratou do equipamento, numa ampla reportagem de capa sobre o futuro da leitura. Para alguns, o iPad seria melhor que o Kindle por permitir inserir vídeos e interatividade. Outros avaliam que o tipo de tela do gadget da Amazon é menos cansativo para leituras por tempo prolongado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o novo brinquedo da Apple seria então um iPhone grande que nem como e-reader seria melhor que o Kindle? Para que eu, que já tenho smartphone e laptop, para que mais uma traquitana eletrônica? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a edição da &lt;a href="http://www.wired.com/magazine/2010/03/ff_tablet_levy"&gt;Wired de abril &lt;/a&gt;que recolocou nos trilhos a discussão sobre o iPad. Para a revista de Chris Anderson, a inovação da Apple e os demais tablets são a peça fundamental de uma nova revolução digital. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relativamente baratos (nos EUA um iPad sai a partir de U$ 499,00, ou seja, menos de mil reais), leves (menos de um quilo), com capacidade de navegar com rapidamente pela internet e de processar ferramentas de produtividade como processador de texto, planilhas e apresentações, eles seriam o elo perdido para a inclusão digital e a mobilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futuro próximo imaginado pela Wired teria milhões de pessoas circulando com seus tablets a tira colo, trabalhando, lendo, se comunicando e se divertindo em qualquer lugar, a qualquer tempo. O avanço da cloud computing, tecnologia que permite usar programas e armazenar dados em servidores remotos na internet permite que micros pequenos e com pouca memória tenham desempenho de grandes, o que facilita ainda mais o sucesso dos tablets.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, estes aparelhos seriam o companheiro ideal de quem quer mobilidade e capacidade de produção, substituindo com vantagem, na grande maioria das vezes, os laptops – que poderiam ficar em casa, como base para o tablet, armazenando arquivos e fazendo seu backup. Parece fazer bastante sentido. Bastante. &lt;br /&gt;Entrando nesta onda futurista, CoffeeBreak também tem seu momento bola de cristal (se bem que esta ideia já deve ter sido pensada por centenas de visionários de verdade): e se lançarem (a Apple??) um laptop cuja tela se destaque do restante do aparelho e, uma vez solta, seja ela um tablet completo, com operação independente da base? Sim, seria o melhor dos mundos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-6833643032842513007?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/6833643032842513007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/04/visoes-coffeebreak-o-ipad-e-o-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6833643032842513007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6833643032842513007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/04/visoes-coffeebreak-o-ipad-e-o-novo.html' title='Visões CoffeeBreak: o iPad é o novo laptop'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S9gyZC63RLI/AAAAAAAAAF8/hNLueJ0rXMQ/s72-c/100_0963.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-2822909252713389382</id><published>2010-04-23T12:53:00.000-07:00</published><updated>2010-04-23T12:55:55.656-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='e-crise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PR'/><title type='text'>O Que Que É Isso Companheiro?</title><content type='html'>Aqui na agência de comunicação corporativa em que trabalho só se fala nisto. Entre as pessoas que do meio que sigo no Twitter também. A gafe do colega da Máquina da Notícia que trabalha na comunicação digital da Telefônica caiu como uma bomba. Não é para menos. No momento em que o setor (ou pelo menos os profissionais com visão de futuro) briga para que o mercado perceba que a gestão das mídias sociais pode e deve ser feita pelo PR, uma das grandes empresas deste segmento derrapa na curva. Um prato cheio para os críticos: será que as agências de comunicação corporativa não tem a competência necessária para desenvolver o conteúdo e fazer a gestão do Twitter, Facebook, Flickr. Orkut e demais ferramentas 2.0 de grandes empresas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O blogueiro Gregori Pavan, com outros colegas, acompanhava uma entrevista coletiva pela internet com um executivo da Telefônica, ação desenvolvida e acompanhada pelos profissionais da Maquina, que também são os responsáveis pelo Twitter da empresa de telefonia. Lá pelas tantas, ainda durante a entrevista virtual, talvez por conta do perfil crítico do colega, Fábio Camargo, que trabalha para a Máquina no atendimento digital da Telefônica, soltou no seu Twitter pessoal “Pensem num cara CHATO: Gregori Pavan é o nome dele”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Pavan &lt;a href="http://gregoripavan.blogspot.com/2010/04/1-webcast-da-telefonica-com-maquina.html"&gt;narra em seu blog&lt;/a&gt;, o Fábio ainda fez outros comentários em resposta a afirmações de seguidores para, na seqüência, apagar tudo e bloquear o acesso do Pavan a seu perfil no Twitter. Enfim, uma atitude absolutamente irresponsável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim. É espantoso que um profissional que atua profissionalmente com mídias sociais não saiba o potencial que elas têm. Será que o Fábio não percebeu que comentar sobre um blogueiro no Twitter é praticamente o mesmo que falar cara a cara com o cidadão? Ele achou, em algum momento, que tal comentário ficaria restrito a seus seguidores? Seria muita ingenuidade. Ou acreditou que, como escrevia num perfil pessoal, poderia fazer desabafos de questões profissionais, citando nominalmente um blogueiro, sem envolver seu cargo ou cliente? Tão ou mais inocente, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Máquina publicou um &lt;a href="http://blog.maquina.inf.br/2010/04/22/desculpas-em-ctrlz/"&gt;pedido oficial de desculpas&lt;/a&gt;, que é o que se espera da empresa, mas, claro, a polêmica está no ar. Como a própria Carla Dazzi, diretora da Máquina Web comenta, o ocorrido é mais um aprendizado desta relação com as mídias sociais. Porém, parece que estamos aprendendo devagar demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto é que os erros não são apenas de agências de comunicação corporativa, como a Máquina, mas de agências de publicidade digital (&lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/04/as-seis-licoes-das-e-crises-locaweb-e.html"&gt;leia aqui sobre a e-crise Visa/Walmart&lt;/a&gt;) e diretores da  empresas (&lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/04/as-seis-licoes-das-e-crises-locaweb-e.html"&gt;caso Locaweb&lt;/a&gt;). E, normalmente, os grandes erros acontecem pela pura e simples descrença do que todos nós vendemos: o enorme potencial de viralização das redes sociais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-2822909252713389382?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/2822909252713389382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/04/o-que-que-e-isso-companheiro.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2822909252713389382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2822909252713389382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/04/o-que-que-e-isso-companheiro.html' title='O Que Que É Isso Companheiro?'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-9146828401223519660</id><published>2010-04-20T02:59:00.000-07:00</published><updated>2010-04-20T03:03:53.403-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='iPad'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><title type='text'>Nos Bastidores do Lançamento do iPad</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S8178lJGDkI/AAAAAAAAAF0/dBUV2DimJ8U/s1600/100_2244.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S8178lJGDkI/AAAAAAAAAF0/dBUV2DimJ8U/s400/100_2244.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5462158203762904642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há duas abordagens para CoffeeBreak comentar o lançamento do iPad: a vencedora estratégia de comunicação da Apple e nosso pitaco na discussão mundial sobre o futuro do aparelho (será ele uma inutilidade total ao apenas reproduzir parte das funções do iPhone com uma tela maior ou o tablet de Steve Jobs vai revolucionar o mundo?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando na comunicação, ela foi perfeita. Seguramente planejada com antecedência para criar diversos momentos e enfoques para repercussão na imprensa. Uma das grandes “sacadas” da comunicação da Apple é o pré-lançamento. Aproveitando blogs e demais veículos das redes sociais, a empresa, de forma bastante cuidadosa, deixou “vazar” a novidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cuidado acontece na forma como o vazamento ocorre: fontes em of começam a comentar o que seriam informações de bastidor com semanas antes do anúncio. Num dos posts que li neste período, por exemplo (acho que no Mashable), o autor escreveu que um profissional da Apple disse ter visto caminhões e mais caminhões cheios de livros chegando na sede da empresa em Cupertino, Califórnia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de uma estratégia ousada. Normalmente as corporações repreendem funcionários que passam informações de bastidor para jornalistas (ou blogueiros). É uma forma de manter o controle dos dados e evitar que concorrentes ou investidores saibam de fatos que podem ter reflexo em seu desempenho. De alguma forma a Apple se organizou para que alguns profissionais assumam o papel de informantes da imprensa mas apenas levando dados “inofensivos”. Haja disciplina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante, ao menos para a empresa, é que a ação funciona. Ainda mais porque, oficialmente, a comunicação corporativa da Apple nega sempre os “rumores”, o que só faz aumentar o debate (é este fato que me faz crer que o vazamento não sai da comunicação, que depois não teria credibilidade para suas negativas). Para aquecer o boca a boca, em algum momento a companhia informa a imprensa que fará um anúncio, mas não revela o assunto. Todos perguntaram, neste caso, se era o tablet, e a resposta oficial foi não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado: no dia do lançamento estavam TODOS lá – blogs, sites, imprensa tradicional, ansiosos para saber se era ou não o iPad. No fundo, todos já sabiam, mas ninguém tinha certeza. O cenário ideal para chamar a atenção e aumentar a curiosidade (e se for o tablet, como será?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro detalhe importante nestes lançamentos da Apple é que eles ocorrem com a antecedência certa de sua chegada ao mercado. Tarde demais para a concorrência copiar, mas com tempo para criar a ansiedade pelo novo produto nos consumidores e, na imprensa, gerar um terceiro momento, a análise da novidade, que finalmente estará em suas mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, tudo isto só funciona porque os produtos são realmente inovadores e conseguem gerar o interesse e curiosidade da imprensa e do público final. E, como no pôquer, é preciso variar a estratégia para não ficar previsível. Se a Apple, por exemplo, continuar sempre negando fatos que depois serão confirmados, vai perder a credibilidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para quem trabalha com comunicação corporativa (como eu), fica um interessante estudo de caso. Especialmente quanto a integrar os blogs e mídias sociais num plano de divulgação para a imprensa, o que mostra, mais uma vez, que o papel de liderar a relação entre empresas e as redes sociais é do PR. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS – O palpite do CoffeeBreak sobre o iPad fica para o próximo post.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-9146828401223519660?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/9146828401223519660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/04/nos-bastidores-do-lancamento-do-ipad.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/9146828401223519660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/9146828401223519660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/04/nos-bastidores-do-lancamento-do-ipad.html' title='Nos Bastidores do Lançamento do iPad'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S8178lJGDkI/AAAAAAAAAF0/dBUV2DimJ8U/s72-c/100_2244.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-3898439720434778976</id><published>2010-04-07T12:00:00.000-07:00</published><updated>2010-04-07T12:12:15.257-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gerenciamento de Crise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PR'/><title type='text'>Audácia Militar Fashion - A defesa de Jobim para Piauí Herald</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S7zYvzGRRMI/AAAAAAAAAFs/nYl8ObH_87M/s1600/cartas720-300.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 230px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S7zYvzGRRMI/AAAAAAAAAFs/nYl8ObH_87M/s400/cartas720-300.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457475164148155586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Audaciosa ou suicida? Uma das mais ousadas estratégias reativas de comunicação não vem do ‘inovador’ setor privado, e sim do poder público. Mais especificamente do conservador e altamente hierarquizado Ministério da Defesa, ou seja, das Forças Armadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua edição de fevereiro, a Piauí aumentou o tom das citações jocosas ao ministro Nelson Jobim. Com chamada de capa, a revista dedicou quatro páginas de sua &lt;a href="http://www.revistapiaui.com.br/edicao_41/artigo_1253/PIAU%C3%8D_Herald.aspx"&gt;Piauí Herald (uma fake publicação dentro da publicação) para um especial fashion militar&lt;/a&gt; estrelado pelo comandante civil de nossas tropas. Jobim aparece vestido de gladiador, viking, centurião romano e cruzado, entre outras versões. Sempre com impagáveis comentários no melhor estilo fashionista fake.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos tempos da Revolução, tamanha falta de respeito a um líder de nossas forças armadas seria motivo de grande crise institucional. (isto é, se chegasse a ser publicada, diante da censura daqueles dias). Sisudos, nossas lideranças fardadas jamais admitiriam ver o Ministro da Defesa ridicularizado. As fotos seriam motivo de revolta nos quartéis. O orgulho nacional estaria ameaçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas estamos numa democracia e os veículos de comunicação, ainda mais os que misturam humor e informação, tem liberdade para criticar e mesmo ironizar nossas autoridades. O problema saiu da esfera político-militar para os colegas da comunicação social do ministério. Pense bem. O que você faria nesta situação se fosse o responsável pela área?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma postura possível é ficar quieto. Simplesmente ignorar e não alimentar a polêmica. Como não se trata de uma reportagem, e sim de uma veiculação humorística, não há espaço para pedir uma errata. Provavelmente 80% dos assessores de imprensa iria escolher este caminho. Me incluo entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros 10% iriam tentar convencer o cliente a um encontro de relacionamento. O que aquele povo da Piauí tem contra nós? Vamos almoçar com o Mario Sergio Conti e tentar uma aproximação? Dependendo do perfil do cliente, poderia funcionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os 10% restantes se deixariam levar pelos argumentos enfurecidos do cliente e fariam o que não deveriam: uma carta mal humorada e agressiva acusando a publicação de ser parcial, partidária e mal amada. Imprensinha marrom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ainda há quem pense e aja “fora da caixa”. Para minha imensa surpresa, a edição deste mês tem na capa a chamada “Jobim contra-ataca. Piauí Herald capitula diante das pressões do ministro maragato”. Pensei que eles voltariam à carga e, folheando a publicação, descobri que não havia reportagem, e sim um box na sessão de cartas. Nela &lt;a href="http://www.revistapiaui.com.br/edicao_43/abril/cartas.aspx"&gt;um texto do José Ramos, coordenador de comunicação social do Ministério da Defesa&lt;/a&gt; informava que o ministro Jobim cumprimentava a revista pelo artigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda mais. Segundo o texto, Jobim teria avaliado que “a revista conseguiu tratar da questão dos uniformes militares, sob perspectiva histórica, de forma muito criativa, bem-humorada e com o altíssimo bom gosto que a caracteriza” (grifo nosso). Ainda mais. Para fechar, a nota informa que o ministro sentiu falta de incluírem os “bravos guerreiros Maragatos” (????) e os “contemporâneos guerreiros Colorados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Óbvio que a revista publicou os perfis sugeridos e num texto bem humorado brincou com o ministro. E eu, como leitor, fiquei com uma imagem muito mais próxima do Jobim. Cara legal, pensei. Entrou na brincadeira, não se levou a sério. Não deixou o cargo ser maior que o Homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que nossos executivos de comunicação do setor privado se permitiram esta exposição descontraída?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-3898439720434778976?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/3898439720434778976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/04/audacia-militar-fashion-defesa-de-jobim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3898439720434778976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3898439720434778976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/04/audacia-militar-fashion-defesa-de-jobim.html' title='Audácia Militar Fashion - A defesa de Jobim para Piauí Herald'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S7zYvzGRRMI/AAAAAAAAAFs/nYl8ObH_87M/s72-c/cartas720-300.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-7505535423983408124</id><published>2010-04-01T09:14:00.000-07:00</published><updated>2010-04-01T09:20:53.667-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='e-crise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><title type='text'>As seis lições das e-crises Locaweb e Visa/Walmart</title><content type='html'>&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Por ordem cronológica: No final de semana Alex Glikas, um executivo da Locaweb, com apenas 200 e poucos seguidores no Twitter, virou alvo preferencial da torcida São Paulina por conta de um tweet aparentemente banal. Corinthiano, comemorou a vitória de seu time sobre o tricolor nas redes sociais com um típico “&lt;a href="http://blog.rsevero.com/?p=628"&gt;Chupppa Bambizada&lt;/a&gt;”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O detalhe é que a empresa em que ele trabalha assinou contrato para patrocinar o São Paulo por dois jogos – o clássico contra o Corinthians e o empate sem gols de ontem contra o Monterey do México. E, para complicar um pouco mais, Alex citou a Locaweb no tweet.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;De novo, foram apenas pouco mais de 200 seguidores de Alex que receberam a mensagem no início da noite de domingo. No meio da noite, nos típicos programas ‘mesa-redonda’ da TV, que discutem a rodada do futebol, a frase de Alex já era tema de discussão. Assim como em diversos sites e blogs. Ou seja, em menos de 4 horas o comentário infeliz viralizou no Twitter e ganhou a mídia tradicional. Resultado: mesmo depois de se desculpar, Alex perdeu o emprego e a Locaweb ficou com a imagem arranhada junto à torcida do time que decidiu patrocinar.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;No mesmo momento em que o executivo da empresa se hospedagem ganhava o prefixo ‘ex’, a bruxa das redes sociais já estava atacando em novo endereço (ou seria URL?) e baixou no site do Walmart. A rede de hipermercados, em poucos minutos, de herói virou vilã no Twitter por conta de uma promoção, em conjunto com a VISA, mal administrada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A idéia da ID/TBWA foi ótima: Desafiar a comunidade virtual a conquistar, por meio do Twitter, um mega-desconto em produtos de grande demanda. Se a empresa registrasse cinco mil tweets com o tag &lt;b style=""&gt;#JuntosPeloDescontoVisa&lt;/b&gt;, daria, por 24 horas,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;200 reais de desconto na compra do Guitar Hero 5 no site do Walmart. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O único problema é que a promoção foi um sucesso. A tag foi parar nos primeiros lugares do Trending Topics (TT) local do Twitter e o Walmart deu o desconto. Mas o produto acabou em poucos minutos, devido à enorme demanda, e milhares de pessoas que ajudaram a promoção a ser um sucesso, se frustraram. Em pouco tempo, o tag que estava liderando o Trending Topics do Twitter era &lt;b style=""&gt;#FudidosPeloDescontoVisa&lt;/b&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;As empresas argumentaram que o regulamento da promoção informava que o desconto poderia ser suspenso caso esgotasse o estoque do Walmart, mas isto não foi comunicado ativamente para ninguém – &lt;a href="http://www.brainstorm9.com.br/2010/03/29/visa-e-walmart-peca-desconto-na-internet-usando-twitter-facebook-etc/"&gt;a promessa era que o desconto seria concedido por 24 horas.&lt;/a&gt; &lt;st1:personname productid="Em resumo. Ao" st="on"&gt;Em resumo. Ao&lt;/st1:personname&gt; contrário do caso do carro da Chevy que contamos &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/03/contando-causo-2-incrivel-historia-do.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, na promoção Visa/Walmart tivemos um sucesso tão grande que se transformou em fracasso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O que as duas crises têm em comum? Em ambos os casos houve um claro menosprezo pela potência das redes sociais. Alex, inocente, achou que o comentário ficaria apenas entre seus amigos que o seguem no Twitter. E Visa/Walmart avaliaram mal o potencial de venda da promoção. Como em outros casos similares, Alex e Visa/Walmart se viram numa situação em que perderam o controle sobre o que comunicaram. Como se isto ainda existisse.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;O que podemos aprender com estas crises:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;1)&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Você não sabe até onde sua mensagem pode chegar nas mídias sociais. Seguindo a velha regra matemática do 80/20, que rege o caos, a grande maioria das postagens morre, não repercute. Mas uma pequena parte dela (os 20% da regra) explodem e podem se tornar virais (&lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/03/coffee-break-entrevista-os-segredos-do.html"&gt;veja o caso do nosso amigo do curling caseiro&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;2)&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Então post apenas o que você tem certeza que não irá comprometer sua imagem ou de sua empresa, clube, associação, família etc. É simples: a internet é um espaço público. O que vc escrever estará aberto a TODOS. Então imagine que seu tweet pode aparecer no Jornal Nacional. Mesmo assim está confortável com o texto? Então siga em frente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;3)&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Imagine o pior (ou melhor) cenário possível e esteja pronto para ele. Se for fazer uma promessa, se prepare para que TODOS os usuários da internet cobrem por ela. O céu é o limite da sua mensagem nas redes sociais. Para o bem ou para o mal, esteja pronto para ele.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;4)&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Lembre-se de que não há limites físicos na internet. Todas as mídias sociais estão interligadas. E podem ultrapassar seus limites através de antigas tecnologias como e-mail (lembra dele?) ou telefonia. Você pode divulgar sua promoção no Twitter e atingir toda a base de usuários de internet do país.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;5)&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Defina regras claras para ações nas mídias sociais. Torne-as conhecidas de todos. Seja transparente e cumpra o que prometeu. Na internet de hoje não há espaço para as linhas miúdas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left: 36pt; text-indent: -18pt;"&gt;&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=""&gt;6)&lt;span style="font: 7pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Ponha seus limites e seja claro. Se, no lugar de oferecer o desconto por 24horas, Visa/Walmart pontuassem de saída que tinham X peças para vender com o desconto, provavelmente não teríamos crise.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-7505535423983408124?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/7505535423983408124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/04/as-seis-licoes-das-e-crises-locaweb-e.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7505535423983408124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7505535423983408124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/04/as-seis-licoes-das-e-crises-locaweb-e.html' title='As seis lições das e-crises Locaweb e Visa/Walmart'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-1248066662416283692</id><published>2010-03-30T03:02:00.000-07:00</published><updated>2010-03-30T03:24:34.792-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Tão perto, tão longe</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S7HQtreXrZI/AAAAAAAAAFc/jVRC0euQ8xY/s1600/100_2773.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S7HQtreXrZI/AAAAAAAAAFc/jVRC0euQ8xY/s200/100_2773.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454370106905177490" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S7HQuB4QZWI/AAAAAAAAAFk/YlsorBnNaSI/s1600/100_2289.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S7HQuB4QZWI/AAAAAAAAAFk/YlsorBnNaSI/s200/100_2289.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5454370112919332194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Meu trabalho me permite viajar com certa freqüência. No começo deste ano, por exemplo, tive a grata oportunidade de visitar, com poucas semanas de diferença, Londres e Miami. E fiquei assombrado com a diferença com que ingleses e norte-americanos tratam a questão do respeito ao meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na capital do Reino Unido me senti um ogro destruidor da natureza. Entre profissionais indo ao trabalho de bicicleta, transporte público funcional e ruas com poucos carros, o destaque, para mim, foi o total desaparecimento das sacolas plásticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como todo bom viajante, comprei alguns badulaques para a família. Um brinquedo aqui, um chá acolá. Mas em momento algum os produtos foram acondicionados em embalagens plásticas. Alguns comerciantes me entregaram os itens em sacos de papel. Outros apenas devolveram a compra da mesma forma que eu a entreguei no caixa, ou seja, sem qualquer embalagem. Nas ruas, chamava a atenção a grande quantidade de pessoas passeando com pequenas sacolas de pano, para acondicionar compras miúdas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Miami, bom, lá eu me senti um eco-chato. Ao contrário de Londres, a cidade norte-americana prioriza o transporte em veículos motorizados individuais. Com gasolina (ainda) barata e carros idem, o transporte público fica resumido a turistas teimosos que não alugaram um automóvel, pré-adolescentes (até os 16), imigrantes ilegais e trabalhadores mais humildes. Bicicletas? Só em regiões restritas como Miami Beach – apesar de plana, Miami e região se ‘espalha’ na horizontal por quilômetros e quilômetros (ou seriam milhas e milhas?), tornando difícil o deslocamento sem um meio motorizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grande centro de consumo, com seus shoppings e mega outlets de preços tentadores, a capital da Flórida parece bem distante de qualquer preocupação com o meio ambiente também no que se trata do destino do lixo. Praticamente impossível sair das milhares de lojas sem sacolas e mais sacolas plásticas. E, em quatro dias circulando pela cidade, não vi um único recipiente para separação de detritos recicláveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais assustador, porém, foi o passeio no final da tarde de uma terça-feira em Miami Beach. Não entendi nada. O belo mar com tons de azul claro estava lá, assim como as coloridas tendas de madeira dos salva-vidas. Mas aquele festival de lixo na faixa de areia não fazia o menor sentido. Por algum motivo bizarro, os banhistas norte-americanos simplesmente não recolhem seu lixo na praia. Latas de cerveja e refrigerante, copos de papelão, embalagens de lanches e salgadinhos se espalham pela praia, num deprimente espetáculo de falta de pudor e educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que, em algum momento, alguém aparece e limpa tudo, pois de manhã cedo a paia esta limpinha, linda, reluzente. Mas será que eles nunca vão passear na praia no final da tarde? Curtir o por do sol então, nem pensar. Talvez haja um motivo, uma razão qualquer. Mas não parece nada coerente. Um gasto de dinheiro púbico (ainda bem que não é o meu) e um desrespeito com o ambiente, que merece um tratamento mais adequado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois paises que dividem não apenas o mesmo idioma, mas a mesma base de pensamento anglo-saxão. De onde se origina tamanha diferença? Não tenho a menor ideia e nem mesmo a pretensão de, com a visão simplista de um viajante, responder a esta pergunta. A única pista que tenho é a cena que registrei em Londres, a beira do Tâmisa, bem em frente ao Tate Modern, onde um grupo decidiu enforcar pingüins e ursos polares (de plástico, ufa!) como alerta ao aquecimento global, dando uma mostra da distancia do engajamento popular das duas cidades. Enquanto isto, num final de tarde em Miami Beach...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-1248066662416283692?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/1248066662416283692/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/03/tao-perto-tao-longe.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1248066662416283692'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1248066662416283692'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/03/tao-perto-tao-longe.html' title='Tão perto, tão longe'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S7HQtreXrZI/AAAAAAAAAFc/jVRC0euQ8xY/s72-c/100_2773.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-8463701113928842879</id><published>2010-03-19T11:59:00.000-07:00</published><updated>2010-03-25T09:19:53.946-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><title type='text'>Contando causo 2: A incrível história do fracasso bem sucedido nas redes sociais</title><content type='html'>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4oNedC3j0e4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4oNedC3j0e4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes chegar tarde é uma vantagem competitiva. Alguns estrategistas afirmam que, dependendo do seu posicionamento, deixar que outros saiam na frente para aprender com seus erros e entrando em campo quando o jogo está claramente definido pode ser o melhor caminho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda esta lenga-lenga para explicar que apenas há pouco comprei meu exemplar de ‘A Calda Longa’, de Chris Anderson, autor também do polêmico ‘Free’ (ou ‘Grátis’, no idioma de Machado de Assis). Aproveitei a viagem de um amigo a NY para encomendar um exemplar em inglês. A vantagem, inesperada, é que ele trouxe uma nova versão do livro, ‘The Longer Long Tail’, algo como a Calda Longa Alongada, com um capítulo extra sobre o que seria a calda longa do marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é neste capítulo, ausente da versão em português, que encontrei o fantástico causo de hoje. Anderson, editor chefe da bíblia nerd norte-americana Wired, descreve a campanha publicitária que a agência Campbell-Ewald, de Detroit, desenvolveram em 2006 para a SUV Tahoe, da Chevy (marca da GM). Tentando revolucionar a comunicação do carro beberrão de combustível em plena era do aquecimento global, os criativos decidiram usar as mídias sociais para criar uma comunicação interativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num projeto inovador para a época, forneceram, num web-site, uma série de imagens brutas do carro, músicas e ferramentas básicas de edição, permitindo que cada um criasse seu próprio comercial. Num merchandising com a edição original do programa de TV O Aprendiz, lançaram o desafio de premiar e veicular a peça vencedora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em quatro semanas, mais de 3.000 pessoas postaram seu vídeo. E foi então que a crise começou. Entre muitos filmes positivos sobre o Tahoe, surgiram diversas versões, digamos, ãh, críticas ao veículo, com referências ao aquecimento global “gosta do verão, então você deveria dirigir um destes” ao excessivo consumo de combustíveis e, óbvio, à guerra no Iraque – “que carro Jesus dirigiria?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pouco tempo a situação saiu do controle dos marketeiros. Os vídeos mais subversivos invadiram o YouTube. A proposta inicial da agência, de criar um viral, foi plenamente atingida, mas ao contrário. O que circulou na internet foram filmes criticando o carro e a marca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais surpreendente, porém, foi o resultado comercial. Ao contrário do que todos nos suporíamos, as vendas do Tahoe não caíram. Elas SUBIRAM. Segundo Anderson, o modelo se tornou a SUV mais vendida do mercado norte-americano e, no período posterior à campanha, chegou a atingir cerca de 30% de market share no seu segmento. Mais de 600 mil pessoas visitaram o site do projeto e dois terços destes foram, em seguida, ao site da marca, verificar mais detalhes sobre o carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo da publicidade, os críticos de primeira hora foram obrigados a rever seus conceitos. Um editorial da Advertising Age sugeriu que os que viram na campanha do Tahoe a prova do perigo de permitir aos consumidores gerarem o conteúdo comercial que admitissem sua incompetência e abandonassem o mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o grande segredo deste causo seja a coragem de agência e cliente em manterem no site os vídeos críticos à marca. Desde o início, eles tinham claro que tentar eliminar o conteúdo dos participantes, por mais ofensivo que ele fosse, seria muito mais danoso à marca. Anderson avalia que esta postura de receber bem as queixas e piadas poderia inclusive tornar a marca mais simpática, cool. Alem disso, as peças subversivas podem ter servido para ‘expiar’ os questionamentos e queixas que sempre existiram junto a parte do público (eles não foram criados por conta da campanha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos num momento em que a voz do consumidor, amplificada pelas ferramentas de comunicação da internet, é a dona da razão. E onde a transparência virou a regra do jogo. Nada pior do que tentar enganar ou subestimar a inteligência do público. Melhor aprender as regras do jogo e, como o pessoal da Chevy, se beneficiar dele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-8463701113928842879?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/8463701113928842879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/03/contando-causo-2-incrivel-historia-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/8463701113928842879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/8463701113928842879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/03/contando-causo-2-incrivel-historia-do.html' title='Contando causo 2: A incrível história do fracasso bem sucedido nas redes sociais'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-4332041030255988433</id><published>2010-03-03T13:31:00.000-08:00</published><updated>2010-03-03T13:46:25.548-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><title type='text'>CoffeeBreak entrevista: Segredos do Assessor de Imprensa que se Transformou em Viral nas Redes Sociais (ou Foi Quase sem Querer)</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S47YJJjXNAI/AAAAAAAAAFU/QDm6jVlOqYI/s1600-h/a+Fabio.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 267px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S47YJJjXNAI/AAAAAAAAAFU/QDm6jVlOqYI/s400/a+Fabio.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5444526651232171010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fabio Chiorino virou celebridade. Ou, como ele mesmo prefere se auto-denominar, uma futura ex-celebridade virtual. Em menos de uma semana, seu rosto estava na home do &lt;a href="http://twitpic.com/1684gu"&gt;portal Terra&lt;/a&gt;, nas páginas do diário gaúcho &lt;a href="http://twitpic.com/167rwc"&gt;Zero Hora&lt;/a&gt; e nas telas da Band Sports. Enquanto escrevo estas linhas, o jornalista e assessor de imprensa, com quem tenho o prazer de dividir espaço no escritório da XPress, se prepara para uma entrevista a Luis Megale e Marcelo Duarte para o programa ‘É Brasil que não Acaba mais’ da BandNews FM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fabinho, como carinhosamente o chamamos na X, ou @fchiorino, como hoje é mais conhecido, agora é “viral”. Uma imagem sua simulando o que seria a forma caseira de jogar curling (aquela modalidade esportiva besta, parecida com um tipo de bocha disputado no gelo, que virou modinha com a transmissão na TV Record das Olimpíadas de inverno), ganhou o mundo virtual e o levou à imprensa tradicional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na internet, a foto caseira saiu do Twitter para invadir as caixas de e-mail. “Um amigo que trabalha num jornal em Salvador mandou mensagem dizendo não acreditar que metade da redação estampava, naquele momento, meu rosto em seus monitores”, relatou. “Teve uma moça que pediu para pararem de mandar o arquivo com a imagem, que ela havia recebido mais de 17 vezes. Outro colega disse que a imagem estava num site de humor no exterior, mas preciso achar o link”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais incrível foi que tudo começou com um twett no perfil da @amandaansaldo, esposo da Fabio, plena sexta-feira meia noite, “http://twitpic.com/15k2kc - Meu marido nas Olimpíadas de Inverno #curling” . E ela tinha apenas 60 seguidores (hoje são 230). Alguns seguidores da Amanda com redes sociais muito maiores adoraram a foto e a ‘retuitaram’. De RT em RT ela rapidamente chegou ao pessoal que cuida do twitter dos Malvados, que a repostou, chegando ao Quibe Louco e depois ao Luciano Hulk, perfil com maior número de seguidores do país. Pronto, a imagem de Fabio Chiorino jogando curling caseiro havia ganho as redes sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como outro colega de trabalho, Rodrigo Dionísio, escreveu no &lt;a href="http://www.xcomunicacao.com.br/noticias/3911/#more-3911"&gt;blog da XPress&lt;/a&gt;, brincando e sem qualquer pretensão além de se divertir e criar uma boa piada, Fabio Chiorino conseguiu de graça o que muitas empresas pagariam bem para ter no nosso mundo da Comunicação Corporativa. Se fosse um trabalho profissional para divulgar o curling, por exemplo, acredito que o ‘cliente’ estaria feliz com o resultado. Por outro lado, acho difícil que um ‘cliente’ tivesse aceito uma ação tão simples e despretensiosa. A questão é que, segundo Chiorino, foi exatamente este o pulo do gato. A seguir, relato algumas lições que ele relata com o caso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;1.&lt;/span&gt; Esteja ligado nas tendências, use as redes sociais como termômetro – “Sou apaixonado por esportes e, claro, fiquei ligado na transmissão pela SPORTV e TV Record das Olimpíadas de Inverno. Também sou muito ligado nas redes sociais e comecei a perceber que o curling estava ganhando relevância. Via alguns tweets brincando com a modalidade e em diversos momentos ela apareceu como TT (trend topics). É um esporte novo, inusitado, e estava chamando a atenção, virando notícia.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;2.&lt;/span&gt; E aja com rapidez – “O timming é importante. Tem quer rápido, falar do assunto quanto ele ainda é assunto, ainda está na cabeça das pessoas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;3.&lt;/span&gt; Humor é a chave para viralizar a mensagem – “Tudo aconteceu sem querer. Era uma piada que as pessoas gostaram e quiseram contar para os amigos, que por sua vez replicaram para outros e assim por diante, num crescimento exponencial das redes sociais. O humor é um dos grandes temas das redes sociais, dos e-mails. É só ver o numero de seguidores do Quibe Louco”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;4.&lt;/span&gt; Seja simples... – “Acho que um dos segredos foi a simplicidade. Era apenas uma foto. Você clicava no link e ela estava lá. Não tinha que preencher formulário, ler nada ou assinar qualquer serviço. Apenas uma imagem que comunicava tudo. Muitas vezes percebo que as empresas querem viralizar algo mas se perdem em milhões de detalhes e informações adicionais que acabam tornando o conteúdo chato ou de difícil acesso. Um exemplo: na mesma semana em que postamos a foto tive um artigo meu publicado pela Revista da Folha que repercutiu muito menos. Talvez porque o texto está hospedado no UOL e apenas os assinantes têm acesso.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;5.&lt;/span&gt; ...Mas atento aos detalhes – “Fizemos a foto em casa, assim que tivemos a ideia. Foi de supetão. Mas fiz a cara de preocupado que os atletas tem na hora de jogar. O gelo que a Amanda colocou no chão também fez a diferença, assim como a nossa chaleira que, por feliz coincidência, tem o formato muito parecido com a pedra que eles usam no curling. Foi uma produção caseira mas pensada para tornar aquilo o mais legal possível. Queríamos que as pessoas rissem. Hoje (dia 2 de março de 2010) o link da foto já teve mais de 20 mil visualizações”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;6.&lt;/span&gt; E objetivo – “Como o Rodrigo escreveu no post dele para o XComunicação, acho que o conteúdo viral tem muito de jornalismo. A mensagem, seja escrita ou, como no meu caso, em formato de imagem, tem que ser objetiva, sem firulas, fácil de ser entendida e direto ao ponto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;7.&lt;/span&gt; Tenha estratégia – “Outro ponto importante foi postarmos no perfil da Amanda. Em teoria era pior, pois ela tinha metade do número de seguidores que eu, mas achamos que postar algo do gênero “me vejam jogando curling em casa” poderia ficar com cara de auto-promoção e perder parte do impacto. Acho que estávamos certos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;8.&lt;/span&gt; Finalmente, nunca subestime o poder das redes sociais – “Acho que esta história, de como uma brincadeira despretensiosa num perfil com 60 seguidores se tornou viral e chegou à grande imprensa comprova a força do Twitter, do Facebook. Teve uma hora em que eu e a Amanda nos olhamos e falamos, “f... perdemos o controle”. A piada virou uma bola de neve e o Fabio Chiorino se tornou a mais nova celebridade virtual. Como ele diz, teve seus 15 tweets de fama.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-4332041030255988433?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/4332041030255988433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/03/coffee-break-entrevista-os-segredos-do.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4332041030255988433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4332041030255988433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/03/coffee-break-entrevista-os-segredos-do.html' title='CoffeeBreak entrevista: Segredos do Assessor de Imprensa que se Transformou em Viral nas Redes Sociais (ou Foi Quase sem Querer)'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S47YJJjXNAI/AAAAAAAAAFU/QDm6jVlOqYI/s72-c/a+Fabio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-2782790195654302963</id><published>2010-02-17T12:50:00.000-08:00</published><updated>2010-03-01T07:22:50.450-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>A nova onda do trabalho flexível</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S3xXdVW6sLI/AAAAAAAAAFM/JhzPodkICn4/s1600-h/100_2264.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S3xXdVW6sLI/AAAAAAAAAFM/JhzPodkICn4/s400/100_2264.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439318611417804978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema me persegue. Estava em Londres a trabalho e comprei o ótimo The Guardian. Mal começo a folhear o jornal e dou de cara com a manchete: Flex Appeal – como a recessão tem levado empregados e empregadores a repensarem a tradicional rotina de trabalho das nove às cinco (é o Reino Unido, não se esqueça) e adotar a agenda ultra-flexível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia é simples (apesar de, acredito, ainda não compatível com nossa legislação trabalhista): por meio da internet, empresas criam redes de profissionais dispostos a trabalhar por demanda, como freelances. Para os empregadores, ainda inseguros com a real necessidade de montar uma equipe fixa, a possibilidade de contar com mão de obra especializada apenas no período em que realmente precisa pode ser chave para sobreviver aos tempos bicudos de crise econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E muitos trabalhadores começam a ver neste esquema, apesar da insegurança, uma opção para ter mais tempo livre para outros projetos (pessoais ou profissionais). Claro, estarão pensando alguns dos milhões de leitores de CoffeeBreak, isto não é novo. Não é, especialmente em alguns mercados de prestação de serviços como o dos jornalistas e assessores de imprensa, ou mesmo babás e faxineiras diaristas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A novidade é que a internet e sua enorme capacidade de abastecer mercados de nicho está ampliando e acelerando este tipo de relação de trabalho, permitindo que mais empresas encontrem mais e diferentes tipos de profissionais em diversos locais. Mais, está também facilitando o trabalho à distância (veja post sobre o tema aqui), permitindo que muitos freelas desenvolvam projetos com pouco ou mesmo nenhuma presença física na sede do empregador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta liberdade é a tendência. O mesmo Guardian apresenta reportagem sobre estudo de um centro de pensamento econômico norte-americano, o New Economic Foundation, de que a carga horária média no futuro deveria ser de... 21 horas por semana. Seria uma resposta tanto a problemas macro estruturais, como o crescimento do desemprego e desigualdade, quanto de questões pessoais, caso do desbalanço entre vida pessoal e profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo prático vem do estado norte-americano de Utah, onde a decisão de reduzir a jornada de todos os empregos públicos para quatro dias por semana gerou economia de energia, reduziu o absenteísmo e aumentou a produtividade. Os especialistas acreditam ainda que profissionais com maior equilíbrio entre trabalho e vida pessoal podem continuar empregadas por mais tempo, reduzindo a pressão por aposentadorias que hoje coloca em risco a economia de diversos países. A chave, dizem eles, é flexibilidade de empregadores e empregados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta ao Brasil, abro O Estado de S.Paulo e dou de cara com que tema? “Jornada de quatro dias por semana – com carga horária reduzida, os funcionários ‘part time’ cumprem, em média, 25 horas semanais, abrindo possibilidade para um emprego extra ou maior dedicação aos estudos”, estampava a capa do caderno de empregos dia 14 de fevereiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É óbvio que uma jornada de 21 ou 25 horas semanais significará menores salários mensais. Mas, pensando que poderemos trabalhar por mais tempo e com mais qualidade de vida (e reduzindo todos os gastos diretamente ligados ao trabalho, como transporte e vestuário), pode ser um bom negócio no médio/longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante é que já passou a hora de repensarmos nossa relação com o trabalho. Jornada flexível, escritório em casa (ou na praia, no café, ou no parque), carreiras paralelas, empreendedorismo. Com o avanço da tecnologia, mais do que nunca temos a oportunidade de buscarmos formas diferentes de organizarmos nossas vidas. Claro, se todos formos flexíveis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-2782790195654302963?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/2782790195654302963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/02/nova-onda-do-trabalho-flexivel.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2782790195654302963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2782790195654302963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/02/nova-onda-do-trabalho-flexivel.html' title='A nova onda do trabalho flexível'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S3xXdVW6sLI/AAAAAAAAAFM/JhzPodkICn4/s72-c/100_2264.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-2486067941212279920</id><published>2010-02-17T12:43:00.000-08:00</published><updated>2010-02-22T12:36:27.877-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Contando causos: o fiasco gerado pela busca da perfeição</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S3xV3YqAIPI/AAAAAAAAAFE/m79t4m1mPQU/s1600-h/100_2179.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S3xV3YqAIPI/AAAAAAAAAFE/m79t4m1mPQU/s400/100_2179.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439316859956502770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto mais experiência tenho, mais acredito no dito popular de que o ótimo é inimigo do bom. Ou seja, algumas vezes, o excesso de perfeccionismo (eu disse excesso) é o melhor caminho para o fracasso. Quantos profissionais não “travam” diante do medo da falha? Quantos projetos bem estruturados são abortados por não alcançarem padrões inatingíveis de excelência? Para exemplificar, se fossemos esperar a garantia de 100% de qualidade (seja em gramática, seja em correção de dados) provavelmente não teríamos nenhum jornal diário circulando no mundo – ou talvez eles fossem publicados apenas três ou quatro dias apos os fatos terem ocorrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.wired.com/magazine/2009/12/fail_duke_nukem/"&gt;edição de janeiro da revista Wired&lt;/a&gt; traz um exemplo tão extremo que, se fosse ficção, seria criticado por irrealista. Em 1996 os então jovens empreendedores George Broussard e Scott Miller lançaram um dos mais bem sucedidos jogos de computador de todos os tempos, ‘Duke Nukem 3D’. Ficaram ricos e viraram celebridades entre os fãs de videogames. Hoje são um modelo de fracasso. Doze anos e alguns milhões de dólares depois, simplesmente não conseguiram entregar a continuação do game.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Duke Nukem Forever’ foi anunciado em abril de 1997, pouco mais de um ano apos o lançamento de ‘Duke Nukem 3D’. Seria o primeiro de uma série de seqüências cujo objetivo era fazer com que Duke Nukem fosse, para o mundo dos games, o mesmo que 007 é para o cinema. Pena que nunca saiu do papel. Broussard bem que tentou. Montou um time de profissionais na nova sede da sua empresa com Miller, a 3D Realms e se dedicou de corpo e alma a fazer o melhor e mais surpreendente jogo que jamais existiu. E esta foi exatamente sua maior falha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo tinha que ser perfeito. Dos personagens à animação, passando pelos gráficos e som. Com o dinheiro ganho com o primeiro jogo, investiram em diversos upgrades tecnológicos, trocando de plataforma sempre que uma nova versão surgia. Mas esta corrida ilógica contra o avanço tecnológico e uma perfeição inatingível mataram o projeto. Alguns pedaços do jogo chegaram a ser exibidos em feiras, arrancando elogios de fãs e críticos. Mas nunca estava bom o suficiente para Brossard. Até que, em 2009, quando o dinheiro finalmente acabou (segundo a reportagem da Wired, foram investidos pelo menos U$ 20 milhões), o projeto foi cancelado. Um fiasco histórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fãs ainda sonham com uma continuação de Duke Nukem, que hoje virou tema de disputa judicial entre Brossard, Miller e a empresa que pagou para ter o direito de fazer a distribuição do novo jogo, morto antes de nascer pela busca da perfeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por favor, não me entendam mal. Apesar de acreditar que as pessoas precisam perder o medo de falhar e arriscar mais (leia post sobre o tema)a, não sou favorável ao desleixo. Adoro coisas que funcionam bem, como o MacBook em que escrevo este post (Steve Jobs, de quem sou fã declarado, é reconhecido por sua mania de perfeição). Acho que devemos todos nos esforçar ao máximo para cuidar dos detalhes, minimizar erros e buscar a máxima eficiência. Mas acredito que há um ponto de equilíbrio em que é necessário correr alguns riscos e entender qual o melhor desempenho ou resultado possível dentro daquele contexto ou realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao exemplo dos jornais diários, hoje as editoras buscam identifica a quantidade de erros diários e trabalham para minimiza-los, mesmo sabendo que dificilmente chegarão ao zero. O objetivo é ter o melhor produto possível dentro das limitações que a industria oferece. Parece justo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-2486067941212279920?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/2486067941212279920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/02/contando-causos-o-fiasco-gerado-pela.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2486067941212279920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2486067941212279920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/02/contando-causos-o-fiasco-gerado-pela.html' title='Contando causos: o fiasco gerado pela busca da perfeição'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S3xV3YqAIPI/AAAAAAAAAFE/m79t4m1mPQU/s72-c/100_2179.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-5487224779811465022</id><published>2010-02-17T12:36:00.000-08:00</published><updated>2010-02-17T12:42:30.294-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='e-crise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PR'/><title type='text'>Crise Toyota: é hora da comunicação social assumir a web 2.0</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S3xUqLx874I/AAAAAAAAAE8/cqn6nOf5rY8/s1600-h/100_2249.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S3xUqLx874I/AAAAAAAAAE8/cqn6nOf5rY8/s400/100_2249.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439315533650259842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base em material que a Cristina Toletti mandou de Boston, EUA, minha amiga Sonia Maia escreveu ótimo &lt;a href="http://www.xcomunicacao.com.br/noticias/3852/#more-3852"&gt;post para o blog da XPress&lt;/a&gt; sobre a crise de imagem da Toyota. Para sorte dos gestores da marca no Brasil, pouco se fala aqui sobre o que está ocorrendo no mercado norte-americano. Porém, lá a reputação do fabricante japonês corre grande risco. Foram 19 mortes causadas por um problema no acelerador do Corolla, que simplesmente começa a funcionar sozinho (importante: segundo um grande amigo que trabalha para a Toyota, não há nenhum veículo com o defeito no Brasil). Para piorar, logo em seguida a empresa anunciou um segundo recall, desta vez do híbrido Prius, até então novo cartão de visitas da Toyota, por materializar o que seria o mais próximo, até agora, de um veículo de massa alimentado por eletricidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sonia detalha mais o caso. Para resumir, analistas internacionais avaliam que a marca demorou demais para agir no que se trata de comunicação. Em especial nas redes sociais. Se calou e, quando veio a público, sua imagem já estava desgastada. Em especial por conta das vidas perdidas por um problema não assumido – inicialmente a Toyota afirmou que se tratava de uma questão com o tapete, que estaria prendendo o acelerador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda falando do mercado dos EUA, a Toyota sempre foi reconhecida como uma das marcas que melhor lidava com as redes sociais. Em &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/empresas-que-usam-midias-sociais-tem.html"&gt;post que escrevi aqui no CoffeeBreak&lt;/a&gt; sobre pesquisa que associava melhor rentabilidade econômica de empresas com sua presença ativa na web 2.0, a &lt;a href="http://www.engagementdb.com/Report"&gt;Toyota estava em 21o lugar entre as 99 marcas avaliadas&lt;/a&gt;, sendo a primeira entre as montadoras de veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os críticos vão sair falando que é exatamente esta presença que gerou excesso de exposição e, consequentemente, a crise. Pois é exatamente que os especialistas em gerenciamento de crise e gestão de imagem norte-americanos estão refutando, conforme o post da Sonia. Para eles, a questão não foi a presença nas mídias sociais mas, ao contrário, a falta de pró-atividade nestes canais que colocou a marca em cheque. Como afirma Chris Anderson em ‘A Cauda Longa’, numa época em que o boca-a-boca e a opinião pública estão mais poderosos do que nunca, a falta de transparência é o maior dos pecados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, afinal, o que teria ocorrido na comunicação da Toyota? Provavelmente só saberemos com certeza no futuro, quando algum profissional da marca venha contar os bastidores da crise. Mas eu tenho um palpite, e dos bons. A ficha me caiu durante um encontro com lideranças internacionais de um cliente da XPress. Falávamos sobre gerenciamento de crise e a conversa migrou para as mídias sociais. Qual a preparação da empresa para as crises na web 2.0? A resposta, surpreendente foi, ãh, nenhuma. E, basicamente, porque os canais de redes sociais estão sob a tutela de vendas e publicidade, e não da comunicação corporativa do PR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que o mesmo ocorreu na Toyota? Isso poderia explicar a lentidão nas respostas e, mais, num posicionamento pró-ativo diante da crise. Este é o meu ponto. Desculpem os colegas publicitários, mas quando se trata de construção de imagem nas tais mídias sociais, o ponto de vista deve ser o da comunicação corporativa. Afinal, estamos falando de um diálogo baseado em informação que deve ser crível, verdadeira, seja na hora de falar bem ou de se defender das críticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O case Toyota veio mostrar, para quem ainda tinha dúvidas, que é preciso estar pronto para lidar com crises na web 2.0. E, mais, que simplesmente não estar presente nas mídias sociais não é o caminho. Pelo contrário. E, do meu ponto de vista, estar pronto é ter a comunicação corporativa 100% envolvida nestes canais. E pronta para agir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-5487224779811465022?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/5487224779811465022/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/02/crise-toyota-e-hora-da-comunicacao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5487224779811465022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5487224779811465022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/02/crise-toyota-e-hora-da-comunicacao.html' title='Crise Toyota: é hora da comunicação social assumir a web 2.0'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S3xUqLx874I/AAAAAAAAAE8/cqn6nOf5rY8/s72-c/100_2249.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-1827697219519904628</id><published>2010-02-09T03:59:00.000-08:00</published><updated>2010-02-09T04:04:50.854-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Trabalho em casa: uma proposta para os governantes</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S3FOijCPdAI/AAAAAAAAAE0/3ZF3pHsREuU/s1600-h/CB+003.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S3FOijCPdAI/AAAAAAAAAE0/3ZF3pHsREuU/s400/CB+003.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5436212580640060418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volto ao tema porque ele repercutiu e acho que vale fomentar o debate. Começo a manhã lendo no Twitter post da @veja sobre o primeiro dia de trégua depois de 47 dias seguidos de chuva. Tema de capas de revista e especiais na TV, o fenômeno meteorológico é o assunto deste pré-Carnaval. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que, mais do que munição para os profetas do eco-apocalipse afirmarem que o aquecimento global etc etc etc, as constantes tormentas mudaram a vida de quem mora em São Paulo. E para muito pior. Além do óbvio sofrimento com enchentes, perda de dezenas de vidas e milhares de veículos, temos o impacto no trânsito, que afeta todos os paulistanos, independente de idade ou classe social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E este impacto, antes concentrado no período da chuva em si – que na maior parte das vezes ocorreu no final da tarde, pleno rush do retorno às residências, agora se ampliou para o dia inteiro. Explico: como eu, acredito que a maioria de vocês leitores já recebeu pelo menos um convite para reuniões ou encontros de manhã ou, no máximo, no início da tarde, acompanhado do comentário “antes que comece a chover”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto mesmo. As chuvas criaram uma nova regra e agora todos querem resolver seus problemas que envolvem locomoção, seja ir ao banco ou ao médico, seja um encontro de trabalho, antes do meio da tarde. Óbvio que os reflexos no trânsito foram imediatos. Agora estamos assim: congestionamento de tarde por conta da chuva e também de manhã por conta de todos os que querem fugir das precipitações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem medo de ser repetitivo – ou melhor, assumindo mesmo a repetição – volto a bater na tecla do trabalho à distância, em casa, como um bom remédio para esta situação (e mesmo para o caos no trânsito em geral, independente das chuvas). Semana passada, em reunião com um cliente da XPress, discutimos novas tecnologias que permitem empresas integrarem seus funcionários via internet de maneira simples e rápida, com softwares disponíveis on-line (não é preciso nem mesmo instalar na máquina do profissional).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje temos no Brasil uma banda larga de internet ainda cara e restrita a poucos. Giovana Battiferro (@giovanab) propõe que o governo conceda desconto para usuários pessoais que comprovem o uso da rede para trabalho em casa. Seria mais barato do que continuar ampliando eternamente as congestionadas vias de acesso a qualquer ponto da cidade e geraria um impacto positivo em diversos aspectos, da produtividade e capacidade de inovação das empresas ao impulso da educação e cultura. Simplesmente genial, não é Serra? Dilma?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que as empresas que começarem a se preparar hoje para ter uma rede de profissionais flexível, com dias de trabalho em casa e outros no escritório, podem ter uma grande vantagem competitiva no futuro. E os líderes políticos que incentivarem esta prática mostram a capacidade de buscar um país mais moderno. Ou será que vamos deixar nosso preconceito e a eterna desconfiança no outro nos escravizar a um padrão do século XX?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-1827697219519904628?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/1827697219519904628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/02/trabalho-em-casa-uma-proposta-para-os.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1827697219519904628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1827697219519904628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/02/trabalho-em-casa-uma-proposta-para-os.html' title='Trabalho em casa: uma proposta para os governantes'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S3FOijCPdAI/AAAAAAAAAE0/3ZF3pHsREuU/s72-c/CB+003.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-5705391164735854212</id><published>2010-02-03T03:00:00.000-08:00</published><updated>2010-02-03T03:06:47.253-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O poder da comunicação boca-a-boca</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S2lXmP6H1RI/AAAAAAAAAEs/0TlHWqWGOaA/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 125px; height: 90px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S2lXmP6H1RI/AAAAAAAAAEs/0TlHWqWGOaA/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433970740016174354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clive Thompson dedica sua &lt;a href="http://www.wired.com/magazine/2009/12/st_clive_thompson/"&gt;coluna de janeiro na Wired&lt;/a&gt; a um tema importante para quem pensa comunicação. Afinal, seríamos todos membros de um grande rebanho, consumindo, lendo, ouvindo e, por que não, votando com a maioria? O quanto a opinião geral nos influencia? Sinto informar mas, segundo recentes estudos científicos, a incomoda resposta é sim, somos todos ovelhinhas influenciáveis. Pelo menos a maior parte do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thompson descreve o trabalho de Duncan Watts, que resumo a seguir: o pesquisador selecionou uma lista de 48 canções desconhecidas, que foram apresentadas para um grupos de pessoas. Cada pesquisado deveria então escolher suas preferidas, tendo acesso aos votos de outros integrantes de seu grupo. O estudo foi repetido com quase 13 mil pessoas reunidas em centenas de grupos. Ao final, cada grupo gerou um lista de músicas por ordem de preferência. O interessante é que todas as vezes as faixas se dividiram entre as mais votadas e as desprezadas – nunca houve uma distribuição equilibrada dos votos entre todas as ‘candidatas’. E, mais interessante, as listas nunca batiam. Cada grupo fazia uma seleção completamente diferente – canções que um grupo escolhia outro simplesmente ignorava. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final, poucas músicas se destacaram por aparecerem com mais frequência entre as preferidas ou, na outra ponta, em meio às descartadas. A imensa maioria ficava no meio, escolhida por uns e não por outros, mostrando que a “qualidade” das composições não interferiu na seleção. Segundo Watts, o estudo comprova que as escolhas (em situações como esta) são majoritariamente guiadas pelo grupo. Tendemos a, sem perceber, escolher a mesma coisa que a maioria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro estudo &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/o-poder-das-redes-sociais-para.html"&gt;que descrevemos em CoffeeBreak&lt;/a&gt; comprovou a relevância das redes de relacionamento em nosso comportamento – o sucesso de atitudes complexas como tentar parar de fumar, por exemplo, têm grande dependência de como pensam e agem as pessoas com quem convivemos. A ciência comprova a velha máxima de que ninguém é uma ilha. Só que elevada à décima potência: somos todos fortemente influenciados pelos que nos cercam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a lógica que dá força à comunicação boca-a-boca. Tornar um fato ou produto conhecido e gerar o tal buzz ou word of mouth (escolha seu termo da moda favorito no idioma de Shakespeare) em torno dele pode fazer toda a diferença para seu sucesso.  Ainda mais se você conseguir atingir o público certo e ‘evangelizar’ os influenciadores do segmento. Neste processo, as redes sociais entram como um super acelerador, uma ferramenta que facilita o contato com estes formadores de opinião e amplia a velocidade com que as mensagens se espalham a partir deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, voltando ao artigo de Clive Thompson, há um detalhe muito importante no estudo de Watts. Numa segunda fase, o pesquisador decidiu mentir a seus questionados, apresentando a mesma lista de músicas mas com indicações falsas de quais eram as favoritas. Parte dos pesquisados seguiu a indicação mentirosa e votou nas canções que acreditava serem as mais populares. Mas, desta vez, algo começou a mudar. Diferente da primeira fase, nesta etapa da pesquisa alguns dos entrevistados se ‘rebelaram’ e votaram em canções que estavam na base da lista. A aposta de Clive é que, de alguma forma, a mentira foi percebida e, com isto, todo o sistema colocado a baixo. Ou seja, para funcionar, o ‘poder do rebanho’ deve se basear em conceitos verdadeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta ideia reforça a importância da comunicação corporativa (não publicitária) que muitos hoje, por falta de um termo melhor, chamam de PR – public relations, relações públicas em inglês. Por usar ferramentas de alta credibilidade para suas mensagens (divulgação na imprensa, especialistas independentes, mídias sociais etc.) o segmento tem grande potencial para iniciar ou amplificar o tal boca-a-boca. Quando as boas agencias de PR aprenderem a usar todo o potencial das redes sociais e seus clientes priorizarem conceitos verdadeiros, teremos uma soma vencedora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-5705391164735854212?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/5705391164735854212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/02/o-poder-da-comunicacao-boca-boca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5705391164735854212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5705391164735854212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/02/o-poder-da-comunicacao-boca-boca.html' title='O poder da comunicação boca-a-boca'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S2lXmP6H1RI/AAAAAAAAAEs/0TlHWqWGOaA/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-4521255293868075111</id><published>2010-01-28T08:25:00.000-08:00</published><updated>2010-01-28T08:27:04.913-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>A inovação que veio com a chuva</title><content type='html'>Não preciso relatar, relembrar. Está presente na mente de todos o caos que São Paulo está vivendo desde o início do ano. Neste Janeiro mais chuvoso de todos os tempos, mais de 50 pessoas já morreram por conta de enchentes, inundações e desabamentos. Não estamos considerando aqui possíveis vítimas de doenças geradas pelo contato com esgoto e outros dejetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo quem mora em bairros mais elevados ou sem histórico de enchentes já está no limite pelo impacto no transito. Numa Manaus de concreto, temos agora nossa chuva da tarde. Todas as tardes. Com o triste detalhe de que não se trata de uma chuva qualquer, mas de tempestades que trazem ao nosso asfalto molhado ainda mais água, que não tem como escorrer para rios cheios. Vias tomadas pelas enxurradas, túneis inundados. Numa megalópole com circulação limitada pela quantidade de pessoas e falta de transporte público, este cenário gera o caos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissionais que chegam atrasados ao emprego ou a reuniões. Estressados de depois de uma, duas, três horas de trânsito. Pessoas que simplesmente não chegam ao trabalho. E outros que chegam, trabalham, mas não tem a mínima ideia de como e que horas voltarão para suas residências. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, muitas das grandes inovações surgiram da necessidade de resolver questões práticas. Talvez este período de chuvas possa ter a utilidade de levar nossa comunidade corporativa a repensar a questão do trabalho em casa. O avanço da tecnologia e das redes de internet em banda larga derrubaram várias das barreiras que antes haviam para o trabalho remoto. Hoje é possível acessar arquivos, mensagens ou mesmo entrar na rede de uma empresa com segurança fora do escritório. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviços privados ou públicos, como o Skype, de comunicação usando a internet também garantem o acesso de voz e imagem de quem está distante. Eu mesmo, na XPress, já contratei profissionais que entrevistei usando videoconferência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo as chefias mais, digamos, desconfiadas, podem monitorar o trabalho de seus subordinados que estão fora do alcance de seus olhos por meio de indicadores digitais de suas ações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, aparentemente o que falta é a mudança de uma chave qualquer na visão de organização do trabalho dos gestores. Algo que envolve todos (na prestação de serviços, meu ramo, por exemplo, não basta a anuência apenas das lideranças, mas também a cumplicidade dos clientes). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Economia para empresas com a redução nos atrasos e acidentes. Ganhos para os profissionais em qualidade de vida, tempo (cada vez mais escasso) e motivação. Benefícios para o negócio com equipes mais engajadas e, muito provavelmente, mais produtivas e criativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos o outro lado também. Alguns profissionais se ressentem da troca de ideias com seus pares – nada substitui o olho no olho. Outros tem dificuldade em separar vida pessoal e profissional se não houver uma alteração do espaço físico entre um e outro.  Há ainda os que gerenciam mal seu tempo e correm o risco de se perder sem chefes próximos e cobranças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez, como sugeriu Fabio Chiorino, a mudança deva ser gradual. Alguns dias no escritório, outros em casa, numa flexibilidade pautada pela agenda e a característica dos projetos daquele momento. Pessoalmente, acho que está mais do que na hora de começarmos a nos organizarmos para uma nova realidade. Ou paramos com a cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS – Enquanto acabo este texto, 14h25 da quinta, dia 28, começa a chover, de novo, em São Paulo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-4521255293868075111?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/4521255293868075111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/01/inovacao-que-veio-com-chuva.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4521255293868075111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4521255293868075111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/01/inovacao-que-veio-com-chuva.html' title='A inovação que veio com a chuva'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-6100865548257780669</id><published>2010-01-21T14:23:00.000-08:00</published><updated>2010-01-27T02:38:29.813-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Errar é humano. Proibir o erro é burrice</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S1jULzGL3lI/AAAAAAAAAEk/zF3jOTbdV_g/s1600-h/erro.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S1jULzGL3lI/AAAAAAAAAEk/zF3jOTbdV_g/s400/erro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429322649954934354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Steve Jobs, que antecipadamente está sendo eleito CEO da década, falhou. Foi expurgado da Apple e teve que recomeçar com outra empresa até seu retorno triunfal. A Microsoft, do bilionário Bill Gates falhou e falha muito. Lança programas cheios de erros que vai corrigindo aos poucos e alguns, como o Windons ME, que são impossíveis de corrigir. O Google falhou. Quase sem querer saiu na frente na corrida pelas redes sociais mas não teve habilidade para transformar o Orkut na plataforma mundial da web 2.0, abrindo espaço para o crescimento do Facebook.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isto é ótimo! Mostra que estas corporações, estes líderes, estão abertos ao risco, outro lado da moeda da inovação. Se, como os gurus corporativos falam, não há futuro sem inovação, também é verdade que ninguém inova sem apostas. Ser o primeiro exige coragem de desbravar novos caminhos e paciência para lidar com resistências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos na moda. O Brasil é a nova aposta mundial. Mas um dos nossos telhados de vidro é exatamente a aversão nacional ao risco. Mais que isto. Diversos especialistas afirmam que o brasileiro lida muito mal com a falha. Minha experiência profissional me faz crer que sim – apesar da falta de um ponto de comparação com outras culturas onde o erro seria visto como um caminho para o acerto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que percebo - e, por favor, esta é apenas minha visão pessoal, é que, diante do erro, sempre queremos buscar um culpado. Localizado e punido o bode expiatório, seguimos em frente. Se a concorrência inova, alguém grita lá de cima “porque não (quer dizer vocês) não pensamos nisto antes?”. E logo começamos outra busca por culpados – “porque nos (vocês) não fomos pró-ativos?”. A energia que deveria estar dedicada à inovação, ao trabalho produtivo, vitorioso, vai pelo ralo numa espiral negativa de esconder nossos erros e buscar outro para colocar a carapuça da culpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vicente Falconi, em seu seminal livro “O Verdadeiro Poder” afirma que as lideranças deveriam ficar satisfeitas ao se depararem com um problema. Afinal, trata-se de uma oportunidade de avançar. Muito pior é não entender onde estão nossas falhas e seguir sem correção. Também afirma que, ao se deparar com um erro, uma meta não atingida, desculpas são “ridículas”. O que se deve buscar é entender a origem do que não deu certo e tentar descobrir como o processo deve ser corrigido. É assim que se avança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há mais de quinze anos, ainda no começo de minha carreira, caiu em minhas mãos um livro cuja proposta era oferecer conselhos de executivos e lideranças de sucesso para quem estava começando (não lembro o título da obra, que deve estar fora de catálogo pois não localizei nada em pesquisas na web). Umas das dicas mais recorrentes era “erre, erre muito enquanto você pode”. Naquela época ainda não tinha maturidade para entender a mensagem, mas hoje percebo que, junto com a visão da importância da falha para a aprendizagem, para a abertura de novos caminhos, o texto embutia o limitador “enquanto você pode”. Acho que o momento pede que aprendamos a errar, e a transformar nossos erros na nossa grande escola para o sucesso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-6100865548257780669?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/6100865548257780669/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/01/errar-e-humano-proibir-o-erro-e-burrice.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6100865548257780669'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6100865548257780669'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/01/errar-e-humano-proibir-o-erro-e-burrice.html' title='Errar é humano. Proibir o erro é burrice'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S1jULzGL3lI/AAAAAAAAAEk/zF3jOTbdV_g/s72-c/erro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-3310389668981263505</id><published>2010-01-14T03:05:00.000-08:00</published><updated>2010-01-14T09:02:16.821-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologia'/><title type='text'>Não creio no que vejo</title><content type='html'>&lt;object width="480" height="295"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7i5FlC1MpkE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/7i5FlC1MpkE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha formação jornalística deve ser a culpada por minha crença de que tudo tem pelo menos dois lados. E a verdade, ou o que mais se aproxima dela, normalmente está em algum lugar no meio. Quem lê CoffeeBreak sabe que sou um incansável defensor das novas tecnologias, em especial quando aplicadas à comunicação. Mas há sim pontos a questionar, até mesmo em defesa do enorme lado positivo que estes avanços oferecem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevo este nariz de cera depois que li, no encarte do The New York Times na Folha de S.Paulo, artigo de Tom Brady sobre como a mídia sensacionalista está usando novas tecnologias para misturar ficção e realidade, distorcendo os fatos e inflando a audiência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele usa como exemplo um vídeo feito pela empresa NextMedia, de Hong Kong, reproduzindo como teria sido a briga entre o golfista Tiger Woods e sua esposa Elin Nordegren. Com mais de 2 milhões de reproduções, o vídeo, em formato de reportagem, mistura cenas reais com animação. O ponto de Brady é que o filme conta detalhes que ninguém, além dos dois envolvidos. Ou seja, trata-se de uma obra de ficção baseada em fatos reais, mas que, na internet e nos meios de comunicação sensacionalistas, rapidamente se transforma no fato aceito por todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, não temos nada novo aqui. Há muito tempo uma parte da imprensa usa a estratégia de  distorcer fatos aumentar sua audiência. Há quem diga que foi assim que Murdoch construiu seu império. No Brasil, o fruto foram ótimos ficcionistas como Nelson Rodrigues, que começou em algo que então chamavam de jornalismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como no caso das mídias sociais, que “turbinam” o velho boca a boca e o poder das relações sociais (veja post sobre o tema), o que teríamos inicialmente é a tecnologia ampliando e agilizando uma velha prática analógica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A preocupação deste escriba, porém, é um pouco mais, digamos, apocalíptica. Da reportagem fake sobre o barraco do Tiger Woods a Avatar, passando pelo fotoshop, o que temos visto é que a fronteira entre real e imaginário esta cada vez mais tênue no que se trata das imagens. Como sou de um tempo em que dizíamos que ela valia mais do que mil palavras, fico temeroso de que cheguemos ao ponto de não reconhecermos mais o que é um registro real e o que é uma criação em computador. Se você pensar no tratamento que a maioria das fotos recebem para uso publicitário, verá que não estamos tão distante disto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bobagem. Deve ser “encanação” deste tiozão de 40. Com certeza todos terão sempre um uso absolutamente ético deste tipo de imagem, deixando claro quando são registros reais, quando foram tratados/alterados e quando se trata de pura ficção. As empresas responsáveis pelos equipamentos de captação, transformação e criação de imagem se unirão para criar um padrão de “assinatura digital” impossível de ser alterada e que irá sempre provar quando se trata de um “original”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou, muito em breve, teremos todos que explicar a nossos filhos, quando eles assistirem filmes em que o vilão tenta chantagear o personagem principal usando fotos dele com sua amante, que houve um tempo em que era possível crer no que estas imagens mostravam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-3310389668981263505?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/3310389668981263505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/01/nao-creio-no-que-vejo.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3310389668981263505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3310389668981263505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/01/nao-creio-no-que-vejo.html' title='Não creio no que vejo'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-7764774121300551631</id><published>2010-01-12T07:38:00.000-08:00</published><updated>2010-01-12T07:43:29.403-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Experiências CoffeeBreak: vivendo o lado selvagem do transporte púbico em SP</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S0yYKQ4aHgI/AAAAAAAAAEc/Yo_43sEgk_g/s1600-h/andando.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 315px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S0yYKQ4aHgI/AAAAAAAAAEc/Yo_43sEgk_g/s400/andando.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5425878953172278786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele dia deu tudo errado. Eram 18h15 quanto tomei a decisão. Diante de mais uma tempestade que se armava no céu de São Paulo e do temerário trânsito de dezembro, decidi voltar para casa utilizando o transporte público. Estava sem carro e até tinha pensado em usar um táxi para o retorno da Vila Olímpia à Mooca no fim do expediente, mas a idéia de ficar preso no trânsito me fez mudar os planos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me animei ao falar com o amigo Rodrigo Dionísio que confirmou gastar apenas 45 minutos entre a estação Vila Olímpia e sua casa em Santa Cecília. Mais ainda: ele também ia para o trem e assim eu teria companhia ao menos até Pinheiros, onde o Rodrigo desceria aquela tarde. Fui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou bem e assim foi até a mudança de trens, em Presidente Autino. Quando as portas do meu vagão se abriram, muitos saíram correndo. Decidi manter a fleuma e fui no meu ritmo. Ledo engano: perdi o transporte sentido Lapa que estava dando sopa e fiquei longos 10 minutos esperando a próxima composição. Pressenti que levaria mais tempo do que gostaria para chegar em casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando finalmente o segundo trem me deixou na estação Palmeiras-Barra Funda do metro, já tinha gasto 50 minutos. Pensei “ok, agora são apenas nove estações e chego na Bresser-Mooca, não vou perder muito tempo em relação a uma hora que gasto de carro”. Realmente, depois de 25 minutos eu estava desembarcando na Mooca. E foi então que um percurso largo virou um pesadelo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, eu contava com o velho e bom táxi para terminar o trajeto e me deixar em casa. Mas aquela noite, talvez reflexo do trânsito, da chuva, das compras de Natal, não havia táxi no ponto. Pior: três pessoas sentadas esperavam por um carro. Com pressa, decidi seguir a pé, mesmo com o pouco recomendável trecho da rua Bresser entre o metro e a Radial. Foram 45 longos minutos de caminhada noturna, com roupa pouco adequada. Resultado final: duas horas para chegar ao destino. Nada bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei: “então é por isto que tantos são contra o transporte público”. Realmente, caminhando com o incomodo sapato social pelas calçadas escuras e, digamos, underground, da rua Bresser,  senti saudade do conforto e segurança do meu Palio Weekend. Será então que minha pregação pelo uso mais equilibrado de automóveis particulares, revezando com caronas, caminhadas, bicicleta e transporte público é uma bobagem? Inocência? Romantismo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro impulso foi esquecer a desventura. O segundo de pontuar todas as falhas do sistema público (demora nos trens, distância entre as estações do metro, falta de área adequada para bicicletas em todas as estações etc.). Mas foi então que me toquei que foi só um dia em que deu tudo errado. O que é muito mais fácil acontecer num final de tarde de dezembro com tempestade de quase verão (ainda era primavera). E que isso já aconteceu comigo de carro, me custando mais de duas horas para chegar. E que se trens podem quebrar, carros idem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, continuo o mesmo chato de antes, acreditando que a opção menos-carro-e-mais-bicicleta-caminhada-carona-transporte público pode tornar nossos deslocamentos mais inteligentes. E, contra um dia ruim, o melhor mesmo é uma noite de sono.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-7764774121300551631?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/7764774121300551631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/01/experiencias-coffee-break-vivendo-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7764774121300551631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7764774121300551631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/01/experiencias-coffee-break-vivendo-o.html' title='Experiências CoffeeBreak: vivendo o lado selvagem do transporte púbico em SP'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/S0yYKQ4aHgI/AAAAAAAAAEc/Yo_43sEgk_g/s72-c/andando.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-914073424127538799</id><published>2010-01-04T05:26:00.000-08:00</published><updated>2010-01-04T05:29:01.441-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologia'/><title type='text'>A sustentável leveza do conteúdo cultural</title><content type='html'>E eis que começa 2010. Apenas uma data ou começo de um novo ciclo, o fato é que, seja lá por quais motivos, muitos de nós estamos perguntando o que nos reserva o futuro próximo. Embalado por este espírito, leio que a Apple se prepara para oferecer um novo serviço (inicialmente nos EUA) que permitirá o armazenamento virtual de arquivos musicais. Chega de baixar músicas no computador, sincronizar iPhone e iPod, gravar CDs... melhor ainda: não vamos mais ter que nos preocupar com a capacidade de armazenamento de dados dos nossos aparelhos, uma vez que o conteúdo estará na rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns serviços assim já existem nos EUA – o usuário paga uma taxa mensal e tem acesso a um portfólio gigantesco de músicas que pode ouvir e gravar em outras mídias na hora que desejar. A diferença aqui é a integração com o iTunes e os equipamentos Apple on line, permitindo ouvir suas listas a qualquer momento – contanto que tenha banda larga disponível no local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece mesmo irreversível. A tendência, pelo menos no que se trata de fruição de conteúdos culturais, é o minimalismo. Quando era jovem, guardava meus LPs como tesouros de guerra (ainda tenho muitos!!). Logo vieram os CDs, menores, mais práticos e com maior capacidade de armazenamento. Hoje olho com nostalgia para a enorme pilha de caixinhas plásticas no armário da sala. Virou uma tralha inútil depois que transferi as músicas favoritas (e muitas não tão votadas assim) para meu iBook e fiz cópia em um HD externo. Isso sem falar nos diversos trabalhos que só tenho em forma digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo aconteceu com minhas fotos (cada vez imprimo menos). Serviços como o Netfix, hoje ainda só nos EUA, ameaçam também tornar minha coleção de DVDs peça de museu. Para que ter a mídia física se poderei assistir ao filme que eleger no momento em que quiser? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prefiro não pensar no dia em que o mesmo se dará com meus livros e revistas. Sou daqueles que tem uma ligação afetiva com estes objetos de papel. Suas cores, formatos, cheiro... mas não duvido que em breve estarei também usando algum leitor de e-books (ainda resisto bravamente mas sei que a guerra é perdida: enquanto escrevo este post, vejo um tweet informando que a venda de livros eletrônicos já superou a de físicos na Amazon).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é mais futurologia falar que todos os objetos antes utilizados para conter/armazenar conteúdos culturais deixarão de existir, ou serão nicho (como os LPs hoje). Ecologicamente falando, é muito melhor, muito mais próximo do tal consumo consciente, com muito menos lixo e preservando árvores e matérias primas não renováveis. Socialmente falando também. A redução nos custos de produção e distribuição destes objetos torna os conteúdos (que são o que importa) mais baratos e acessíveis – a partir do momento em que o acesso à banda larga e aos computadores se expandir, o que parece ser um caminho sem volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, do ponto de vista cultural, esta revolução abre um horizonte nunca antes imaginado de possibilidades, seja para a fruição ou para a produção de música, literatura, cinema, artes visuais etc. Quebradas as barreiras de produção e distribuição, todos somos livres para criar e dividir cultura (se é ou não arte, bem, deixemos a questão para os críticos). Claro que estamos em meio da crise da mudança de paradigma, com as empresas organizadas para comercializar os antigos objetos que continham cultura estão tendo que se reinventar (ou quebrar) e a pirataria ameaçando desestimular financeiramente a produção. Mas acho que tudo é uma questão de encontrar um novo ponto de equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo isto sem ter que colocar mais prateleiras na sala para pendurar livros, discos e CDs. Sem ter que carregar essa tralha para todo canto. Que esta visão nos inspire a um futuro minimalista em termos de consumo em geral, onde menos (quinquilharias) seja mais (conteúdo, qualidade, possibilidades). E que, nestas férias de verão, possamos todos viajar com uma mochila mais leve.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-914073424127538799?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/914073424127538799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/01/sustentavel-leveza-do-conteudo-cultural.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/914073424127538799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/914073424127538799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2010/01/sustentavel-leveza-do-conteudo-cultural.html' title='A sustentável leveza do conteúdo cultural'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-1965419932202807081</id><published>2009-12-22T08:21:00.001-08:00</published><updated>2009-12-22T09:21:07.761-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Tudo o que não sei sobre 2010</title><content type='html'>Eu estava escrevendo um texto super complexo, que poderá se desdobrar em pelo menos dois posts, quando me dei conta de que o ano está realmente acabando. É só olhar a redução na quantidade de tweets. Ou o trânsito finalmente um pouco melhor de São Paulo. Alguns sortudos já pararam, muitos estão com a cabeça nos preparativos para as festas e outros, como este escriba, alucinados de tanto trabalho para compensar a breve pausa de Natal e Ano Novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então deixei o material sério para 2010, quando espero que haja leitores com paciência, e arriscarei um breve texto de final de ano – faltam menos de 10 dias e me pergunto se vou conseguir escrever de novo antes da virada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou fã de listas e, por conta disto, sempre me pego lendo todo tipo de material sobre os melhores, os piores, os mais vistos, etc. etc. etc. E é isso mesmo que meus colegas das redações (e, acredito, dos blogs também) vão usar para ocupar o espaço normalmente dedicado às notícias que não acontecerão e aos artigos que ninguém quer ler (ou escrever).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei quais as melhores, mais vistas, mais importantes etc. e tal de 2009. Também não me arrisco a afirmar o que vai acontecer no ano que chegará em breve (mesmo sabendo que nós, brasileiros, provavelmente iremos esquecer e ninguém me cobrará depois pelas bobagens ditas como sérias). Só tenho perguntas. E são elas que deixo para quem ainda estiver lendo este texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que o ego é mesmo o grande motor do mundo corporativo (para o bem e para o mal)? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que queremos, no fundo, é ter razão ou saber a verdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O peso que o medo tem nas decisões, em especial as empresariais, estaria superestimado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura (no sentido antropológico) é a próxima fronteira da comunicação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É possível o equilíbrio entre nosso impulso por conteúdo gratuito e a necessidade de remunerar quem gera material de qualidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As empresas perceberão que já estão nas novas mídias (e que agora é uma questão de lidar com esta realidade)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repulsa ao transporte público, à carona e às caminhadas é necessidade de auto(móvel)-afirmação? Ou é mesmo preguiça pura e simples?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumo consciente vai passar de tendência à atitude?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia irá nos libertar ou finalmente nos libertaremos dela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos seremos veículos de comunicação de massa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos fazendo tudo igual, mas por caminhos diferentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos questionando (ou preferimos a ilusão de nossas certezas pétreas enquanto o mundo continua a se mover)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos fazendo as perguntas certas? Ou apenas aquelas que justificam nossas respostas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na desesperada busca por certezas que talvez simplesmente não existam, continuaremos nos deixando levar por modas, profetas e gurus ou vamos aprender a pensar por nos mesmos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Santos será campeão brasileiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que 2010 nos traga novas perguntas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-1965419932202807081?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/1965419932202807081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/12/tudo-o-que-nao-sei-sobre-2010.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1965419932202807081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1965419932202807081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/12/tudo-o-que-nao-sei-sobre-2010.html' title='Tudo o que não sei sobre 2010'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-7363691737920088816</id><published>2009-12-10T08:24:00.000-08:00</published><updated>2009-12-10T08:38:20.372-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>"Você é escravo do trânsito"*</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SyEhLYsjjBI/AAAAAAAAAEU/erYj3jjpWS4/s1600-h/andando+1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 308px; height: 287px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SyEhLYsjjBI/AAAAAAAAAEU/erYj3jjpWS4/s400/andando+1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5413644706567654418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;*frase grafitada na avenida Faria Lima, quase esquina com a JK, sentido Vl Olímpia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juro que foi sem querer, mas pareceu aposta, competição. Ontem combinei de me encontrar, no final da tarde, com minha esposa num supermercado próximo a nossos escritórios, na rua Clodomiro Amazonas, Itaim. Como era rodízio de nosso carro, que estava com ela, acertamos que eu iria a pé até o local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mulher saiu de seu escritório, na Juscelino Kubitschek sentido Marginal, quase na esquina com a Henrique Chamma, às 19h45. Foi de carro, pela rua Leopoldo Couto de Magalhães Junior, para fugir da fiscalização do rodízio (!!!!). Dei 15 minutos de vantagem (rs) e sai do meu escritório na rua Gomes de Carvalho, quase esquina com a Lourenço Marques, às 20h02. Fui andando. Exatamente 20h17 cheguei ao destino e liguei para Adriana. Tinha certeza de que ela já estava com o carrinho cheio de guloseimas natalinas. Ela não atendeu. Tentei de novo. Nada. Comecei a procurar o carro no estacionamento (queria guardar minha bolsa) e não achei. Sim. Ela ainda não estava lá. Dois minutos depois nosso carro (por uma questão de ecologia e economia fazemos questão de ter um só) apontou na entrada do Pão de Açúcar. Levei 15 minutos e ela mais de meia hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na saída do meu escritório, desci no elevador com um colega de trabalho. Contei para onde ia e como. A reação do moço foi uma síntese de como pensamos: mas vais a pé? (ele é gaúcho). Bah! Espera alguém sair de carro e pegas uma carona. Ainda bem que optei por seguir caminhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A infeliz realidade de nossa cidade é que, em muitas situações, caminhar é mais rápido (e econômico, e saudável etc etc etc) que ir de carro. E enquanto todos ainda tivermos nossa mentalidade voltada ao automóvel como primeira (e única) opção para nos locomovermos, isto tende a piorar. E muito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha opinião (e como não sou pesquisador ou antropólogo é apenas isto, uma opinião) é de que o pano de fundo deste fenômeno é cultural. O brasileiro super valoriza a hierarquia. Cargos, status, condição social importam sim. E muito. Desde a cadeia, onde quem tem diploma de ensino superior tem direito a tratamento diferenciado, até a mais simples de nossas relações, nossa posição determina o quanto de cidadania temos acesso. E o carro é mais um indicador claro de quem é quem. “Dotor” anda de carro, “mane”, a pé. Simples assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só isso explica porque uma cidade onde, como levantou a &lt;a href="http://raquelrolnik.wordpress.com/2009/11/25/prioridade-para-o-automovel-em-relacao-ao-pedestre-precisa-mudar/"&gt;Raquel Rolnik&lt;/a&gt;, 40% dos deslocamentos acontecem à pé (dados oficiais), os semáforos para pedestres de grandes avenidas são regulados para liberar o fluxo de veículos por diversos minutos e depois concede 20 segundos (sim, você leu certo, 20 segundos) para os transeuntes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que precisamos sair da nossa zona de conforto (falsa, pois ficar preso no trânsito esta cada vez menos confortável) e pensar em outras saídas. Uma grande amiga postou outro dia no Twitter que está impossível chamar um rádio táxi em São Paulo. Você fica 20 minutos esperando para a atendente falar com você e avisar que a unidade mais próxima levará meia hora para chegar. Preciso de um carro, disse ela. Você tem que levantar da cadeira e pegar um táxi na rua, disse eu. Numa época onde os confortos estão cada vez mais desconfortáveis, é hora de se mexer e pensar diferente.&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-7363691737920088816?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/7363691737920088816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/12/voce-e-escravo-do-transito.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7363691737920088816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7363691737920088816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/12/voce-e-escravo-do-transito.html' title='&quot;Você é escravo do trânsito&quot;*'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SyEhLYsjjBI/AAAAAAAAAEU/erYj3jjpWS4/s72-c/andando+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-5618194373065796869</id><published>2009-12-03T09:42:00.001-08:00</published><updated>2009-12-03T09:46:07.219-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='e-crise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><title type='text'>e-crise. Sete dicas para blindar sua marca nas redes sociais</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sxf5Bvoy4AI/AAAAAAAAAEM/S9G2kKHbc9Q/s1600-h/a+sete.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 187px; height: 297px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sxf5Bvoy4AI/AAAAAAAAAEM/S9G2kKHbc9Q/s400/a+sete.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411067285671698434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No post de segunda escrevi sobre como algumas tecnologias estão mudando (para pior) o cenário das crises de imagem corporativa. As redes sociais se tornam um canal rápido e extremamente poderoso para a divulgação de queixas, críticas e, como mostra o recente caso do cantor Dinho Ouro Preto, boatos. A proliferação de celulares com câmeras embutidas cria um contingente, como diria nosso presidente, nunca antes visto de fotógrafos e cinegrafistas se esgueirando em cada esquina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como as empresas devem lidar com esta nova realidade?  Somando minhas experiência profissional no gerenciamento de crises mais os casos bem sucedidos de empresas como a Dominos’s Pizza, tenho algumas pistas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O nome do jogo é agilidade – a dinâmica das redes sociais é a da viralização, onde uma mensagem se espalha de alguns poucos emissores para redes cada vez maiores e complexas. Quanto antes se agir para interromper este fluxo, menor o impacto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Monitoramento – simples: se você desconhece quando uma e-crise começa, como poderá agir rapidamente. Certamente esperar que uma situação destas saia do universo das redes sociais para cair na mídia tradicional será tarde demais. Monitorar sua marca nas redes sociais é mandatório. Ponto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Você tem que estar preparado – mais um reflexo do primeiro item. Só tem agilidade na resposta quem está pronto para levantar informações, desenhar cenários e tomar decisões a toque de caixa. Para isto não é necessário ser um super-homem, mas uma preparação prévia com a instalação e de um comitê de crises, desenvolvimento de um manual com processos para as mais diversas situações possíveis e o contínuo treinamento de todos os envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Espere o pior – desde a fase de preparação, é importante prever o pior cenário possível e trabalhar com ele como uma possibilidade real. Em especial no que se trata do controle da informação/imagens, hoje a probabilidade da situação rapidamente se tornar crítica é muito maior do que há alguns meses atrás. E ficara ainda maior no futuro próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Fortaleça suas conexões – quem já conhece o ambiente das redes sociais, está estabelecido e com um contingente razoável de seguidores/fãs sai em franca vantagem numa situação de crise. Além de já conhecer a linguagem e contas com um canal de comunicação dentro da web 2.0, as pessoas com quem sua marca interage de forma positiva podem se tornar defensores da empresa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Cultive sua credibilidade – este é um dos principais ativos de qualquer marca, seja online ou off-line. E o momento de crise é um dos que mais exigem que a empresa/produto utilize esta munição em seu favor. Uma boa reputação nas redes sociais, cumprindo promessas, seguindo a “ética” e “etiqueta” do universo 2.0 vai abrir espaço para que a empresa seja, no mínimo, ouvida numa situação adversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Primeira pessoa – o ambiente das redes sociais é marcado pela desconfiança. Nem todos são quem parecem e muitos assumem perfis falsos. Apesar disto – ou provavelmente por isto mesmo – seus usuários valorizam a pessoa física em detrimento da jurídica. Não que marcas e empresas não possam participar ativamente, mas numa situação de crise, é a hora de uma pessoa de carne e osso, um executivo (de preferência bem colocado hierarquicamente) assumir o discurso. O poder da mensagem cresce consideravelmente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-5618194373065796869?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/5618194373065796869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/12/e-crise-sete-dicas-para-blindar-sua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5618194373065796869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5618194373065796869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/12/e-crise-sete-dicas-para-blindar-sua.html' title='e-crise. Sete dicas para blindar sua marca nas redes sociais'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sxf5Bvoy4AI/AAAAAAAAAEM/S9G2kKHbc9Q/s72-c/a+sete.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-7687181472591838473</id><published>2009-11-30T08:51:00.000-08:00</published><updated>2009-11-30T08:57:11.232-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='e-crise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><title type='text'>Dinho não morreu, mas a imagem da sua marca está por um triz</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SxP4uZWjseI/AAAAAAAAAD8/HJhDCc51lZ8/s1600/A+1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 141px; height: 90px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SxP4uZWjseI/AAAAAAAAAD8/HJhDCc51lZ8/s400/A+1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5409941053365268962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou otimista por natureza. Daqueles que acham que tudo vai dar certo no final. Mesmo. E o último “papel” que me vejo fazendo é o de arauto do apocalipse. Mas será que estamos todos atentos a quanto os avanços tecnológicos mudaram, para pior, o desafiante trabalho do gerenciamento de crise em comunicação? Pelo pequeno número de empresas que hoje monitoram sua imagem nas redes sociais, acho que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou um dos maiores defensores de ferramentas como o Twitter. É por ele que me atualizo todas as manhãs e mantenho contato com amigos queridos. Mas estava demorando para usarem a rede social para a botaria. Sexta-feira passada alguém soltou uma mensagem de que o Dinho Ouro-Preto, vocalista da banda de rock Capital Inicial havia falecido. Como toda boa mentira, ela se baseava numa verdade: Dinho está internado num hospital de São Paulo. O boato cresceu  - cheguei a ver uma mensagem de alguém que oferecia, no Twitter, convites para o funeral - e só não ficou maior porque os veículos de comunicação formais, escaldados, foram checar na fonte (o hospital) e informaram que o músico estava vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é apenas um exemplo recente, e com uma celebridade. Mas dos &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?gl=BR&amp;hl=pt&amp;v=fITFHLAxMeE"&gt;cadeados Kryptonite&lt;/a&gt; à &lt;a href="http://blogs.wsj.com/independentstreet/2009/04/20/dominos-response-offers-lessons-in-crisis-management/"&gt;Domino’s Pizza&lt;/a&gt;, são inúmeros os casos de crises corporativas sérias que nascem e se desenvolvem nas mídias sociais (nestes dois casos especificamente, no You Tube). Pesquisa na Inglaterra divulgada no Brasil pelo Blue Bus mostra que o 50% dos consumidores ingleses infelizes com uma marca divulgam isto pelo Twitter. E ficam ainda mais frustrados por não terem resposta! Ou seja, aquele cenário em que a maioria dos consumidores primeiro buscava o atendimento ao consumidor e, só depois, se não tivesse sua questão respondida, tornava sua queixa pública, buscando os meios de comunicação, mudou radicalmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas este “SAC 2.0” é apenas a ponta do iceberg. O boato do Dinho é um bom exemplo de como o antigo (e já precário) conceito de controle da informação virou fumaça. Por muito tempo, empresas achavam que podia impedir dados de se tornarem públicos, o que permitiria que elas evitassem crises de imagem. Agora esta ilusão virou fumaça. Para começo de conversa, 90% dos cidadãos hoje é um repórter em potencial. Há algumas semanas ouve um acidente sério no Shopping Vila Olímpia, então em obras. Dois operários se feriram gravemente e o helicóptero da PM foi envolvido no resgate. Pois bem, o Shopping fica bem em frente ao escritório da agência em que trabalho e um de meus colegas (publicitário, não jornalista) não teve dúvidas em registrar, com a câmera de seu celular, o momento em que o helicóptero baixou em pleno bairro. A imagem de @raphaelgonzalez foi publicada no &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4072516-EI8139,00-Explosao+em+shopping+de+SP+mata+pessoa+e+fere+outras.html#tphotos"&gt;Terra&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, com a proliferação dos aparelhos celulares com câmeras fotográficas é como se tivéssemos fotógrafos em cada canto do país. Li em algum lugar que a primeira imagem do acidente com o avião que pousou no rio Hudson, em Nova York, viralizada na internet, foi de um cidadão comum que passava próximo com seu telefone portátil. Ou seja, hoje não basta tentar limitar o acesso de repórteres à área do acidente. Você deve contar que boa parte dos que lá estão podem registrar o fato. São mais variáveis no gerenciamento de uma crise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de imagens, informações, documentos e relatos hoje circulam rapidamente pelas redes sociais, criando boatos e derrubando reputações – pelo menos de quem não está atento e pronto para agir com rapidez. Mais uma vez (e desculpem a insistência, mas o caso é grave): estamos prontos para uma e-crise?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-7687181472591838473?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/7687181472591838473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/11/dinho-nao-morreu-mas-sua-imagem-esta.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7687181472591838473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7687181472591838473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/11/dinho-nao-morreu-mas-sua-imagem-esta.html' title='Dinho não morreu, mas a imagem da sua marca está por um triz'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SxP4uZWjseI/AAAAAAAAAD8/HJhDCc51lZ8/s72-c/A+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-6863187018950600475</id><published>2009-11-26T06:22:00.000-08:00</published><updated>2009-11-26T06:25:40.859-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PR'/><title type='text'>Sua comunicação corporativa precisa de um vestido curto? – parte 2</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sw6PtDy2oWI/AAAAAAAAAD0/actd2V0Kf-s/s1600/ip0149-Geisy.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 223px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sw6PtDy2oWI/AAAAAAAAAD0/actd2V0Kf-s/s400/ip0149-Geisy.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408418206794031458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O post desta segunda teve como “gancho” um comentário de minha mulher sobre a cobertura massiva que a imprensa deu a Geisy Arruda, a moça do róseo vestido curto da Uniban. A Adriana se impressionou com a forma e rapidez com que ela foi alçada à categoria de celebridade, enquanto nós, profissionais de comunicação corporativa, temos que trabalhar com afinco para levar as mensagens de nossos clientes à mídia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de pensar com calma, acho que o trabalho de comunicadores como minha mulher e eu segue justificado mesmo com a tentação do factoide do fenômeno Geisy (o vertido curto do título deste texto). Marcas e corporações precisam de reputação efetiva, positiva e duradoura. E tudo isso só se conquista com um trabalho de longo prazo (pois, como tratamos no post anterior, a verdadeira comunicação demanda constância, consistência e paciência – não exatamente nesta ordem).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indo um pouco além, a reputação de uma marca, de uma corporação, precisa de conteúdo. A Época Negócios de outubro trouxe matéria de capa sobre como recentes estudos sobre o funcionamento da mente humana nos permitem entender melhor a economia. O material incluía entrevista com o consultor Martin Lindstrom, um dos pioneiros do Neuromarketing, que usa pesquisas científicas para entender como o cérebro do consumidor reage à publicidade e todo o conjunto de comunicação de uma empresa. Uma de suas descobertas mais interessantes é que as áreas da mente afetadas pela experimentação de uma marca ícone (Ferrari, por exemplo) são exatamente as mesmas que se ativam no momento de devoção de pessoas religiosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, uma marca precisa ser mais que um nome e uma logomarca. Para se destacar no longo prazo e se diferenciar da massa,  ela precisa ter uma fé, um conjunto de valores que seja real, que tenha fundamentos efetivos e motive não apenas seus consumidores, mas todos o conjunto de pessoas e instituições envolvidas em seu entorno. Mais do que um produto ou serviço, as marcas hoje devem falar de conceitos consistentes que possam ter eco nas emoções do seu público. Deve interagir com a cultura (no sentido antropológico) e provoca-la. E deve ser diferente, única. E principalmente, verdadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a construção deste tipo de marca não acontece por acaso. Trata-se de um conteúdo que deve unir razão e emoção. Sua comunicação se torna muito mais efetiva se feita por meio indireto, com a geração do tão famoso buzz, o boca-a-boca onde os formadores de opinião de um segmento (blogueiros, jornalistas, celebridades) endossam e justificam seus fundamentos. Paralelamente, especialistas isentos devem justificar racionalmente o que o coração quer acreditar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É exatamente este tipo de conteúdo que o profissional de comunicação corporativa deve não apenas divulgar, agindo com o evangelizador-mor por trás das mensagens que circulam pelas diversas mídias, mas criar, buscando informações, pesquisas e gerando a experimentação efetiva destes conceitos por seu público alvo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, com todo respeito à nossa cara Geisy e a situação vexaminosa da qual, até onde sabemos, foi vítima, isto é muito mais do que colocar um vestido curto na aula da faculdade (até porque, pelo menos no meu caso, nem ia cair bem).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-6863187018950600475?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/6863187018950600475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/11/sua-comunicacao-corporativa-precisa-de_26.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6863187018950600475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6863187018950600475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/11/sua-comunicacao-corporativa-precisa-de_26.html' title='Sua comunicação corporativa precisa de um vestido curto? – parte 2'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sw6PtDy2oWI/AAAAAAAAAD0/actd2V0Kf-s/s72-c/ip0149-Geisy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-2392209641420682765</id><published>2009-11-24T07:05:00.000-08:00</published><updated>2009-11-24T15:40:45.747-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='rp'/><title type='text'>Sua comunicação corporativa precisa de um vestido curto?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Swv2rlRZtkI/AAAAAAAAADs/TZh3zPJ5i6I/s1600/01_MVG_sp_geisy.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 313px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Swv2rlRZtkI/AAAAAAAAADs/TZh3zPJ5i6I/s400/01_MVG_sp_geisy.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407687006188320322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Minha doce Adriana não se conteve. Ao assistir na TV a décima entrevista de Geisy Arruda (para quem não associa o nome ao personagem, trata-se da moça que virou notícia internacional após ter sido vaiada e ameaçada de estupro por usar um vestido curto numa aula da Uniban) ela desabafou: “somos os criativos da comunicação corporativa mas foi ela que teve a grande sacada. Eu ganharia um prêmio se conseguisse metade desta exposição para um dos meus clientes.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comentário da minha mulher me lembrou a família do balão nos Estados Unidos, que criou um fato falso para virar notícia (veja post do CoffeeBreak sobre o caso aqui). Conseguiram, se tornaram manchete em todo o mundo, especialmente depois que foram desmascarados e tiveram de confessar ter inventado a história com o objetivo de conquistar um espaço num reality show. Claro que o caso de Geisy é diferente. Até onde se sabe ela não fez nada de caso pensado e foi vítima de um grupo de estudantes, digamos, bastante exaltados (e depois das decisões equivocadas dos diretores da universidade). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o ponto não é este. Será que este tipo de estratégia faz sentido? Buscar a notoriedade a qualquer custo, criar um fato isolado que repercuta na mídia (mesmo que seja na grande mídia e num número grande de veículos) cria imagem para uma marca ou produto? E aqui não falamos de quebra de paradigmas ou de “evangelizar”, trabalhar novos conceitos, para mim o grande diferencial da comunicação corporativa, mas sim da divulgação pura e simples, de tornar um nome conhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente acredito que não. E justifico. Minha experiência profissional mostra que comunicar é algo de médio prazo. De ex-BBBs a pequenos heróis do cotidiano, é praticamente infinita a lista que se poderia produzir de celebridades efêmeras, que vivem intensamente seus 15 segundos de fama e somem tão rapidamente quanto surgem. Com as marcas ocorre o mesmo (ou pior, pois normalmente, por melhor que seja o trabalho de divulgação, empresas e produtos conseguem uma visibilidade muito menor, no curto prazo, do que os personagens de carne e osso).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um erro básico de muitos clientes e mesmo alguns profissionais de comunicação corporativa. O ser humano precisa de tempo e constância para absorver informações e então transforma-las em conhecimento (a diferença entre informar e comunicar). Ouvi de um profissional da área uma história que ilustra bem isto: estavam fazendo um media training com um colunista de um grande jornal, um profissional famoso. Em determinado momento, o cliente falava de um projeto de sua empresa e o jornalista em questão reclamou que a empresa precisava melhorar sua comunicação, pois era uma iniciativa interessante e que ele, como jornalista, não havia tomado conhecimento. Até que os profissionais da agência que estava organizando o treinamento trouxeram um recorte de jornal com uma coluna daquele jornalista onde o tal projeto era citado com destaque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A culpa não é do jornalista. Nem da assessoria de imprensa. Vivemos soterrados em uma quantidade de informações simplesmente impossível de digerir. Então temos que escolher poucas mensagens e leva-las em frente muitas e muitas vezes, buscando novas abordagens, caminhos e momentos. É necessário ter consistência, paciência e constância. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é só na forma, no como falar, que a comunicação deve ser cuidada. Para tornar um nome relevante, e não uma onda passageira, também faz toda a diferença o conteúdo, o que falar. Mas isto fica para o próximo post.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-2392209641420682765?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/2392209641420682765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/11/sua-comunicacao-corporativa-precisa-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2392209641420682765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2392209641420682765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/11/sua-comunicacao-corporativa-precisa-de.html' title='Sua comunicação corporativa precisa de um vestido curto?'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Swv2rlRZtkI/AAAAAAAAADs/TZh3zPJ5i6I/s72-c/01_MVG_sp_geisy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-4370079879990914727</id><published>2009-11-18T08:18:00.000-08:00</published><updated>2009-11-18T08:23:41.829-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>As redes sociais podem aumentar a sua produtividade?</title><content type='html'>Todos os grandes veículos da mídia tradicional deram com destaque. Uma pesquisa internacional calculou o tempo médio que os profissionais ficam nas redes sociais quando estão no escritório e decretou: ferramentas como o Twitter estão gerando prejuízos milionários às empresas. Será mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corte. Mudança de cena. Vicente Falconi é um ícone da “velha guarda”. O “pai” dos consultores, Falconi aprendeu com os japoneses todos os segredos do método cartesiano de gestão. Como colocar tudo no papel, buscar o máximo de eficiência com o mínimo de custo. Trouxe o método ao Brasil e ganhou merecida fama e alguma fortuna. Estou lendo seu novo livro, “O Verdadeiro Poder” (editado por sua empresa, o INDG) e nele descobri que Falconi hoje questiona o valor da experiência. Não que ela não seja necessária, ao contrario, mas, num momento de grandes revoluções tecnológicas, a busca do contínuo conhecimento, sua permanente renovação, tem tanto ou mais peso no sucesso das empresas. Humm, busca permanente do conhecimento que está sempre se renovando. Ok.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora outro pensador, da “nova guarda”. Em seu artigo para  a Wired de novembro, &lt;a href="http://www.wired.com/magazine/2009/10/st_thompson/"&gt;Clive Thompson&lt;/a&gt; questiona toda a cultura corporativa de valorização do foco no ambiente de trabalho (CoffeeBreak também já discutiu isto nos testos &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/humano-20.html  "&gt;“Humano 2.0”&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/quer-inovar-crescer-e-liderar-perca-o.html"&gt;“Quer inovar, crescer e liderar? Perca o foco!”&lt;/a&gt;). O ponto de Thompson são recentes pesquisas sobre o funcionamento do cérebro que estariam mostrando a importância de divagar para a solução de problemas pessoais e profissionais. Um estudo de 2007 mostrou que, em média, passamos um terço do tempo “sonhando acordados”. É muito tempo. Tanto que alguns cientistas começaram a acreditar que esta atitude tão condenada poderia ter alguma função prática ainda desconhecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exames de imagens identificaram que, enquanto alguém divaga, ativa regiões cerebrais associadas às memórias de longo termo e, mais interessante, à resolução de problemas. Baseado nestes resultados, alguns estudiosos como o norte-americano Jonathan Schooler começam a crer que, enquanto foge das tarefas cotidianas, a mente na verdade busca se concentrar em atividades criativas e em saídas para questões mais profundas. Muitas “sacadas” podem surgir exatamente nestes momentos (agora pense, você mesmo já não achou a solução que buscava, como que vinda do nada, numa situação destas de total distração, quando nem pensava na questão?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu ponto é: se, como diz Falconi, vivemos numa época em que a busca constante pelo conhecimento é chave para o sucesso e, como suspeitam os cientistas citados por Thompson, a falta de foco eventual pode ser crucial para alcançarmos soluções criativas, então o uso da internet nos escritórios, e das redes sociais em especial, deveria ser incentivado como ferramenta de produtividade, não o contrário. É óbvio que isto não se aplica a funções basicamente operacionais. Mas se o seu trabalho envolve pensamento, inteligência, busca de soluções – e não apenas o preenchimento de planilhas, então não se sinta culpado ao abrir o Twitter ou Facebook e aprender o que está acontecendo além das quatro paredes do seu cubículo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-4370079879990914727?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/4370079879990914727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/11/as-redes-sociais-podem-aumentar-sua.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4370079879990914727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4370079879990914727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/11/as-redes-sociais-podem-aumentar-sua.html' title='As redes sociais podem aumentar a sua produtividade?'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-4067171921767543904</id><published>2009-11-13T08:14:00.000-08:00</published><updated>2009-11-13T08:15:47.858-08:00</updated><title type='text'>Sobre a dificuldade de ser simples</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sv2GJ7HVWTI/AAAAAAAAADk/i4dgUBm2biA/s1600-h/nutella.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 294px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sv2GJ7HVWTI/AAAAAAAAADk/i4dgUBm2biA/s400/nutella.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5403622632959858994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este post existe para justificar a foto acima. Dei de cara com ela numa reportagem sobre design no jornal espanhol El País e achei genial. É criativo, simples, barato e consegue recriar o pote de Nutella. Por qual motivo é tão difícil pensar o novo sem complicar tudo? Inovar com simplicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto do El País, assinado por Anatxu Zabalbescoa, aponta este projeto, que atende pelo nome de corolla (coroa em italiano), como exemplo uma nova tendência do que o jornal chama de “grau zero do desenho”. Soluções oriundas do despojamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro belo exemplo citado na reportagem é o da loja japonesa Muji, que aposta numa linha de produtos clean/zen sempre bastante funcionais para atrair os consumidores que questionam o consumismo – no texto de introdução em seu site, eles afirmam que não oferecem os melhores produtos, mas sim os que bastam, os necessários, ponto. A Muji faz um concurso mundial de design para novos produtos e um dos vencedores criou um pacote de hashis feitos à moda original, com o talo do trigo. Ou seja, de volta ao futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta busca do básico no design não é nova. Trata-se de um ciclo, a velha disputa entre funcionalidade (menos é mais) e emoção (mais é mais). A novidade é que agora parece que o gatilho desta mudança é outro, menos estético e mais prático. A preocupação com nossos excessos e seus efeitos (poluição, destruição, obesidade, desigualdade) está gerando a necessidade de uma nova atitude, menos descartável. Será que um dia cairá a ficha que ser é mais que ter? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que reforça a percepção de ser uma tendência comportamental e não apenas estética é o fato de diversas grandes empresas estarem demandando este tipo de proposta (e não apenas um ou outro grupo de designers ou marcas de nicho). A própria Apple foi uma das primeiras a trabalhar a simplicidade como base de suas inovações (poucos botões, acionamento intuitivo, quase orgânico). E este tipo de decisão só é tomada nas corporações quando há pesquisas apontando esta demanda por parte do público. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fica é o delicioso desafio de buscar o despojamento, a simplicidade. Que é muito mais difícil do que parece. Especialmente enquanto não passarmos a realmente mudarmos nossa relação com o que nos cerca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-4067171921767543904?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/4067171921767543904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/11/sobre-dificuldade-de-ser-simples.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4067171921767543904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4067171921767543904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/11/sobre-dificuldade-de-ser-simples.html' title='Sobre a dificuldade de ser simples'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sv2GJ7HVWTI/AAAAAAAAADk/i4dgUBm2biA/s72-c/nutella.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-2396448043399443222</id><published>2009-11-10T16:00:00.000-08:00</published><updated>2009-11-11T05:30:14.981-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Experiências CoffeeBreak: andando por São Paulo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Svn_lAc1IkI/AAAAAAAAADc/VCbEJ7epSlU/s1600-h/20_MHG_cult_beatles.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 256px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Svn_lAc1IkI/AAAAAAAAADc/VCbEJ7epSlU/s400/20_MHG_cult_beatles.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5402630239248785986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Experimente andar pelas ruas de uma grande cidade como São Paulo. Deixe o carro na garagem, se despeça do trânsito e caminhe. Ê uma experiência singular. Mas cheia de percalços. E o desrespeito de motoristas é apenas um deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, São Paulo não é Londres. Ninguém vai parar  o carro quando você colocar o pé na faixa de pedestres. Ok. Mas o detalhe é que você não vai conseguir atravessar na faixa em momento algum (exceto se houver um semáforo). Carros saindo das garagens também são um risco – como ousa um simples pedestre na calçada atrasar a passagem de um veículo motorizado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o pior susto que levei em minhas andanças foi com um motociclista que decidiu subir na calçada para chegar mais rápido a uma loja e passou a alguns centímetros deste escriba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os veículos não são as únicas barreiras a quem quer se locomover com as próprias pernas na capital paulista. As calçadas, em geral, são pensadas para quase tudo, menos para ser o espaço de pedestres. Buracos, postes, bancas de jornais (que eu adoro), lixeiras e agora, com a ótima lei anti-tabaco, enormes cinzeiros de concreto disputam espaço com o transeunte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as obras? Durante meses a construção de um novo prédio de escritórios na avenida Juscelino Kubistchek próximo à esquina com a Faria Lima, no sentido marginal – centro, praticamente obrigava pedestres a dividirem espaço com os carros e ônibus da via. Poucos metros à frente, outro obstáculo: a estrutura de metal e vidro de um ponto de ônibus ocupa todo o pouco espaço da estreita calçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adoro bares, restaurantes. Melhor ainda se tiverem mesas na calçada. Um charme. Mas quando eles ocupam toda a calçada, algo está errado. Lembro que, até algum tempo, um ambulante, vendedor de sanduíches, montou uma verdadeira lanchonete na Vila Olímpia. Um toldo protegia da chuva os consumidores sentados em bancos e com seus refrigerantes apoiados em mesas metálicas. O detalhe é que toda esta estrutura estava na calçada. O toldo saia de uma van, estacionada, e era preso por ganchos numa parede, onde se apoiavam também as mesinhas. Lembro de me sentir incomodando os consumidores ao tentar passar pelo meio da “lanchonete”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo: nossa cidade precisa aprender a respeitar seus pedestres. E isso só vai acontecer quando os tais “formadores de opinião” ocuparem suas ruas, quando andar estiver na moda, quando o carro for só um carro, e não uma prova ambulante de status social.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-2396448043399443222?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/2396448043399443222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/11/experiencias-coffeebreak-andando-por.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2396448043399443222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2396448043399443222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/11/experiencias-coffeebreak-andando-por.html' title='Experiências CoffeeBreak: andando por São Paulo'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Svn_lAc1IkI/AAAAAAAAADc/VCbEJ7epSlU/s72-c/20_MHG_cult_beatles.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-3863746241925835378</id><published>2009-11-09T09:05:00.000-08:00</published><updated>2009-11-09T09:07:48.540-08:00</updated><title type='text'>A arte de não postar</title><content type='html'>Humildade é um dom que precisa ser cultivado. Pensei em escrever sobre o que aconteceu na Uniban. Até que, pelo Twitter, recebi o link para este vídeo (que estava no blog do Noblat). Uma paródia vale por mil idéias tortas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/snjPDpDg2Pk&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/snjPDpDg2Pk&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-3863746241925835378?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/3863746241925835378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/11/arte-de-nao-postar.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3863746241925835378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3863746241925835378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/11/arte-de-nao-postar.html' title='A arte de não postar'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-649486360247035927</id><published>2009-10-29T10:36:00.000-07:00</published><updated>2009-10-29T10:47:39.801-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O poder das redes sociais para influenciar as pessoas 2</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SunTpQkObhI/AAAAAAAAADU/ojDWt2RH7RA/s1600-h/redes.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 356px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SunTpQkObhI/AAAAAAAAADU/ojDWt2RH7RA/s400/redes.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398078334155255314" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/o-poder-das-redes-sociais-para.html"&gt;terça postei&lt;/a&gt; sobre a pesquisa publicada na &lt;a href="http://www.wired.com/medtech/health/magazine/17-10/ff_christakis"&gt;Wired de outubro&lt;/a&gt; que busca comprovar o poder das redes sociais (online e offline) para influenciar os indivíduos. Hábitos, conceitos e práticas cotidianas se espalham como um vírus pelas conexões pessoais. Uma verdadeira epidemia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo, para mim, explica muito sobre o poder das tais novas mídias. Afinal, elas trazem estas redes para a internet e, se não aumentam seu tamanho (a quantidade de pessoas que realmente te influencia é similar às redes offline, ou seja, entre quatro e sete) multiplicam a velocidade com que as informações se espalham por estas comunidades. E, outro ponto interessante, elas tornam públicas grande parte destas conversas antes reservadas a quatro paredes ou linhas telefônicas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando em comunicação corporativa, as possibilidades que estas mídias sociais abrem são revolucionárias. Empresas como Amazon e Starbucks, que fazem uso massivo delas, estão ampliando seu conhecimento sobre o que seus consumidores querem, como reagem a seus produtos/serviços e quais suas críticas. &lt;a href="http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/empresas-que-usam-midias-sociais-tem.html"&gt;Pesquisa que postei em agosto&lt;/a&gt; mostra que estas empresas conseguem resultados maiores que as concorrentes que não atuam nas novas mídias. Aqui mesmo no Brasil, a Nokia incentiva diversos fãs da marca (pessoas físicas comuns) a serem seus “embaixadores” nas redes sociais online. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas grande parte das empresas ainda se assusta com este ambiente. Ou relega seu uso à publicidade, como ferramenta para trazer consumidores para campanhas digitais. Perdem a oportunidade do trabalho corporativo, de longo prazo, e do branding. Qual o motivo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha opinião é uma só: medo. Optam por utilizar vias de comunicação de mão única para tentar influenciar pessoas, que por sua vez reproduzem isso em suas redes de relacionamento. Na internet é possível fazer o mesmo, mas a diferença é que agora quem fala passa a ouvir também. E isto assusta (com se as críticas não existissem antes, nas redes pessoais offline só porque não as ouvíamos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, a internet faz com que estas críticas circulem com uma rapidez nunca vista. E cresçam, como uma bola de neve, a partir do momento que cada indivíduo pode comentar e agregar dados novos a um comentário inicial. E se tornem públicos. Acontece que o fato de uma empresa não estar presente ou atuante nas redes sociais não faz com que ela esteja imune às críticas. Elas apenas não serão acompanhadas pelos executivos e talvez nunca cheguem ao CEO (o que os olhos não vem, o coração não sente?). Ao menos até que a e-crise chegue a um ponto de difícil reversão – e isto já aconteceu com algumas empresas mundo afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro argumento é que a velocidade e exposição pública das redes sociais digitais amplificam qualquer erro cometido por uma empresa na comunicação online. E é verdade. Centenas de artigos já afirmaram que as novas mídias não são para amadores. É preciso planejamento, preparação, jogo de cintura e contínuo aprendizado. E, claro, quem se estruturou e já está interagindo, entendendo as reações e criando suas conexões, sai na frente. Na hora de uma e-crise, estará muito melhor preparado para enfrentar-la do que quem desconhece o ambiente, suas “regras de etiqueta”, códigos e sutilezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num dos melhores textos que já li sobre as redes sociais digitais, &lt;a href="http://www.digitaltonto.com/2009/chaotic-social-networks/"&gt;Greg Satell&lt;/a&gt;, do Digital Tonto, defende que elas reagem e se “organizam” de forma caótica. E talvez seja este caos que tanto fascine e assuste executivos sedentos de controle. A má notícia é que esta nova forma de interação entre as pessoas, com tamanho poder de influência, é uma realidade que veio para ficar. A boa é que mesmo o caos segue algumas “regras” matemáticas (o conceito da “calda longa”, a proporção de 80/20, a interdependência de todas as sub-redes, etc.). E a escolha é simples. Você pode aprender a lidar com esta nova realidade e tirar proveito de suas oportunidades (dos riscos não há como fugir) ou continuar fingindo que ela não existe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-649486360247035927?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/649486360247035927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/o-poder-das-redes-sociais-para_29.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/649486360247035927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/649486360247035927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/o-poder-das-redes-sociais-para_29.html' title='O poder das redes sociais para influenciar as pessoas 2'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SunTpQkObhI/AAAAAAAAADU/ojDWt2RH7RA/s72-c/redes.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-7099701076696745140</id><published>2009-10-27T07:48:00.000-07:00</published><updated>2009-10-28T12:20:52.809-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>O poder das redes sociais para influenciar as pessoas</title><content type='html'>Alguns estudos recentes ajudam a entender melhor o fenômeno das mídias sociais e seu funcionamento. Muitos ainda se surpreendem com a rapidez, alcance e poder que as ferramentas de relacionamento on-line tem. Mas a questão, aparentemente, é mais antiga. E offline.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa científica descrita em reportagem de Jonah Lehrer na &lt;a href="http://www.wired.com/medtech/health/magazine/17-10/ff_christakis"&gt;Wired&lt;/a&gt; de outubro comprova a surpreendentemente forte influência das redes de relacionamento. Resumo rápido. Em 1948, pesquisadores de Framingham (Massachusetts, EUA) começou a registrar com riqueza de detalhes os hábitos de mais de cinco mil pessoas, buscando rastrear fatores de risco para doenças cardíacas. O detalhe é que eles apontaram também dados sobre familiares e amigos próximos das pessoas acompanhadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com este fantástico material na mão, os pesquisadores Nicholas Christakis e James Fowler analisaram a interferência das ligações pessoais em questões como obesidade e o hábito de fumar. Os dados  de Framingham permitiram entender a evolução destas questões no tempo, desde os anos 50 até hoje, e como as redes pessoais interferem no processo. O resultado é surpreendente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas que tem amigos obesos, por exemplo, tem 171% (isso mesmo, 171%) a mais de risco de também ganharem sobrepeso em comparação com quem não se relaciona com os mais “gordinhos”. Com o fumo, a pesquisa mostrou que pessoas param juntas de fumar. Se os amigos próximos não param, as chances da pessoa conseguir largar o tabaco são mínimas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, práticas, ideias e conceitos são contagiosos dentro das redes sociais. As conexões entre pessoas tem uma influência sobre o indivíduo maior do que imaginamos. Sem nos darmos conta, muitos de nossos comportamentos simplesmente refletem nosso grupo. Até a felicidade se espalha por meio de associações de pessoas. A pesquisa aponta que cada amigo feliz aumenta em 9% as chances de uma pessoa também ficar sorrindo, enquanto um aumento de salário de U$ 400 por mês (nos EUA) tem apenas 2% de poder sobre seu humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que a internet está fazendo é simplesmente tornar estas redes mais rápidas, abertas e poderosas. Mas não maiores. Na média, cada usuário tem cerca de 110 amigos no Facebook. Ao estudar a ferramenta online e compara-la com as redes offline, Christakis e Fowler perceberam que elas atuam de forma muito similar. A aposta deles é que, como no mundo real, as pessoas que usam mídias sociais na internet possuem dezenas de conhecidos e alguns poucos amigos íntimos, que são quem realmente influem em nossos hábitos e opiniões. Na média, cada usuário do Facebook (pela análise feita pelos pesquisadores) possuí 6,6 amigos próximos, o mesmo número internacionalmente aceito para os camaradas de carne e osso, entre 4 e sete. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto importante é que, seja dentro ou fora da internet, o poder de influência se reflete sim em outros níveis de relacionamento (os amigos dos amigos) mas só até o terceiro nível, depois perde força – e aqui estamos falando de influência, não de informação, que consegue se espalhar de maneira viral, muito forte e rápido, no mundo online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o boca a boca é tão forte (a pesquisa mostra que a opinião de amigos pode ser mais relevante que a do marido ou esposa), porque tantas empresas ainda relutam em usar as mídias sociais na internet? Ferramentas como Facebook e Twitter não podem ser portas de entrada para redes que existem desde sempre? Falamos sobre algumas destas barreiras no próximo post.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-7099701076696745140?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/7099701076696745140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/o-poder-das-redes-sociais-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7099701076696745140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7099701076696745140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/o-poder-das-redes-sociais-para.html' title='O poder das redes sociais para influenciar as pessoas'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-3460568501436622571</id><published>2009-10-21T17:19:00.000-07:00</published><updated>2009-10-21T17:21:59.094-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Balão de perna curta: o ciclo de vida da mentira nas mídias sociais</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/St-lh1ENVXI/AAAAAAAAADM/EH42V5BxbPY/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 133px; height: 111px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/St-lh1ENVXI/AAAAAAAAADM/EH42V5BxbPY/s400/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395212879212139890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Terça fiz, meio de brincadeira, meio a sério, um comentário na introdução no post escrito sexta passada onde, entre outros assuntos, a história do ballonboy. Para quem estava em marte entre o final da semana passada e o hoje, é o “causo” da família do Colorado, nos EUA, que mobilizou polícia, exército, mídia e redes sociais por conta de um balão caseiro que escapou e que poderia estar transportando um menino de seis anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O assunto virou hit instantâneo no Twitter, que os norte-americanos usaram para tentar mobilizar pessoas na busca ao objeto voador. Mais ainda depois que o artefato foi recuperado sem o garoto dentro. Notícia em todo o planeta, aumentou ainda mais quando, pelo serviço de microblog, se revelou que a criança estava escondida no porão de sua própria casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surpreendente mesmo (ou não) foi o desfecho da história. Depois de algumas entrevistas na TV dos EUA, repercutindo o fato, se descobriu que tudo não passou de uma armação. O “desaparecido” foi orientado pelos pais a ficar oculto. E foi ele mesmo quem fez a revelação, durante reportagem para a CNN, quando, ao ser perguntado pelo pai pelo motivo de não ter respondido aos chamados da família, ele disse “vocês me disseram para fazer isto por causa do show”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a polícia do Colorado, depois de ter participado de dois reality shows, família teria inventado a história para ganhar notoriedade e participar de mais um. Voltando ao comentário, comparei a farsa a uma ação de comunicação “fora da caixa”. Um exagero? O resultado foi invejável para os maiores criativos da área. A imprensa mundial abriu espaço para falar do “drama” - como jornalista, acho que foi a repercussão do tema na mídias sociais, em especial no Twitter, quem pautou as mídias convencionais, pois a história em si não era para ser (como foi) a manchete do JN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você colocar na balança a relação custo/benefício, o tal do ROI (retorno sobre investimento na sigla em inglês) é de fazer qualquer gestor de comunicação corporativa se morder de inveja (isso se você, claro, não considerar a punição com que as autoridades dos EUA estão ameaçando a família: multa de meio milhão de dólares e até seis anos de cadeia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para mim, a grande lição deste caso é o que deu errado. A farsa, a desconexão com a realidade, destruíram completamente a ação. A família ficou conhecida sim, mas como grandes mentirosos, capazes de instruir o próprio filho a mentir publicamente pela busca da fama. Bela fama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes tempos de realidade digital, onde muitos criam imagens públicas imaginarias, há a tentação de inventar simulacros para atingir os objetivos da comunicação corporativa. Que me delete da sua lista de following no Twitter o comunicador que nunca ouviu do cliente uma sugestão destas. Sem falso moralismo, minha avó já dizia que mentira tem perna curta. E quem acha que pode se proteger da verdade por meio de um avatar está no passado digital. As novas mídias chegaram para acelerar e difundir a informação. É matemático: o tempo de vida de uma mentira é inversamente proporcional à sua exposição em massa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-3460568501436622571?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/3460568501436622571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/balao-de-perna-curta-o-ciclo-de-vida-da.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3460568501436622571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3460568501436622571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/balao-de-perna-curta-o-ciclo-de-vida-da.html' title='Balão de perna curta: o ciclo de vida da mentira nas mídias sociais'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/St-lh1ENVXI/AAAAAAAAADM/EH42V5BxbPY/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-4599597446033142453</id><published>2009-10-16T17:58:00.000-07:00</published><updated>2009-10-20T09:47:34.275-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><title type='text'>O garoto do balão e a lei seca no Rio – mais dois cases do uso do Twitter</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/StkXYTU3v6I/AAAAAAAAADE/FKvLD2p4p6I/s1600-h/14noar.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 87px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/StkXYTU3v6I/AAAAAAAAADE/FKvLD2p4p6I/s400/14noar.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5393367735024992162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Obs.: Este post foi escrito na sexta, dia 16, antes do mundo saber que o "caso" do balão era uma fraude. Ou poderíamos chamar de ação de comunicação fora da caixa?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a manchete do JN e de boa parte da mídia mundial ontem. Nos EUA, polícia e até o exército se mobilizaram para recuperar um balão caseiro onde estaria um garoto de seis anos. Quando o artefato chegou ao solo, a surpresa: estava vazio. A comunidade se mobilizou para localizar o pequeno até que o mistério foi resolvido: ele estava no porão de sua casa, com medo da bronca que levaria do pai por haver soltado a corda que segurava o balão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a história aconteceu mesmo nas mídias sociais, mais exatamente no Twitter. Ontem os termos Savetheballonboy, Ballonboy e Colorado (estado onde tudo aconteceu) estavam entre os mais digitados do Twitter. Os norte-americanos usaram a ferramenta para se informar sobre o caso e, mais do que isto, mobilizar pessoas da região para tentar localizar o balão e, depois, o garoto supostamente perdido. Eu e os meus colegas na redação da XPress soubemos do caso e o acompanhamos pelo Twitter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, enquanto os norte-americanos utilizam o serviço para buscar crianças “voadoras”, os cariocas encontraram outra função digamos, hã, social, para o Twitter. É o Lei Seca RJ, perfil que permite a seus mais de 12 mil seguidores saberem quais pontos da cidade evitar quando estiverem dirigindo após um happy hour. São os próprios usuários quem mandam informações sobre locais onde estão ocorrendo blitze e opções com menor fiscalização. Perfis parecidos já existem para outras cidades (inclusive São Paulo) mas ainda com poucos seguidores. Questões éticas à parte (se eu fosse da fiscalização de trânsito carioca, usaria o Twitter para saber onde os motoristas alcolizados acham que está liberado e faria uma blitz surpresa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um artigo no &lt;a href="http://www.wired.com/techbiz/people/magazine/17-10/st_thompson"&gt;Wired&lt;/a&gt; deste mês, Clive Thompson defende que o Google está ficando velho em relação a ferramentas como o Twitter. Explico. O líder mundial em buscas está programado para encontrar e classificar os endereços na internet que se referem ao histórico de determinados termos. Avalia quantos links estão apontados para o site, o crescimento de sua visitação e em que contexto a palavra buscada está dentro de seu conteúdo. Perfeito. Mas não para saber o que está acontecendo agora. O Google não acompanha (ainda) o que se fala em tempo real nas redes sociais, nos blogs, e nisto começa a perder espaço para serviços como o Twittermeme, OneRiot ou o Topsy. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos o Twitter se posiciona como uma “janela” para o que acontece agora. Os casos do garoto do balão e do Lei Seca RJ mostram isto na prática. E esta é uma das características que devem ser consideradas pelos profissionais de comunicação na hora de utilizarem o Twitter, seja para se abastecer de dados em tempo real, seja para criar serviços que possam agregar inovação a clientes e público final.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-4599597446033142453?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/4599597446033142453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/o-garoto-do-balao-e-lei-seca-no-rio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4599597446033142453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4599597446033142453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/o-garoto-do-balao-e-lei-seca-no-rio.html' title='O garoto do balão e a lei seca no Rio – mais dois cases do uso do Twitter'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/StkXYTU3v6I/AAAAAAAAADE/FKvLD2p4p6I/s72-c/14noar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-1196249771466625116</id><published>2009-10-13T14:46:00.000-07:00</published><updated>2009-10-13T14:50:59.062-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><title type='text'>Comentários públicos e silêncios privados</title><content type='html'>Se alguém ainda tinha dúvida, a privacidade importa sim para quem usa a internet. Pesquisa realizada pela UC Berkeley and Annenberg School of Communications que li no &lt;a href="http://www.minonline.com/news/12273.html"&gt;MinOnline.com &lt;br /&gt;&lt;/a&gt; relata que até 86% dos norte-americanos rejeitam anúncios quando são informados que foram utilizadas ferramentas de tecnologia para saber quais seus interesses e assim endereçar a proposta a elas diretamente. O suposto benefício que os desenvolvedores desta nova publicidade on-line advogam, de entregar ao consumidor exatamente o que ele precisa, não foi suficiente para justificar que qualquer sistema eletrônico rastreie dados de navegação para este fim, invadindo a esfera privada do cidadão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esta confusão entre o público e o privado ainda vai dar muito o que falar nestes novos tempos digitais. Pelo menos entre boa parte dos profissionais de imprensa, a fronteira entre estes dois ambientes ficou, digamos, fluida. Anaik (de novo ela) me passou um post do jornalista norte-americano James Poniewozik no &lt;a href="http://www.stumbleupon.com/s/#7irDFE/tunedin.blogs.time.com/2009/09/29/the-washington-post-slaps-the-twitter-handcuffs-on-its-staff//"&gt;blog da Times&lt;/a&gt; discutindo a determinação do The Washington Post de criar uma política restringindo o que seus jornalistas podem ou não comunicar nas redes sociais, em especial o Twitter. Resumindo, os profissionais do TWP não podem escrever sobre nenhum tema polêmico ou que reflita posicionamento político ou social. O ponto dos chefes do jornal é que qualquer comentário que revele uma opinião sobre, digamos, religião ou sexo, pode levar os leitores a questionar a isensão jornalística do profissional na cobertura do tema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poniewozik preconiza o contrário. Acha que o conhecimento do ponto de vista pessoal do jornalista sobre determinado tema ajuda o leitor a ter uma visão mais clara do fato e honesta sobre o que está lendo. Para a cultura jornalística dos EUA, isso faz diferença. Tanto que, naquele país, durante as eleições, os veículos de comunicação tradiconalmente assumem editorialmente o apoio a um ou outro candidato, exatamente para permitir que o leitor tenha este parâmetro na cobertura da campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o principal ponto de Poniewozik é que, claro, o jornalista que não tem opinião não é isento. É idiota. E que é uma tolice dos veículos querer iludir seus leitores do contrário, uma vez que o bom profissional vai sempre buscar a isenção, independente de suas crenças pessoais. Para piorar, o TWP é tido nos EUA como um veículo liberal, ou seja, democrata, e a política foi vista como uma oportunidade para os republicanos, ainda doloridos com o cenário político pos-Bush, "cairem de pau".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui no Brasil a moda também pegou. A Folha de São Paulo, por exemplo, também criou regras parecidas. Além de "exortar" a seus profissionais que se isentem de comentar sobre política, políticos e partidos, proibiu a redação de usar o Twitter e demais ferramentas para divulgar fatos ou notícias antes de sua publicação (o que, pessoalmente, até considero adequado, ou os jornais começarão a ser furados pelos próprios jornalistas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na publicidade, temos o caso do profissional que trabalhou para uma das agências contratadas para fazer a campanha pela candidatura de Chicago às Olimpíadas de 2016 e que depois criou um blog irônico onde dizia que os moradores da cidade norte-americana estavam engajados na candidatura... do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes tempos em que todos podem se tornar pessoas públicas, até onde podemos manter a liberdade de expressar nossa opinião? Os profissionais de comunicação vendem seu direito de opinar quando passam a trabalhar para um veículo ou agência? Conheço a história de um profissional de comunicação corporativa que comprou um carro zero com problemas na documentação (número incorreto do chassis) que tornava o veículo ilegal, mas não podia reclamar pois a montadora era cliente de sua agência. Teremos que criar pseudonimos para expressar publicamente o que pensamos de verdade? Ou simplesmente nos calamos?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-1196249771466625116?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/1196249771466625116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/comentarios-publicos-e-silencios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1196249771466625116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1196249771466625116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/comentarios-publicos-e-silencios.html' title='Comentários públicos e silêncios privados'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-7868206209728892824</id><published>2009-10-07T17:25:00.000-07:00</published><updated>2009-10-07T17:29:27.421-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Os invertebrados desconhecidos e as verdades absolutas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Ss0yXL92W9I/AAAAAAAAAC8/ei0dfidA_eI/s1600-h/australia.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 253px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Ss0yXL92W9I/AAAAAAAAAC8/ei0dfidA_eI/s400/australia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390019702962936786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Apesar de considerar o jornal espanhol El País um dos melhores do mundo, foi no seu concorrente, o El Mundo, que li sobre o “tesouro dos invertebrados debaixo da terra”. Era a manhã de meu primeiro dia em Málaga depois de encerrado o trabalho e eu tinha que esperar até a saída do ônibus que me levaria a Algeciras, cidade onde vivi com meu pai no final dos 80. O periódico estava dando sopa no hotel em que me hospedei e foi meu companheiro na viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois, voltando aos invertebrados, o texto do El Mundo me fez saber que um grupo de cientistas acaba de fazer saber ao mundo a descoberta, na Austrália, de nada menos que 850 nova espécies de invertebrados cuja existência era simplesmente desconhecida para a humanidade. 850! De insetos a crustáceos e aranhas, os pequenos animais estavam todos em covas e águas subterrâneas do interior australiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto, assinado pela colega espanhola Maria José Puertas, transcreve ainda falas do professor Andy Austin, da universidade de Adelaide. Segundo ele, o número de novas espécies deve aumentar, pois estas 850 seriam apenas a quinta parte dos seres vivos ainda desconhecidos apenas na Austrália. Segundo Austin, para encontrar novas espécies não é necessário buscar em águas profundas, basta olhar com atenção para seu próprio quintal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é incrível o quanto ainda há a descobrir apenas nos “quintais” deste pequeno planeta? Estamos cercados de pequenos mistérios. Lembro de um cientista que conheci e que me explicou que a ciência não lida com certezas, mas com fatos comprovados até aquela data. Uma nova descoberta pode mudar tudo o que até aquele instante era tido como correto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com o avanço cada vez mais rápido de algumas áreas, como a tecnologia e a comunicação, ainda temos um conhecimento limitado. Mas, e isto é o mais interessante, temos certeza de tudo. Cada vez há menos espaço para a dúvida, para o questionamento. Tomamos dados parciais como verdades absolutas. Especialmente quando nos são favoráveis. Enquanto isto, apenas na Austrália, mais de 3000 formas de vida seguem existindo fora do campo de visão de nossas certezas irremovíveis. Melhor não questionar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-7868206209728892824?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/7868206209728892824/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/os-invertebrados-desconhecidos-e-as.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7868206209728892824'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7868206209728892824'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/os-invertebrados-desconhecidos-e-as.html' title='Os invertebrados desconhecidos e as verdades absolutas'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Ss0yXL92W9I/AAAAAAAAAC8/ei0dfidA_eI/s72-c/australia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-671022301710751671</id><published>2009-10-05T12:19:00.000-07:00</published><updated>2009-10-05T12:21:31.626-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Humano 2.0</title><content type='html'>A querida Anaik me mandou mais uma dica. Desta vez um artigo do &lt;a href="http://www.nytimes.com/2009/09/17/technology/personaltech/17basics.html?_r=3&amp;src=twt&amp;twt=nytimes"&gt;New York Times&lt;/a&gt; onde Farhad Manjoo descreve o teste que fez de diversas ferramentas disponíveis no universo digital para reduzir as distrações de quem usa o computador profissionalmente e melhorar o foco no trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto de partida de Farhad é cartesiano. Depois de revolucionar a produtividade humana, o computador se tornou uma das maiores fontes de entretenimento da História. Desde noticias em tempo real ao novo e mais interessante vídeo que está “bombando” (ainda se usa esta expressão??) no You Tube, passando pelos comentários de amigos no Twitter e Facebook, estas máquinas estão cheias de apelos para a distração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta demanda gerou diversos programas que podem desde medir o tempo que o usuário destina para cada tipo de aplicativo no computador, alertando o quanto somos “dispersos”, até aplicativos que, simplesmente, bloqueiam total ou parcialmente nosso acesso à internet e programas correlatos. O mais divertido deles promove uma volta ao tempo de duas décadas e gera um processador de textos parecido com o Word dos anos 80 reina sozinho na tela, fazendo “desaparecer” todos os ícones dos demais programas, em especial os que ficam “chamando” para a distração, como o Y!Messenger, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como quase sempre, o melhor ficou para o final. Depois de bloquear seu acesso às “frivolidades” digitais, Farhad conclui que segue sem continuar focando no trabalho. Apenas troca a distração. No lugar da internet, se vê brincado de cortar frutas enquanto escreve. Nas palavras do colunista no NYT, talvez o cérebro dos que trabalham com criação, caso de jornalistas, precise mesmo ficar fora de foco de tempos em tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou além. Já li diversos artigos afirmando que os jovens de hoje, que cresceram com acesso à internet, desenvolveram uma capacidade diferenciada de desenvolver diversas tarefas simultaneamente. Tenho um filho de 17 anos cuja rotina é ouvir música, assistir TV (sem som), jogar seu PS3 e navegar pela internet. Tudo ao mesmo tempo. E, já testei, o pior é que ele sabe, por exemplo, o que está acontecendo no programa de TV no ar naquele momento. Infelizmente para a minha aposentadoria não acredito que meu garoto seja um superdotado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que ampliar a “capacidade de processamento” de nossa cabeça, pessoalmente acredito que o acesso a estas diversas atividades e informações simultaneamente aumenta a possibilidade de inovação e incentiva a criatividade. Nunca o Homem produziu tanto conhecimento e jamais esta informação esteve tão disseminada. Minha opinião é de que, ao invés de limitar seu o acesso das pessoas ao Twitter ou Facebook, as empresas deveriam incentivar seu uso. Não me parece coincidência que praticamente todas as companhias brasileiras que receberam a indicação como as mais criativas do país pela Época Negócios tenham ferramentas internas de comunicação digital. É óbvio que a produtividade e os objetivos são importantes para toda organização. Mas não podemos encontrar um ponto de equilíbrio em que haja espaço para buscar e processar outras informações e referências? Será que não estamos desperdiçando boa parte de nosso próprio potencial?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-671022301710751671?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/671022301710751671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/humano-20.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/671022301710751671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/671022301710751671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/humano-20.html' title='Humano 2.0'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-6661577037109554484</id><published>2009-10-01T06:33:00.000-07:00</published><updated>2009-10-01T06:33:22.148-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Medo: muitos efeitos e alguns caminhos alternativos</title><content type='html'>Há alguns dias participei de um curso sobre finanças com o consultor Roberto Cunha. Depois de ser executivo de grandes empresas como Odebrecht e Vale, sempre cuidando da vida financeira, ele concluiu que, mesmo na sua árida área de trabalho, tudo é comportamento, atitude. Os números, o balanço contábil de uma empresa ou de uma pessoa, é apenas o resultado de nossas escolhas. Achei algumas se suas colocações muito interessantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Roberto, o medo é o freio da mudança. Ele diz ter visto isso em inúmeras empresas, que acabam perdendo o bonde da história por receio de testar novos caminhos ou de mudar posturas sedimentadas. Indo a um nível mais profundo e falando de “Finanças Comportamentais”, ele explicou que todos somos neurologicamente programamos a agir de forma repetitiva e, a parti do momento em que se encontra um caminho relativamente confiável, evitar a mudança. Isso nos dá a sensação de tranqüilidade, de segurança. Só que o mundo continua se transformando lá fora... O medo é o aviso natural de que estamos saindo de nossa zona de conforto. Mas talvez a única forma de evoluirmos seja exatamente vivendo o diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra ponderação do nosso consultor é sobre o risco. Viver é correr riscos. Temos a ilusão de uma estrutura que nos protege. Bobagem. Todos nos vivemos momentos de desafiadores, por mais que os evitemos. Uns maiores, outros menores. Mas é a nossa reação à adversidade que vai determinar o nosso sucesso (afinal, é bem mais fácil fazer o certo quando tudo vai bem). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Todos especulamos”. Para Roberto, sempre que planejamos algo, seja a compra de um imóvel ou um final de semana na praia, estamos pensando sobre algo que foge de nosso controle (e se chover? E se houver um acidente e fecharem a estrada?). Logo, estamos fazendo uma especulação. Assim, o melhor seria aproveitar o conhecimento acumulado destas experiências para aplicar em coisas maiores, como nosso projeto de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, Roberto acha que todo erro é uma tentativa. Parte do medo que imobiliza pessoas e empresas vem do fato de que nosso cérebro é naturalmente orientado para super-valorizar o que é negativo. O medo de repetir a atitude que gerou dor ou desconforto é maior do que o prazer gerado pelos acertos. Assim, no médio prazo, nos deixamos enredar por uma atitude defensiva. Não erramos mais. A opinião de Roberto é de que deveríamos ter uma postura mais positiva com o erro. De aprender com ele sem buscar culpados. E de, ao avaliar uma operação mal-sucedida, tentar entender o que deu certo e focar nisto. Este poderia ser um caminho para, com planejamento e inteligência, vencer o medo e buscar o novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este post é dedicado ao Mateus, do blog Ocappuccino, que ao comentar sobre um post do CoffeeBreak sobre a dificuldade das agências de comunicação corporativa em se lançar sobre a comunicação digital de seus clientes, diagnosticou (acertadamente, a meu ver) que a causa é o medo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-6661577037109554484?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/6661577037109554484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/medo-muitos-efeitos-e-alguns-caminhos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6661577037109554484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6661577037109554484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/10/medo-muitos-efeitos-e-alguns-caminhos.html' title='Medo: muitos efeitos e alguns caminhos alternativos'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-7181046614789961433</id><published>2009-09-27T03:50:00.001-07:00</published><updated>2009-09-27T03:50:25.199-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='imprensa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PR'/><title type='text'>O jogo na imprensa virou para o digital</title><content type='html'>Tive o prazer de viajar com um grupo de ótimos jornalistas, entre eles Tales Farias, profissional de longa e vitoriosa carreira, dos que ainda se preocupam em investigar e apurar. Pois Tales, depois de alguns anos no Rio, onde estava tentando bravamente salvar o Jornal do Brasil, vai voltar a Brasília, para junto de sua família. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele vai engrossar o time de jornalistas consagrados, integrado por nomes como Guilherme Barros e Daniel Castro, que está saindo dos grandes jornais impressos e migrando para a internet, mais especificamente para o IG. Tales vai comandar a sucursal do portal na capital federal, prometendo uma cobertura diferenciada do governo federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, o futuro chegou. Enquanto ficamos discutindo qual o modelo de negócio para jornais e revistas com o conteúdo on-line, a Oi decidiu apostar pesado para gerar material próprio de grande qualidade e com a assinatura de profissionais reconhecidos dos leitores. A balança começa a pender para o lado digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta agora, é quanto tempo a indústria de comunicação corporativa vai levar para se adaptar a este novo cenário. Hoje assessores de imprensa e clientes estão viciados no papel. Querem pegar o resultado de uma entrevista. Comprar várias cópias da revista e mandar para os chefes, clientes e, porque não, familiares. Como parte do sistema de métrica para o trabalho destes profissionais ainda é baseada no valor da equivalência publicitária (quanto uma reportagem custaria para o cliente se fosse um anúncio), ainda vai levar um tempo para as estratégias de comunicação corporativa mudarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio Guilherme, quando ainda estava na Folha, revelou este receio num almoço que acompanhei. Como boa parte do material de suas notas exclusivas vem de assessores de imprensa, estava preocupado em perder relevância na briga pela informação mais quente. Há alguns meses, numa palestra na XPress, a editora da Exame, Cristiane Correa, revelou que nunca havia recebido uma sugestão de pauta para seu blog no portal da Exame – que, segundo ela, tinha um índice de leitura igual ou superior ao da revista impressa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente, está na hora de mudar. Ou os colegas da comunicação corporativa começam a colocar os profissionais e canais de conteúdo da internet em suas estratégias ou podem se surpreender com uma postura nada agradável quando precisarem deles. E este dia vai chegar muito antes do que se imagina. Na verdade, eu acredito que ele inclusive já chegou. A equipe do IG que o diga.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-7181046614789961433?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/7181046614789961433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/o-jogo-na-imprensa-virou-para-o-digital.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7181046614789961433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7181046614789961433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/o-jogo-na-imprensa-virou-para-o-digital.html' title='O jogo na imprensa virou para o digital'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-4558319877984935723</id><published>2009-09-23T01:41:00.001-07:00</published><updated>2009-09-23T01:41:07.749-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Desafio CoffeeBreak: um dia sem carro por semana e sua criatividade de volta 2</title><content type='html'>Num post há duas semanas soltei a proposta (afinal, algum maluco tem que começar a propor algo). Como sonhar é de graça, se todos aceitassem deixar o carro em casa uma vez por semana teríamos 20% a menos de veículos nas ruas. E não apenas no horário do rodízio, mas o dia inteiro. Quanto tempo nós ganharíamos para coisas muito mais divertidas do que ficar parado num engarrafamento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diminuindo não apenas a quantidade de automóveis circulando, mas o tempo que eles ficam ligados, teríamos uma redução ainda maior na poluição. Isto sim é atitude. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas estes argumentos meio hippies não comovem mais ninguém, não é verdade? Afinal, ficamos todos esperando que o outro comece a fazer o que não fazemos. Afinal, eu e meus amigos não representamos nada numa cidade com mais de seis milhões de carros, não é mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como de hippie não tenho nada, meus argumentos são mais egoístas (apesar de achar que a melhora no trânsito já seja boa o bastante e que minha rinite alérgica agradeceria menos CO2 no ar). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos falam em inovação.Todos querem criatividade. Mas ela não vem do nada. É gerada com muito suor e uma bagagem cultural em constante ampliação, na qual uma abertura para diversas mensagens, imagens e pontos de vista tem papel fundamental. Experiências distintas, sair do seu ambiente e conhecer outros sabores, outros odores, outros referenciais é uma estratégia reconhecidamente poderosa para “turbinar” a criatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem, como eu, está viciado no (aparente) conforto do carro na porta, ficar sem ele periodicamente pode ser uma ótima ferramenta para aumentar a criatividade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos grandes argumentos dos defensores do transporte individual é a liberdade. Você pode sair de onde quiser e ir para onde desejar a qualquer hora. Claro, contanto que não seja seu rodízio ou que não esteja chovendo ou que não seja sexta-feira no final da tarde ou que, como minha mulher, você não leve 30 minutos apenas para sair do estacionamento de seu escritório (sim, é verdade). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já ficar sem carro proporciona outra liberdade: a de escolher a melhor maneira de se locomover (mesmo que seja um carro, com um táxi ou uma carona). Quando você está de carro, nem pensa: vai e vem com seu possante. No máximo muda o caminho e tem a oportunidade de fica engarrafado num cenário novo. Sem ele, cada viagem abre um leque de possibilidades. Você tem que pensar qual a melhor opção, mesmo que seja não ir a lugar algum. Posso parecer inocente, e talvez esteja sendo, mas acho que estas experiências agregam, alargam os horizontes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou longe de ser radical. Venho de uma família de classe média baixa que faliu nos 80. Na época de faculdade tinha três empregos e meu primeiro filho. Sem carro e economizando cada centavo, após o almoço andava meia hora até a rádio onde trabalhava de tarde. Meu sonho era o carro que só comprei anos depois. Pior, adoro dirigir, melhor ainda na estrada. Hoje, se optar pelo transporte público, levaria cerca de duas horas para chegar ao escritório toda manhã. Sem chance. Mas acho que podemos aprender a dependermos menos deste expediente, a buscar o equilíbrio e utilizar outras formas de locomoção só para variar. Segue o desafio. Que tal um dia sem carro por semana? Eu estou me reeducando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-4558319877984935723?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/4558319877984935723/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/desafio-coffeebreak-um-dia-sem-carro_23.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4558319877984935723'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4558319877984935723'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/desafio-coffeebreak-um-dia-sem-carro_23.html' title='Desafio CoffeeBreak: um dia sem carro por semana e sua criatividade de volta 2'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-9030028290166266403</id><published>2009-09-17T04:46:00.000-07:00</published><updated>2009-09-17T04:46:50.815-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><title type='text'>Twitter nas empresas: quem leva essa?</title><content type='html'>Outro dia recebi um tweet da Anaik, colega que escreve o ótimo &lt;a href="http://melhorespalavras.blogspot.com/"&gt;Melhores Palavras&lt;/a&gt;, com um link para um artigo sobre o poder de síntese necessário para escrever no Twitter, por conta dos 140 caracteres. Lendo aquilo, me veio, claro, a lembrança das aulas de redação jornalística, das técnicas para fazer um bom título, do lead, ou seja, que um bom jornalista deve resumir o fato a ser comunicado no mínimo de texto, com estilo, clareza etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja: escrever no Twitter é como fazer um bom título, se possível auto-explicativo. Será então que a nova estrela da internet é território privilegiado para jornalistas? Arriscaria que sim. Afinal, além da necessidade de ser conciso, há o imediatismo, a mensagem chega aos seus seguidores no momento em que você escreve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não por acaso diversas empresas jornalísticas utilizam (algumas muito bem) o Twitter. Eu mesmo sigo várias, da CNN à Wired, passando por colunistas como Mônica Bergamo e Lauro Jardim (este último, na minha humilde opinião, ainda muito distante da linguagem do microblog, com seus tweets enigmáticos, que nunca me chamam a buscar seu link).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumindo: o Twitter é uma ferramenta de comunicação instantânea e que necessita de poder de concisão ideal para disseminar e discutir notícias, novidades. Perfeito. Mas o grande espanto é que, pensando corporativamente, ela está indo para outras mãos. Explico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense numa empresa que quer estar no Twitter. Quem ela vai procurar? Que tipo de profissional ou agência? Normalmente o que temos visto no Brasil é que esta demanda está caminhando para empresas de publicidade digital, que contratam jovens “ligados nas novidades”. Dependendo do projeto, pode até funcionar. Mas acredito que o mais correto seria que as agências de comunicação corporativa, nossas antigas assessorias de imprensa, assumam este papel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São profissionais de comunicação que dominam as técnicas jornalísticas – ou seja, vão conseguir se expressar bem em 140 caracteres – conhecem em profundidade as políticas, mensagens e informações da empresa que passará a dialogar na rede social e estão treinados a interagir com públicos exigentes e questionadores como jornalistas e formadores de opinião. Não são tão jovens? Bom, ótimo. Os usuários do Twitter também não são. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desculpem, mas para mim parece óbvio. Tanto que em outros mercados, como o dos EUA, as agências de comunicação corporativa já estão trabalhando sério neste caminho. E aqui? Enquanto assessoria de imprensa vira commodity, a maioria das empresas continua dando passos tímidos neste caminho sem volta. Por quê?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-9030028290166266403?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/9030028290166266403/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/twitter-nas-empresas-quem-leva-essa.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/9030028290166266403'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/9030028290166266403'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/twitter-nas-empresas-quem-leva-essa.html' title='Twitter nas empresas: quem leva essa?'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-8967903918735816438</id><published>2009-09-14T06:14:00.000-07:00</published><updated>2009-09-14T06:18:08.355-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Case Inovação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='iPhone'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><title type='text'>Inovar mais e chorar menos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sq5CiQsSXiI/AAAAAAAAAC0/rT1pVzAp5Yo/s1600-h/mh2(2).jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 214px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sq5CiQsSXiI/AAAAAAAAAC0/rT1pVzAp5Yo/s400/mh2(2).jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381311761118027298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pessoas (e empresas também) que preferem inovar a lamentar as mudanças do mercado. Vem da Men’s Health norte-americana uma boa ideia para aproveitar o que as novas mídias oferecem como oportunidade para gerar novas fontes de renda, fidelizar leitores e divulgar sua marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um aplicativo para o iPhone (o que não é novo) mas, aproveitando toda a potencialidade do aparelho da Apple para oferecer aos usuários conteúdo diferenciado e, outro ponto fundamental para o sucesso, totalmente alinhado com a promessa da marca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chamado ‘Jimmy the Bartender’, nome de uma das mais populares colunas da publicação nos EUA,  o aplicativo usa o GPS do iPhone para indicar os melhores bares da região onde o dono do aparelho estiver. E mais. Indica quais comidas pedir e de quais fugir, alem dos drinks que vale a pena degustar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como a revista não é um guia gastronômico, ‘Jimmy the Bartender’ também oferece dicas para conquistar a garota que está sendo paquerada (basta identificar qual o seu tipo para ter as informações na hora em que elas são necessárias). Outra área interessante é o Q&amp;A, voltada a divulgar a filosofia de bar (sim, os boêmios gringos também tem sua maneira peculiar de ver a vida) em respostas do Jimmy em pessoa a dúvidas comuns (e outras nem tanto). Finalmente, para garantir o sucesso de qualquer homem no happy hour, o aplicativo ainda oferece as regras, truques e dicas para os principais jogos de botequim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alem do arquivo da própria publicação, o programa usa dados fornecidos pelos próprios usuários (uma das grandes vantagens das redes sociais) e, apesar de nova (foi lançada há pouco mais de duas semanas) já é um sucesso de crítica, acumulando ótimas avaliações de sites especializados. A expectativa é que parte dos 30 milhões de usuários do iPhone e iPod Touch nos EUA comprem o programa por míseros U$ 2,99.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valorizar sua própria marca e sua conexão com um público cativo, usando a tecnologia e a criatividade para criar novas fontes de renda pode ser um dos caminhos para ajudar a imprensa a sair da crise do conteúdo grátis na rede. E também para melhorar a comunicação de diversas empresas e segmentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-8967903918735816438?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/8967903918735816438/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/inovar-mais-e-chorar-menos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/8967903918735816438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/8967903918735816438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/inovar-mais-e-chorar-menos.html' title='Inovar mais e chorar menos'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sq5CiQsSXiI/AAAAAAAAAC0/rT1pVzAp5Yo/s72-c/mh2(2).jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-4882546707141216385</id><published>2009-09-10T18:12:00.000-07:00</published><updated>2009-09-10T18:13:45.415-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Desafio CoffeeBreak: um dia sem carro por semana e sua criatividade de volta</title><content type='html'>Tudo começou por necessidade. Ou quase. Para economizar nossas finanças, o transito de SP e o planeta, minha mulher e eu decidimos ter apenas um carro. Afinal, trabalhamos muito próximos e temos o mesmo horário. Claro que há dias e dias – já tive que esperar em dias que ela teve que ficar até mais tarde e vice-versa. Mas em geral a experiência tem sido positiva e ainda ganhamos mais tempo juntos – afinal levamos cerca de duas horas por dia entre ir e vir do escritório. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o post não é sobre isto, e sim sobre ficar sem o carro. Meus gêmeos nasceram, minha mulher ainda está de licença e, pelo menos uma vez por semana, precisa de nosso carro para resolver uma série de questões. E foi assim que comecei a me organizar para tirar meu dia da semana sem carro – e não apenas sobrevivi a isto, mas acabei gostando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É incrível como nos acostumamos com saídas que parecem simples e não vemos quantas possibilidades existem. A principal delas é a velha e boa carona. É com ela que consigo chegar ir da Mooca ao escritório na Vila (argh) Olímpia. Afinal, pelo menos três colegas moram próximo de mim e nos revezamos dando carona uns aos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a vida é mais complexa do que chegar ao escritório. Academia, reuniões, almoço com amigos... uma atitude ainda mais antiga que a carona é caminhar. Já que temos que, como uma manada, trabalharmos todos na mesma região, afinal alguém disse que é mais chique (mesmo sendo uma região sem metro, com ruas estreitas e sem estacionamento) alguma vantagem temos que ter com isto. Hoje fui da academia, andando, a uma reunião, da qual voltei da mesma forma. Outros clientes da agencia, localizados na região da Berrini, já visitei usando o trem. Quando tudo falha, há o táxi – cujo preço é mais do que compensado pelo carro a menos que temos em casa (segundo os cálculos de um especialista em finanças, o custo para manter um carro popular, entre combustível, seguro, manutenção, impostos e depreciação do veículo é de mais de R$ 1.200 ao mês).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que esta experiência me ensinou, porém, é que, mais do que possível, ficar sem carro de vez em quando é uma delícia. Andar permite ver uma cidade diferente. Inúmeros detalhes, invisíveis ao volante, aparecem, sejam pequenas praças, uma casa com um pórtico digno de nota, um pequeno e aparentemente delicioso restaurante, um bar que parou nos anos 50. E as pessoas. Olhar as pessoas, interagir, rir com o rapaz que, sem perceber, desfila pela Vila Olímpia com um colante escrito “este é grátis” preso às costas. Chego ao escritório mais leve, relaxado e com meu estoque de referências, tão importantes para ser criativo, renovado. Porquê não, toda semana, tirar pelo menos um dia para deixar o carro em casa?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-4882546707141216385?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/4882546707141216385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/desafio-coffeebreak-um-dia-sem-carro.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4882546707141216385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4882546707141216385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/desafio-coffeebreak-um-dia-sem-carro.html' title='Desafio CoffeeBreak: um dia sem carro por semana e sua criatividade de volta'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-5366027898893096608</id><published>2009-09-10T15:22:00.000-07:00</published><updated>2009-09-14T15:24:11.894-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;br /&gt;var gaJsHost = (("https:" == document.location.protocol) ? "https://ssl." : "http://www.");&lt;br /&gt;document.write(unescape("%3Cscript src='" + gaJsHost + "google-analytics.com/ga.js' type='text/javascript'%3E%3C/script%3E"));&lt;br /&gt;&lt;/script&gt;&lt;br /&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;&lt;br /&gt;try {&lt;br /&gt;var pageTracker = _gat._getTracker("UA-10665855-1");&lt;br /&gt;pageTracker._trackPageview();&lt;br /&gt;} catch(err) {}&lt;/script&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-5366027898893096608?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/5366027898893096608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/var-gajshost-https-document.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5366027898893096608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5366027898893096608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/var-gajshost-https-document.html' title=''/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-8209817963610823237</id><published>2009-09-08T18:14:00.000-07:00</published><updated>2009-09-08T18:18:06.414-07:00</updated><title type='text'>Case Wired Vanish: o sucesso de tratar seu público com inteligência</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SqcCK9ujJXI/AAAAAAAAACs/C5SCjgctr1E/s1600-h/evancaught1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SqcCK9ujJXI/AAAAAAAAACs/C5SCjgctr1E/s400/evancaught1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379270667309098354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durou exatos 23 dias.  Quando começo a escrever este post, às 9 da noite do dia 8 de setembro, acabo de receber o tweet da revista Wired informando que encontraram seu jornalista perdido. Evan Ratliff estaca andando de bicicleta na cidade de New Orlens quando foi fotografado por Jeff, um dos sócios do Naked Pizza, uma pizzaria natureba da cidade. O empreendedor norte-americano receberá um prêmio de 5 mil dólares e, mais importante, a fama no mundo virtual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Misto de reportagem, investigação e grande ação de RP, o projeto &lt;a href="http://www.wired.com/vanish/"&gt;Vanish – Finding Evan Ratliff&lt;/a&gt; desafiou os nerds e geeks norte-americanos a, em menos de 30 dias, encontrarem o jornalista. As regras: ele não iria sair do país nem se esconder em uma cabana no alto das montanhas. Continuaria a fazer atividades normais de sua vida, mas longe de amigos e família, sem manter contato direto com ninguém. Seu único ponto de contato seriam as redes sociais da internet, como Facebook e Twitter. Algumas pistas também foram colocadas no blog que a Wired criou para acompanhar o caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia era testar a hipótese de que, por conta da internet, todos hoje somos rastreáveis. O fato é que um grupo, nomeado @Vanishteam no Twitter, rastreou Evan e conseguiu descobrir em que cidade ele estava. Jeff, leitor da revista, foi avisado pois o jornalista poderia pedir a pizza sem glúten que eles entregam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, mais interessante do que as técnicas de espionagem digital que o pessoal do @Vanishteam usou é o sucesso do desafio para divulgar a revista. Milhares de leitores nos EUA se envolveram. As pistas, o sumiço e todos os passos do jornalista viraram comentário nas redes sociais. Eu mesmo fiquei sabendo da história por um colega na XPress, o Raphael Gonzales (ou @raphaelgonzales), que leu na internet. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E porque funcionou tão bem? Na minha opinião, há alguns ingredientes importantes: além do próprio apelo de um desafio inteligente, que sempre provoca o ser humano, a Wired colocou o uso das redes sociais como centro da ação, integrando diversas delas. Mais que isto, a própria internet era a grande fonte de pistas para se responder o desafio. Mas acho que o principal ponto é que a ação não foi gratuita, ao contrário, tinha um contexto editorial claro e totalmente alinhado ao DNA da marca. Assim, a inteligência do público não foi subestimada. Um belo case, que pode nos servir de inspiração para tentar inovar na comunicação usando as tais novas mídias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-8209817963610823237?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/8209817963610823237/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/case-wired-vanish-o-sucesso-de-tratar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/8209817963610823237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/8209817963610823237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/case-wired-vanish-o-sucesso-de-tratar.html' title='Case Wired Vanish: o sucesso de tratar seu público com inteligência'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SqcCK9ujJXI/AAAAAAAAACs/C5SCjgctr1E/s72-c/evancaught1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-9048608621360110073</id><published>2009-09-04T14:30:00.000-07:00</published><updated>2009-09-04T14:35:38.252-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><title type='text'>People of Walmart: molecagem bem sucedida ou sacada de comunicação?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SqGHgHsjbPI/AAAAAAAAACk/_oiO3fKwK6w/s1600-h/viral_thing_0828.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 224px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SqGHgHsjbPI/AAAAAAAAACk/_oiO3fKwK6w/s400/viral_thing_0828.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377728415948565746" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma nova forma de “viral” está ganhando força nos EUA. Misto de blog com rede social, eles partem de um mote divertido e comum a uma grande parte da população para se tornar sensação na internet. De quebra, critica ou divulga comportamentos, marcas e tendências. Pode servir de inspiração para ações de comunicação neste país que adora as comunidades na web.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi no Mashable (&lt;a href="http://mashable.com/2009/09/01/people-of-walmart"&gt;http://mashable.com/2009/09/01/people-of-walmart&lt;/a&gt;/) que li sobre o &lt;a href="http://peopleofwalmart.com/"&gt;People of Walmart&lt;/a&gt;, que faz tanto sucesso que foi objeto de matéria na &lt;a href="http://www.time.com/time/arts/article/0,8599,1919401,00.html"&gt;Time&lt;/a&gt; . O site foi criado de brincadeira por dois irmãos de 20 e poucos anos, Andrew e Adam (eles não divulgaram o sobrenome), que freqüentam um Walmart na Carolina do Sul. Impressionados com alguns tipos realmente ah, digamos, diferentes que passeavam pelas gôndolas, decidiram fotografar alguns e colocar as imagens na rede. Penteados bizarros, calças com boca de sino com pompons vermelhos, pessoas fantasiada de Tio Sam ou do tigre da Kellogg’s. Os corredores da rede de supermercados parecem atrair mesmo gente de todo tipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia primeiro ganhou a rede, depois ganhou a mídia. Antes mesmo de ser tema de reportagens na dita imprensa tradicional, o People of Walmart foi divulgado de blog em blog e se tornou um sucesso de audiência. Centenas de pessoas passaram a postar fotos e o tráfego do site ficou tão grande que ele chegou a ficar fora do ar. O conteúdo passou a ser gerado pelos próprios usuários. Os criadores passaram ao papel de ‘curadores’ do material proposto pelos seus repórteres/leitores. E o Walmart ganhou mais espaço, inclusive neste humilde blog. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta, que não poderemos responder, é se não foi o próprio Walmart quem deu uma mãozinha na divulgação deste site na imprensa, no mais puro espírito falem bem, falem mal, mas falem de mim. Profissionalmente, espero que sim. Cansado de ver executivos pedindo ideias fora da caixa e depois executando apenas propostas 300% seguras e convencionais, passaria a acreditar um pouco mais na capacidade de ousar (ao menos um pouquinho) dos gestores da comunicação corporativa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-9048608621360110073?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/9048608621360110073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/people-of-walmart-molecagem-bem.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/9048608621360110073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/9048608621360110073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/people-of-walmart-molecagem-bem.html' title='People of Walmart: molecagem bem sucedida ou sacada de comunicação?'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SqGHgHsjbPI/AAAAAAAAACk/_oiO3fKwK6w/s72-c/viral_thing_0828.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-3592880308667085708</id><published>2009-09-02T15:42:00.000-07:00</published><updated>2009-09-02T16:00:09.942-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Meio Ambiente'/><title type='text'>Um post de amor a São Paulo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sp74ywNewBI/AAAAAAAAACc/Gkj-iZ5-BiQ/s1600-h/SP+02.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sp74ywNewBI/AAAAAAAAACc/Gkj-iZ5-BiQ/s400/SP+02.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377008555945541650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Foto de Rodrigo Dionísio, outro amante da São Paulo real&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei impressionado. Hoje de manhã tive uma reunião profissional num moderno edifício comercial na Leopoldo Couto de Magalhães Junior, rua tão pomposa quanto o nome, em pleno Itaim Bibi. A edificação ainda cheira a nova. Mas o que realmente me chamou a atenção foi que o prédio simplesmente não possui nenhum acesso para pedestres. Isso mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Construído num nível cerca de um metro mais alto do que a rua, o edifício conta com três rampas de acesso para veículos. E só. Qualquer incauto passante que esteja na calçada e tenha a vontade ou, como no meu caso, a necessidade de entrar se vê obrigado a dividir espaço com os carros que sobem e descem. Senti-me um extraterrestre. Será que sou o único que ainda caminha pela cidade? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais triste é que o tal prédio é emblemático de como esta cidade está se estruturando. Cada vez mais os locais elegantes, refinados, destinados às pessoas de fino trato, passam a segregar os pedestres. Ou você chega de carro ou não chega. Um analista mal humorado afirmaria que se trata de algo pensado. Em sua necessidade de preservar a segurança dos bem nascidos e deixar os menos favorecidos longe de sua visão – afinal, é tão deprimente lembrar que ainda existem pobres – ampliam-se as barreiras físicas e a posse de um veículo passa a ser mais um diferencial entre quem pode e quem não pode entrar no clube (era melhor quando esta seleção era feita por uma calça de marca, uma conversa sobre esqui ou uma sacola da mega-loja chique entre a Marginal Pinheiros e a favela da Vila Olímpia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eu não acredito nisto. Acho que é burrice mesmo. Por qualquer ângulo que se veja, seja o da preservação do meio ambiente, seja do trânsito, seja da alegria de ver as ruas cheias de gente interessante e se alegrar ao desejar a alguém bom dia (lembra disso??), uma cidade construída para ocupantes solitários de carros blindados é uma deprimente estupidez. O crítico mal humorado do parágrafo de cima diria que nossa elite é imbecil (sem lembrar que todo pseudo-intelectual, neste país, também é parte desta mesma elite). Prefiro achar que está perdida, aprisionada em seu medo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque não mudamos de atitude? Quando vamos começar a dar carona? A ir a pé se o endereço é próximo? A pegar o metro, o trem, o ônibus? Quando vamos andar de bicicleta pelas ruas da cidade – não só como lazer, mas como meio de transporte? Quando vamos perder o receio de olhar o outro por receio de ver refletido nele nossa falta de atitude?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-3592880308667085708?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/3592880308667085708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/um-post-de-amor-sao-paulo.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3592880308667085708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3592880308667085708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/09/um-post-de-amor-sao-paulo.html' title='Um post de amor a São Paulo'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sp74ywNewBI/AAAAAAAAACc/Gkj-iZ5-BiQ/s72-c/SP+02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-7207605527473266903</id><published>2009-08-31T14:22:00.000-07:00</published><updated>2009-08-31T14:25:49.363-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><title type='text'>Política 2.0 não perdoa falta de profissionalismo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Spw_oQJ74XI/AAAAAAAAACU/3mFnK0Hf-UI/s1600-h/sarney_mercadante2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 278px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Spw_oQJ74XI/AAAAAAAAACU/3mFnK0Hf-UI/s400/sarney_mercadante2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376242015937487218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente daqui há alguns minutos todos teremos esquecido, mas o vexame do senador Aluízio Mercadante, que num dia anunciou a todos os seus seguidores no twitter que havia tomado uma a decisão irrevogável de renunciar à liderança do Partido dos Trabalhadores no Senado por discordar da posição de seu partido de defender a todo custo o senador José Sarney. Para os que, infelizmente, já se esqueceram, dia 20 de agosto, Mercadante postou no microblog sua determinação e, dia 21, subiu à tribuna para dizer que, a pedido do presidente Lula, iria revogar sua decisão irrevogável e se manteria no cargo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A patuscada de Mercadante, Lula e Sarney mostra que nem todos os políticos estão prontos para adentrar o universo do que alguns chamam de Governo 2.0, inaugurada pelo então candidato a presidente dos Estados Unidos Barack Obama. Não que seja possível recuar – na minha humilde opinião, este movimento não tem retorno. Mas ele exige um grau de transparência e interação hoje inéditos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dividir com seus eleitores suas decisões e pontos de vista em tempo real. Abrir um canal de comunicação que permite a todos os interessados não apenas seguir seus os comentários de seu representante como responder a ele e a milhares de outros eleitores. As mídias sociais parecem uma ótima ferramenta para aprofundar a democracia. Num mundo ideal, todos os políticos deveriam ser obrigados a ter um perfil ativo nas mídias sociais e a responder os questionamentos públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para isso, nossos nobres políticos precisam entender que o twitter e outras ferramentas semelhantes da internet não são um palanque eletrônico. Ao contrário das mídias convencionais, não se trata de um canal para divulgar seu discurso, mas de um espaço para o diálogo. E não adianta se fingir de surdo pois em pouco tempo você terá uma multidão gritando seu nome – só que de forma nada apropriada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam só todo o barulho que alguns influentes blogueiros (no Twitter: @ninocarvalho, @cnepomucemo e @LeoBragança) já estão fazendo em cima da canhesta proposta de “blog” sem espaço para respostas do Lula. Com toda razão, virou motivo de chacota a proposta do planalto (em minúsculo mesmo) de lançar um blog (afinal se o Obama tem um...) mas onde ninguém pode responder ou comentar nada. Ou seja, um nãoblog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que todos os políticos que entraram nesta nova onda sabiam exatamente o que estavam fazendo? Será que alguém os avisou da responsabilidade do que se escreve e a necessidade de dar respostas a todos os questionamentos dos eleitores? Ou será que apenas seguiram a nova onda para venderem uma imagem de modernos, antenados e na esperança de ser o novo Obama? Não, não quero desencorajar ninguém, muito pelo contrário. Mas que o irrevogável de Mercadante fique como alerta de que este é um jogo sério, que requer planejamento, estratégia, preparação e, talvez o mais difícil neste caso (dos políticos em geral, não deste senador em particular), uma boa dose de inteligência e bom senso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-7207605527473266903?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/7207605527473266903/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/politica-20-nao-perdoa-falta-de.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7207605527473266903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/7207605527473266903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/politica-20-nao-perdoa-falta-de.html' title='Política 2.0 não perdoa falta de profissionalismo'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Spw_oQJ74XI/AAAAAAAAACU/3mFnK0Hf-UI/s72-c/sarney_mercadante2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-6603458619355183146</id><published>2009-08-28T11:02:00.000-07:00</published><updated>2009-08-28T11:03:31.793-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Inovação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Quer inovar, crescer e liderar? Perca o foco!</title><content type='html'>Artigo na Época Negócios deste mês relata estudos acadêmicos que  buscam encontrar um padrão nas grandes sacadas, as ideias surpreendentes e inesperadas que mudam o rumo de uma empresa ou segmento. Sob o título “Inovação inesperada também tem padrão”, o texto mostra o esforço de pesquisadores do MIT e da consultoria Innosight para rastrear os fatores que geram grandes sacadas. Numa leitura superficial, o texto da revista vai para um caminho que eu, pessoalmente, não gosto, do tipo “cinco práticas para vencedores”, pois generaliza e oferece fórmulas prontas – ótimo para quem não quer pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As dicas são básicas: busque inspirações em produtos existentes em outros mercados (exemplo da Red Bull e Starbucks), em produtos de nicho (wii, cuja tecnologia de sensores de movimento veio de um modelo de controle remoto) ou em usuários que desenvolvem uma nova relação com seu produto. Ok. Mas as grandes sacacas, para mim, estão nos detalhes. É quando se relata a insistência do líder da Red Bull em bancar sua aposta na bebida mesmo depois que os primeiros testes com o público foram um desastre. Ou na visão de sempre se dar uma segunda chance a uma ideia – segundo a revista, o Viagra nasceu de uma droga para angina que não deu certo e que tinha, como efeito colateral, o poder de gerar uma ereção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me encanta é saber que, segundo o pesquisador de inovações Clayton Christensem, 93% das ideias bem sucedidas começaram na direção errada! Ou seja, para inovar é preciso olhar para fora, para o outro, para o estranho e estrangeiro. É preciso abrir olhos e ouvidos para o que parece não fazer o menor sentido e ter coragem de enfrentar as certezas estabelecidas. De outra forma, continuaremos sempre apenas fazendo mais do mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-6603458619355183146?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/6603458619355183146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/quer-inovar-crescer-e-liderar-perca-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6603458619355183146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6603458619355183146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/quer-inovar-crescer-e-liderar-perca-o.html' title='Quer inovar, crescer e liderar? Perca o foco!'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-5472606978246780808</id><published>2009-08-26T15:27:00.000-07:00</published><updated>2009-08-26T15:40:08.205-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PR'/><title type='text'>Jornalismo para quem?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SpW4Z4WMPyI/AAAAAAAAACM/IyZSYx-nEgU/s1600-h/cachorro.jpeg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 274px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SpW4Z4WMPyI/AAAAAAAAACM/IyZSYx-nEgU/s400/cachorro.jpeg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374404485098258210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;por Rodrigo Dionísio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicio minha participação aqui; sim, pretendo voltar. E o tema é algo que gira (em) minha mente desde a época da criação do Pérolas &lt;a href="http://perolasdasassessorias.wordpress.com/" target="_blank"&gt;(http://perolasdasassessorias.wordpress.com/)&lt;/a&gt; e do artigo raivoso do Ivan Lessa &lt;a href="http://noticias.uol.com.br/bbc/2006/11/24/ult2363u8716.jhtm" target="_blank"&gt;(http://noticias.uol.com.br/bbc/2006/11/24/ult2363u8716.jhtm)&lt;/a&gt;. Renasceu com a coluna no jornal Destak da semana passada, assinada por Luiz Antonio Ryff e com o sugestivo título de Assessoria de Imprensa para Cães &lt;a href="http://www.destakjornal.com.br/readContent.aspx?id=18,43830" target="_blank"&gt;(www.destakjornal.com.br/readContent.aspx?id=18,43830)&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato: assessorias dos mais diversos portes cometem erros grotescos, mandam pautas para quem não devem, atendem anseios de clientes, com medo do confronto, em vez de orientá-los. Muitas agências no meio (muitas empresas de comunicação) são montadas sem estrutura, é o amigo do amigo que conhece “uns jornalistas” e vira assessor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já se discutiu muito quanto assessoria e Redação têm de andar juntas. Mais ainda sobre o quanto, ainda hoje, os dois meios se digladiam. Mas toda vez que vejo manifestações como essas, e apesar de minha ponderação no parágrafo anterior, me sinto um tanto acuado e sem voz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque é engraçado chutar assessorias (e assessores), inclusive da maneira desrespeitosa e nada ética do Ivan. Mas quanto tempo duraria profissionalmente um assessor que decidisse abrir um blog contando sobre o editor que manda um amigo viajar em um presstour e, na volta do fulano, pede para a assessoria escrever o texto, pois o cara “não anotou nada e não está afim”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou das inúmeras vezes nas quais teve de levar gente bêbada e drogada para quartos, fazer entrevistas no lugar dos profissionais da Redação, agenciar encontros, receber solicitações de invasão de privacidade...? Nada disso é ficção, nada disso partiu de veículos pequenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não quero incitar briga, este texto é mais um desabafo que outra coisa. Todos nós temos um papel nesta história, para alguns muito claro. Para outros, sim, nós somos só agenciadores, no pior sentido, prensados entre a vontade do cliente e a postura inúmeras vezes mimada dos coleguinhas da Redação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão? Uma pequena história, de um passado não tão distante: na minha época de Folha de SPaulo, cobrindo TV, auge dos reality shows, havia uma proposta do Daniel Castro de trancar todos os colunistas da área em uma casa e faze-los fechar suas colunas diárias sem poder contar com nenhuma assessoria de imprensa. Quem não conseguisse, seria eliminado do programa. O deboche terminava com a conclusão óbvia segundo a qual a atração não iria funcionar, todos seriam eliminados no primeiro dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-5472606978246780808?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/5472606978246780808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/jornalismo-para-quem.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5472606978246780808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5472606978246780808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/jornalismo-para-quem.html' title='Jornalismo para quem?'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SpW4Z4WMPyI/AAAAAAAAACM/IyZSYx-nEgU/s72-c/cachorro.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-8081596567055141386</id><published>2009-08-24T07:05:00.000-07:00</published><updated>2009-08-24T07:06:32.520-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><title type='text'>Quem é quem nas redes sociais?</title><content type='html'>Toda a discussão em CoffeeBreak semana passada sobre rentabilidade e remuneração na web me leva a outro tópico. Já ouvi pessoas falando que, com os blogs e mídias sociais, a tendência, no médio prazo, é o fim da mídia tradicional. Seriamos todos informados diretamente pelas fontes, sem intermediários (já escrevemos aqui sobre a tendência de empresas e personalidades falarem direto com a audiência via internet) ou por blogueiros independentes ou por colegas no Twitter. Sem custo, sem tendências editoriais, sem interferência comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que bacana. Mas quem garante a credibilidade? Se hoje muitos já questionam a isenção e a qualidade da informação que a imprensa oferece, imagine num cenário em que não há qualquer instituição ou empresa tentando, ao menos, vender a veracidade do que divulga?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior. Um dos grandes telhados de vidro da Internet e de todo o meio digital, para este escriba, é a facilidade com que se pode maquiar a realidade. Quem dirá assumir a identidade de outros. Há alguns dias li no M&amp;M OnLine que diversos publicitários famosos relatam a existência de perfis falsos deles no Twitter. Entre os artistas, o cenário não é diferente. Começou com o divertido perfil falso do Victor Fasano e hoje há diversos atores e atrizes usando a imprensa para explicar que não estão no Twitter ou no Facebook.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo nota no blog do GJOL &lt;a href="http://gjol.blogspot.com/2009/08/robots-dominam-o-twitter-e-geram-24-das.html"&gt;&lt;/a&gt;http://gjol.blogspot.com/2009/08/robots-dominam-o-twitter-e-geram-24-das.html, 24% de todos os Tweets são gerados por máquinas e não por usuários humanos. No mesmo post o pessoal do GJOL informa que 5% dos usuários do Twitter geram 75% do conteúdo da rede social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no Twitter, segundo o Mashable, os gestores do serviço estariam tentando tirar do ar o uSocial, que “vende” seguidores para pessoas físicas e jurídicas no microblog. Por módicos U$ 87 você passa a contar com mais mil seguidores (quem sabe não é a solução para a briga entre Marcelo Tas e Luciano Hulk para ver quem tem mais pessoas recebendo suas frases – e mais barato do que sortear um punhado de eletrodomésticos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por estas e outras, talvez quem tenha razão é o multi-bilionário mexicano Carlos Slim, presidente da América Móvil e que disputa com Bill Gates o título de homem mais rico do mundo. Em perfil na Piauí deste mês, perguntado do motivo que o levou a ser um dos maiores acionistas do The New York Times, o astuto empresário disse que a internet pode até acabar com o atual formato de jornais e revistas, mas o mundo vai continuar precisando de informação de qualidade vinda de fonte confiável. Para mim, este é o ponto. Num mundo digital onde é cada vez mais fácil fingir ser o que não se é, vamos precisar cada vez mais de um “selo de garantia” de que a informação é mesmo válida e procedente. O problema é quando começarem a piratear o selo...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-8081596567055141386?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/8081596567055141386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/quem-e-quem-nas-redes-sociais.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/8081596567055141386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/8081596567055141386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/quem-e-quem-nas-redes-sociais.html' title='Quem é quem nas redes sociais?'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-4516498731823364932</id><published>2009-08-19T15:05:00.000-07:00</published><updated>2009-08-19T15:13:10.983-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Quem vai pagar o almoço grátis?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sox4c5WWBZI/AAAAAAAAACE/STTDtVwKhag/s1600-h/almo%C3%A7o.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 127px; height: 170px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sox4c5WWBZI/AAAAAAAAACE/STTDtVwKhag/s400/almo%C3%A7o.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371800893372368274" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ia passar batido no assunto, pois não sei se tenho o que acrescentar, mas o post de segunda, dia 17, me leva ao tema. Enquanto a dificuldade de monetizar os serviços leva ao risco de falência empresas secundárias do universo das redes sociais na internet, um dos pensadores mais polemicos da atualidade, Chris Anderson, prega em seu novo livro, Free, que tudo o que for digitalizável deve ser grátis na rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor de A Cauda Longa e um dos criadores da maravilhosa revista Wired, Anderson afirma que a realidade dos serviços e da informação sem pagamento na rede é irreversível e quem brigou com isto, como a indústria da música, apenas perdeu um tempo precioso a ser dedicado na busca de um novo modelo de negócio. Assim, segundo Anderson, jornais e revistas que se reviram em como cobrar pelos artigos que na web deveriam se preocupar em ampliar a distribuição e divulgação deste conteúdo e vender publicidade. Os grupos musicais, usar a rede para se divulgar de graça e ganhar com shows, vendas de produtos com sua marca, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode fazer sentido, afinal, o modelo de negócios das emissoras abertas de rádio e TV é exatamente este que Anderson propõe para a mídia na internet. Mas, felizmente, há vozes discordantes. Uma delas é de outro pensador genial, Malcom Gladwell, autor de Blink e Fora de Série. Mas talvez a mais relevante seja a do magnata da mídia Keith Rupert Murdoch, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o The New York Times (http://www.nytimes.com/2009/08/10/business/media/10carr.html?_r=1&amp;partner=rss&amp;emc=rss&lt;a href="http://www.nytimes.com/2009/08/10/business/media/10carr.html?_r=1&amp;partner=rss&amp;emc=rss"&gt;&lt;/a&gt; ), para Mr. Murdoch, produzir jornalismo de qualidade é caro e isto tem que ser pago de maneira adequada. Ele alega que a internet permite uma distribuição barata, mas que mesmo assim seu grupo não produz conteúdo para ser entregue de graça. Mesmo que alguns detratores digam que Mr. Murdoch nunca tenha navegado sozinho na web na vida, não se deve menosprezar a opinião de um empreendedor que começou com um jornal na sua Austrália local e hoje é dono do conglomerado News Corporation, ao qual pertencem o The Wall Street Journal, os canais de TV Fox, o britânico The Times e diversos outros títulos nos EUA, Reino Unido e Austrália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a saída esteja no meio do caminho, num sistema híbrido, onde alguns serviços e conteúdos serão gratuitos, remunerados pela publicidade ou pela venda de outros produtos associados, e outros, de nicho, sejam pagos. Só acho, e posso estar errado, é que, como dizia meu bisavô, não existe almoço grátis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-4516498731823364932?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/4516498731823364932/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/quem-vai-pagar-o-almoco-gratis.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4516498731823364932'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/4516498731823364932'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/quem-vai-pagar-o-almoco-gratis.html' title='Quem vai pagar o almoço grátis?'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/Sox4c5WWBZI/AAAAAAAAACE/STTDtVwKhag/s72-c/almo%C3%A7o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-3334935607704146030</id><published>2009-08-17T09:43:00.000-07:00</published><updated>2009-08-17T09:47:11.878-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><title type='text'>A bolha das redes sociais pode estourar?</title><content type='html'>Elas revolucionaram a comunicação e o comportamento. Mas será que as redes sociais, assim como as conhecemos, têm vida longa? Num artigo para o Min Online (noticiário norte-americano que cobre os meios de comunicação e RP), Steve Smith relata a precária situação financeira de empresas como a Tr.im, que oferece gratuitamente o “encolhimento” de URLs (endereços de páginas na internet), essencial para que mensagens com links caibam nos 140 caracteres do Twitter – leia o artigo original, em inglês, no http://&lt;a href="http://www.minonline.com/news/11826.html"&gt;www.minonline.com/news/11826.html&lt;/a&gt; . Sem qualquer remuneração por parte do usuário, o modelo de negócio da TR.im previa faturar com a venda das informações que seu serviço lhe permite ter acesso: quais os links que as pessoas mais estão indicando aos amigos. Acontece que estes dados são conhecidos por diversos outros prestadores de serviço no web e não tem hoje o valor de mercado necessário para pagar a manutenção do serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok. Se o Tr.im quebrar, o mundo das redes sociais continuará o mesmo. Até porque existem outros “encurtadores” de URLs, como o Bit.ly e o TinyURL. Mas a situação do Tr.im acende a luz amarela no maravilhoso mundo da nova mídia, onde o usuário não paga nada, as empresas (mesmo Twitter ou Facebook) ainda não conseguiram criar um sistema de remuneração lucrativo e o tamanho da rede só cresce. Vira e mexe, tenho problemas para atualizar minha home no Twitter. Alguns amigos perderam seus twetts mais antigos. E a cada dia milhares de novos usuários se penduram na rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que Mr. Obama, que se elegeu com a ajuda das novas mídias da internet e vê o Twitter, por exemplo, como um parceiro na tentativa de democratizar países como o Irã terá de oferecer um pacote de benefícios para salvar o setor? Ou os gênios do Vale do Silício encontrarão uma saída para, como ocorreu com o Google, gerar muito valor com serviços que hoje dão prejuízo? Para variar, não sei. Mas, neste momento em que todos começam a desenhar seu futuro contando com estas redes, eu teria um plano B na manga.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-3334935607704146030?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/3334935607704146030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/bolha-das-redes-sociais-pode-estourar.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3334935607704146030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3334935607704146030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/bolha-das-redes-sociais-pode-estourar.html' title='A bolha das redes sociais pode estourar?'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-2706248273506910581</id><published>2009-08-14T08:29:00.000-07:00</published><updated>2009-08-14T08:31:55.369-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gestão'/><title type='text'>Só porque hoje é sexta-feira</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SoWDNcRzsII/AAAAAAAAAB8/QKItJJAHa2c/s1600-h/lazer.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 170px; height: 118px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SoWDNcRzsII/AAAAAAAAAB8/QKItJJAHa2c/s400/lazer.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369842397661606018" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pesquisas comprovam – ao menos até agora: trocar o lazer e a aventura pelo trabalho gera arrependimento. Estudo de Ran Kivetz, da Columbia University, citado pela revista Wired, separou dois grupos de pessoas. Ao primeiro, pediu que avaliasse momentos de trabalho e de ócio na semana anterior. O resultado foi um equilíbrio nas notas dadas às duas categorias. Ao segundo grupo, pediu o mesmo, mas para situações ocorridas há alguns anos. O resultado? O arrependimento pelo tempo dedicada ao labor, desta vez, foi o dobro do dedicado ao lazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra revista, outro caso inspirador. Qual, na sua opinião, leitor, seria o futuro de uma empresa que paga aos funcionários salários 20% maiores, proíbe horas extras e tem como regra que ninguém saia depois do horário. Mais: dedica 20% de seu lucro para obras sociais. Se você pensou, um grande sucesso, acertou. Esta empresa existe, na Itália, e atende pelo nome de seu criador, Brunello Cucinelli. Segundo a Época Negócios deste mês, que descobriu a pérola, a companhia que produz peças de vestuário de cashmere de altíssimo luxo, além de prêmios pela qualidade dos seus produtos, faturou 144 milhões de euros em 2008 e cresceu 20% em três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será apenas um devaneio acreditar que pessoas felizes e com tempo para desenvolver outros interesses são mais produtivas e criativas? Talvez. Mas como hoje é sexta, que tal dedicar o final de semana a sonhar com um novo presente possível?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-2706248273506910581?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/2706248273506910581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/so-porque-hoje-e-sexta-feira.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2706248273506910581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2706248273506910581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/so-porque-hoje-e-sexta-feira.html' title='Só porque hoje é sexta-feira'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SoWDNcRzsII/AAAAAAAAAB8/QKItJJAHa2c/s72-c/lazer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-3925068112590125499</id><published>2009-08-12T10:32:00.000-07:00</published><updated>2009-08-12T10:36:26.052-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ideias'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tecnologia'/><title type='text'>Me esqueça, por favor</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SoL9knH4oWI/AAAAAAAAAB0/5T43_L955as/s1600-h/delete.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 170px; height: 114px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SoL9knH4oWI/AAAAAAAAAB0/5T43_L955as/s320/delete.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369132511198224738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que a Humanidade alcança o que parece ser uma capacidade praticamente ilimitada de armazenar e processar informações, vem de Harvard um apelo interessante: precisamos reaprender a esquecer. A ideia vem do professor Viktor Mayer-Schönberger e foi levantada pela Wired deste mês. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sempre foi muito árduo relembrar permanentemente os acontecimentos, apenas os fatos mais relevantes eram preservados e passados para as gerações futuras. Assim, praticamente tudo o que a maioria das pessoas fazia era simplesmente esquecido com o passar do tempo. Ruim? Muito pelo contrário. Este efeito continha um enorme fator libertador, uma vez que os momentos embaraçosos seriam gradualmente apagados da memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o estudioso, ao eliminar este ciclo, a tecnologia esta gerando uma pressão cada vez maior sobre as pessoas. Qualquer erro, seja uma foto comprometedora no Flickr ou um comentário infeliz no Twitter, será preservado para todo o sempre, assim declarações de amor a pessoas que hoje não estão mais em, digamos, nossa intimidade. O problema é que a facilidade de criar e armazenar arquivos digitais é desproporcionalmente maior que o tempo que seria despendido editando este material (quem é que não tem Cds e mais Cds e mais Cds de fotos digitais – a maioria absolutamente descartável? Algo – para quem ainda é desta época - impensável quando tínhamos que investir na compra de filme e posterior revelação)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fazer? Para Mayer-Schönberger os desenvolvedores precisam criar aplicativos que nos ajudem a apagar os dados depois de algum tempo. As redes sociais e demais ferramentas da internet, na opinião do estidioso, deveriam questionar os usuários se querem manter os arquivos na rede e até quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estaremos criando um novo tipo de poluição, a virtual? E, com ela, criando um novo tipo de monstro, um passado highlinder, imortal, escancarando a todos nossos deslizes? Alguém, por favor, pode apertar o delete?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-3925068112590125499?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/3925068112590125499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/me-esqueca-por-favor.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3925068112590125499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/3925068112590125499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/me-esqueca-por-favor.html' title='Me esqueça, por favor'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SoL9knH4oWI/AAAAAAAAAB0/5T43_L955as/s72-c/delete.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-6947183203438813741</id><published>2009-08-10T05:11:00.000-07:00</published><updated>2009-08-10T05:12:01.749-07:00</updated><title type='text'>O Twitter em números, para o bem ou para o mal</title><content type='html'>Que o Twitter é o atual queridinho da mídia, nem se discute. Este escriba, em particular, usa e adora a ferramenta. E os dados são todos superlativos.&lt;br /&gt;Só nos EUA, a rede social recebeu 2,75 bilhões de citações na grande imprensa durante a segunda quinzena de junho e a primeira de julho. Se fosse pago em valores publicitários, o espaço equivaleria a US$ 48 milhões. Segundo a empresa responsável pelo levantamento, se fossem consideradas as reportagens em jornais menores, o valor poderia ser o dobro. &lt;br /&gt;Segundo o instituto Nielsen Online, entre junho de 2008 e junho de 2009, o número de visitantes únicos do Twitter, nos EUA, cresceu 1.929%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Já o IBOPE brasileiro, que também está no Twitter (twitter.com/grupoibope) afirma que a rede social tem hoje mais penetração em nosso país que nos EUA ou Inglaterra: 15% dos internautas brasileiros ativos usam o twitter.&lt;br /&gt;No final de julho a ferramenta atingiu a marca de 44,5 milhões de usuários em todo o mundo, ultrapassando o Orkut, por exemplo, que hoje tem cerca de 35 milhões inscritos. O Twitter é hoje o 52o maior site global. &lt;br /&gt;Um sucesso não? Humm, talvez nem tanto quanto os belos números acima fazem crer. Um estudo entre os norte-americanos do Harris Interactive citado no Mashable indica que  69% dos adultos pesquisados não conhecem a ferramenta suficientemente bem para ter uma opinião a seu respeito.&lt;br /&gt;Entre os que tem opinião, 12% acham que o Twitter está ameaçado pelo seu crescimento exacerbado, outros 12% avaliam que ele ficará relegado a jovens e à mídia, e 8% consideram tratar-se de uma onda passageira. &lt;br /&gt;Outra pesquisa, divulgada semana passada, causou furor na web ao indicar que os jovens não twittam. Segundo o Nielsen, apenas 16% dos usuários tem menos de 25 anos, perfil completamente distinto de outras redes sociais, como o Facebook ou Orkut.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, há controvérsias . Ainda bem, afinal, como já dizia Nelson Rodrigues, toda unanimidade é burra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-6947183203438813741?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/6947183203438813741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/o-twitter-em-numeros-para-o-bem-ou-para.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6947183203438813741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/6947183203438813741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/o-twitter-em-numeros-para-o-bem-ou-para.html' title='O Twitter em números, para o bem ou para o mal'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-2158172504273242161</id><published>2009-08-05T15:31:00.000-07:00</published><updated>2009-08-05T15:33:53.719-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='YouTube'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='PR'/><title type='text'>Comunicação Corporativa 2.0</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KemuGnzavRg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/KemuGnzavRg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Toda empresa (agora) é um veículo de comunicação, em certo grau”. A frase, atribuída ao presidente da rede de TV norte-americana CBS, Andrew Hayward, abre a manchete do PRNews desta semana. Ele se refere à possibilidade que toda corporação tem de usar as ferramentas da web 2.0 para gerar conteúdo e se relacionar diretamente, se não com todo, ao menos com parte de seu público. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que existem inúmeros riscos embutidos na abertura da empresa ao ambiente das mídias sociais, mas cada vez mais parece um caminho sem volta. Como no caso da industria fonográfica e a troca de arquivos musicais pela internet, goste-se ou não esta é a realidade e quem aprender antes a interagir com ela terá mais chances de ter algum ganho com isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas queria entrar um pouco mais profundamente na reflexão sobre a frase de Hayward em si, pois ela tem um potencial revolucionário para o mercado de comunicação corporativa. Começam a aparecer sinais de que as mídias sociais podem, se não substituir, ao menos oferecer um caminho paralelo aos veículos de comunicação tradicionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ferrari foi rápida. Exclusiva? Individuais? Coletiva? Nada disto. A primeira entrevista de Felipe Massa após o acidente na Hungria, ainda no hospital, foi para o site da marca (veja o original em: http://www.ferrari.com/English/Ferrari_TV/Pages/FerrariTVPlayer.aspx?serverId=9124&amp;c=Video&amp;cat=13). Emissoras de TV, rádios e jornais colheram lá imagens, sons e dados para suas reportagens. Muitas citaram o site. Já comentei em posts anteriores o anúncio do cancelamento de shows, devido a um sério problema de saúde com um de seus integrantes, que a banda de rap e rock Beastie Boys fez pelo... You Tube. O Santos Futebol Clube anunciou a contratação de Wanderley Luxemburgo pelo... Twitter. O mesmo serviço de microblog foi usado pela ex-candidata a vice-presidente dos Estados Unidos, Sarah Palin, para comunicar sua renuncia ao cargo de governadora do Alasca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todos os casos, acima, o uso das mídias sociais não aconteceu após um contato formal com a imprensa. Nem mesmo paralelamente. Todos os veículos de comunicação foram “furados” pela web 2.0. E depois foram atrás da notícia ou de sua repercussão. Outra experiência, que também já foi citada neste CoffeeBreak, é a do blog Fatos e Dados da Petrobras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um novo caminho na estratégia das empresas? No futuro as ações de comunicação corporativa irão prescindir dos veículos formais e atingir seu público de maneira direta pelas mídias sociais? O fato é que isto já começa a acontecer e quem trabalha na área deve se preparar para um novo cenário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-2158172504273242161?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/2158172504273242161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/comunicacao-corporativa-20.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2158172504273242161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/2158172504273242161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/comunicacao-corporativa-20.html' title='Comunicação Corporativa 2.0'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-5173565054073559111</id><published>2009-08-02T18:28:00.000-07:00</published><updated>2009-08-02T18:33:45.685-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comunicação'/><title type='text'>Empresas que usam mídias sociais tem resultados melhores</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SnY-WJzwMKI/AAAAAAAAABs/FtHH3LsMfcw/s1600-h/starbucks1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SnY-WJzwMKI/AAAAAAAAABs/FtHH3LsMfcw/s320/starbucks1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365544556369555618" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Interagir com as mídias sociais na internet ainda parece assustador para grande parte das empresas. Abrir a guarda para um ambiente onde qualquer consumidor, mesmo os com intenções questionáveis, têm liberdade para fazer e escrever o que quiserem parece uma ideia questionável para diversos executivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas um estudo mostra, pela primeira vez, uma forte correlação entre a participação nas mídias sociais e o resultado financeiro. A pesquisa foi desenvolvida pelo ENGAGEMENT db (http://www.engagementdb.com/), serviço que avalia as marcas que mais e melhor interagem com o público na Internet. Os responsáveis dividiram as empresas em quatro grupos, conforme o uso dos canais 2.0 da internet. Depois, usando os dados da BusinessWeek/Interbrand’s “Best Global Brands 2008”, compararam o desempenho de companhias por segmento de mercado. As que pertencem ao grupo das que usam mais e melhor as mídias sociais foram as que tiveram melhores números, por margens consideráveis. Na média, enquanto as marcas mais atuantes na web 2.0 tiveram alta de faturamento de 18% nos últimos 12 meses, as menos participativas registraram queda de 6%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lista das 10 empresas consideradas as mais integradas às mídias sociais pela ENGAGEMENT db, publicada junto com um resumo da pesquisa na edição da semana passada do PR News,  não é exatamente uma surpresa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Starbucks &lt;br /&gt;2. Dell &lt;br /&gt;3. eBay&lt;br /&gt;4. Google&lt;br /&gt;5. Microsoft&lt;br /&gt;6. Thomson Reuters&lt;br /&gt;7. Nike&lt;br /&gt;8. Amazon&lt;br /&gt;9. SAP&lt;br /&gt;10. Intel e Yahoo (empatados)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que não é possível afirmar que o bom resultado das empresas que usam as mídias sociais em comparação às que não usam advêm apenas deste fato. Mas parece que este tipo de postura é uma marca comum das corporações realmente engajadas com a inovação e a proximidade com o seu público. E parece que são estas as marcas que estão fazendo a diferença no cenário atual.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-5173565054073559111?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/5173565054073559111/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/empresas-que-usam-midias-sociais-tem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5173565054073559111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/5173565054073559111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/08/empresas-que-usam-midias-sociais-tem.html' title='Empresas que usam mídias sociais tem resultados melhores'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823382872294958</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/TCujboRNCHI/AAAAAAAAAHU/cRI3i-qS5Cc/S220/Icone.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_gh_tB--IekU/SnY-WJzwMKI/AAAAAAAAABs/FtHH3LsMfcw/s72-c/starbucks1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3797499569875737359.post-1894297134287884914</id><published>2009-07-31T15:09:00.000-07:00</published><updated>2009-07-31T15:11:04.459-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Midias Sociais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Comportamento'/><title type='text'>Quem lê tanta notícia?</title><content type='html'>Para terminar a semana com um tom otimista (apesar do tempo hoje em São Paulo). Em comentário ao post “A Internet já revolucionou seu negócio hoje?” a Anaik von der Weid, autora do blog sobre literatura Melhores Palavras http://melhorespalavras.blogspot.com/ escreveu sobre o self-publishing. Repito suas ‘melhores palavras’: “Virtualmente, qualquer um pode ser autor. Bom ou ruim? Estímulo à criatividade ou banalização de conteúdo?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excelente reflexão. Para Anne Trubeck, professora de escrita do Oberlin College, citada no Idea of the Day, blog de ideias do The New York Times http://ideas.blogs.nytimes.com/ , a atual enxurrada de textos nas mídias sociais é positiva. Mesmo considerando a enormidade de bobagens inomináveis, erros gramaticais e falta declinante de estilo, o ponto, para Trubeck, é que nunca antes se escreveu e leu tanto. E que é exatamente o ato de treinar que permite que as pessoas melhorem sua escrita. Mais do que isto: Trubeck acha que a concisão necessária em mídias sociais como o Twitter podem ajudar muitos a desenvolver um estilo literário e a pensar no que (e como) escrevem. Veja o posto original em http://ideas.blogs.nytimes.com/2009/07/29/we-are-all-writers-now/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emendo com mais otimismo: pesquisa da University os Sussex citado em artigo da Marie Claire inglesa que achei em tweet da Anaik (só dá ela hoje ein?) indica que ler é a melhor maneira de relaxar – na frente de caminhar, ouvir música ou parar para tomar uma xícara de chá (pesquisa inglesa, lembrem). Este hábito seria capaz de reduzir os níveis de estresse em cerca de 68%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lindo não? Pode ser... mas não esqueçam que nunca antes a humanidade criou tanto conhecimento (se é que se pode classificar assim tudo o que geramos) e, como efeito, milhares de pessoas começam a sofrer de angustia e ansiedade pela simples incapacidade de acompanhar a mínima parte de tudo isto (desculpem, mas não dava para passar sem esta provocação). Enfim, mais uma vez, felizmente, ninguém tem a resposta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3797499569875737359-1894297134287884914?l=coffeebreak-br.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/feeds/1894297134287884914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/07/quem-le-tanta-noticia.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1894297134287884914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3797499569875737359/posts/default/1894297134287884914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coffeebreak-br.blogspot.com/2009/07/quem-le-tanta-noticia.html' title='Quem lê tanta notícia?'/><author><name>guilhermo benitez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05043823
